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Cinema

Lupita Nyong’o será a protagonista de A Quiet Place: Day One

Foi divulgado com exclusividade pelo Deadline, que a atriz Lupita Nyong’o será a protagonista de  A Quiet Place: Day One.

Spin-off de Um Lugar Silencioso terá sua estreia em 2024 com John Krasinski na produção. detalhes da história estão sendo mantidos em sigilo. 

Michael Sarnoski de Pig, será o diretor. 

A primeira parte de Um Lugar Silencioso narra a história de uma família em um mundo pós-apocalíptico. Eles lutam para sobreviver em uma realidade onde precisam ficar em silêncio para se esconder de criaturas, que tem uma audição extremamente aguçada e a usam para caçar.

Para futuras Informações a respeito de Um Lugar Silencioso, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Agatha: Coven of Chaos terá Aubrey Plaza como no papel da antagonista

A Variety divulgou com exclusividade, que Aubrey Plaza interpretará a vilã da série Agatha: Coven of Chaos. 

Não foi divulgado qual antagonista que Aubrey, apenas que ela será uma bruxa do Coven de Agatha. 

Este é o segundo papel de Aubrey na Marvel, uma vez que ela já fez parte do elenco de Legion. 

Ainda sem uma sinopse oficial, o seriado estreia em 2023 no Disney+ e já teve suas filmagens iniciadas. A produção é descrita como uma obra de humor negro. 

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Cinema

Algo despertou… | Disponibilizado o trailer de O Troll da Montanha

Foi disponibilizado pela Netflix durante a Semana Geek, o primeiro trailer oficial de O Troll da Montanha, novo filme dinamarquês de fantasia e terror que chega em Dezembro de 2022 na plataforma de streaming.

Nas profundezas da montanha de Dovre, uma criatura gigantesca desperta após mil anos. Destruindo tudo pelo seu caminho, ela segue em direção à capital da Noruega. Como deter algo que, até então, existia apenas no folclore?

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de O Troll da Montanha. 

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Séries

Joe Locke entra para o elenco de Agatha: Coven of Chaos

Informações exclusivas da Variety, revelam que Agatha: Coven of Chaos terá Joe Locke  em seu elenco. 

Joe Locke ganhou notoriedade após interpretar Charlie Spring em Heartstopper, série de comédia dramática sobre um casal LGBTQIAP+ exclusiva da Netflix. 

O personagem de Joe não foi revelado. Contudo, especula-se que ele viverá Wiccano, o filho da Feiticeira Escarlate. 

Ainda sem uma sinopse oficial, o seriado estreia em 2023 no Disney+ e já teve suas filmagens iniciadas. A produção é descrita como uma obra de humor negro. 

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Cinema

The Mean One, terror slasher de Grinch ganha trailer, assista!

Foi disponibilizado o primeiro trailer oficial de The Mean One, terror slasher de Grinch que estreia em Janeiro de 2022 em cinemas selecionados dos EUA. 

O filme mostrará um ser Malvado que se veste de Papai Noel para cometer chacinas, mas este ano ele precisará enfrentar Cindy Você-Sabe-Quem, que retorna a cidade após 20 anos do assassinato de seus pais cometido pelo vilão.

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Quadrinhos

A organização de Julie Doucet só é possível através do caos

Formato pouco maior que A5, capa cartonada, papel pólen… bem longe dos formatos de luxo que hoje entopem o mercado de HQs brasileiro. Seria então esse, um projeto aparentemente tímido da editora Veneta, a forma correta de apresentar ao Brasil a mais influente quadrinista norte-americana e atual vencedora do Grand Prix de la Ville d’Angoulême?

Poderia ter sido antes, muito antes. A ideia inicial do editor Rogério de Campos consistia em estrear Julie Doucet no Brasil em 1999 dentro de Comic Book – O Novo Quadrinho Norte-Americano, antologia feita especialmente para o Brasil que introduziu ao mercado nacional quadrinistas como Daniel Clowes, Peter Bagge, Adrian Tomine e Joe Sacco. Era um novo mundo que chegava até nós: além de ser o primeiro título da editora Conrad voltado às livrarias, tais autores de editoras como Fantagraphics e Drawn and Quaterly finalmente pareciam estar ao nosso alcance.

IMAGEM: veneta.com.br

A premissa era verdadeira, mas não em sua totalidade: Sacco chegou até nós, assim como Clowes, Chester Brown e encontraram outros que já estavam, como os irmãos Hernandez e Robert Crumb; outros, só fizeram uma visita. Por que tantos, assim como Doucet, só vieram depois, uns nunca mais voltaram e outros sequer chegaram? A resposta é bem mais simples do que se imagina: tal mercado norte-americano é muito extenso e ao mesmo tempo específico demais para somente uma ou outra editora brasileira explorar. Por isso mesmo, somente em tempos recentes a situação ficou mais favorável para nós, com mais editoras dividindo uma tarefa hercúlea e conquistando definitivamente as livrarias e plataformas de financiamento coletivo.

Passados os obstáculos, chega até nós uma obra com três histórias de duração variada entre 6 a 50 páginas cada, publicadas originalmente em Dirty Plotte, um fanzine que depois originou a revista homônima em um total de 12 edições. Aqui, a autora abre totalmente sua vida pessoal ao leitor, com experiências abrangendo sua primeira relação sexual com um total desconhecido, convivência com amigos nos tempos de Universidade e, principalmente, a vida em Nova York com um namorado tóxico e mal sucedido financeiramente que tenta controlar sua vida, ao mesmo tempo que não faz cerimônias para aceitar que ela pague suas contas.

IMAGEM: veneta.com.br

Os intempéries também dão espaço a situações memoráveis que podem até passar despercebidos: ao narrar encontros Art Spiegelman, Glenn Head, Leslie Stenberg, Kaz, John Porcellino e tantos outros,  desfila-se diante de nossos olhos os embriões que deram origem justamente ao até hoje considerado Novo Quadrinho Norte-Americano, crescendo até formar as já citadas Fanta e D&Q e, por extensão, trouxeram o conteúdo necessário para dar a luz justamente à antologia montada por Rogério de Campos, que até hoje bebe dessa fonte em vários lançamentos da Veneta e influencia outras editoras do nosso mercado.

Apesar do expressivo espaço temporal até finalmente sair no Brasil, Meu Diário de Nova York passa longe de ser uma obra datada. O pioneirismo da autora reflete-se inclusive em sua mais recente conquista: as três histórias que compõem o volume foram produzidas entre 1993 e 1998, período que, até então, agraciou apenas quadrinistas homens com o Grand Prix d’Angouleme. Florence Cestac, a primeira mulher a ser premiada, teve a honraria concedida em 2000 e, desde então apenas Rumiko Takahashi (2019) e Julie Doucet (2022) foram reconhecidas, totalizando apenas três mulheres em um total de 55 premiados, discrepância que inclusive trouxe crise ao festival em um passado recente.

Mesmo, à primeira vista, parecendo simples, a arte de Doucet tem particularidades interessantes, como o uso constante de sombras e, principalmente, a impressionante quantidade de itens espalhados pelos cenários, fazendo destes ambientes como os livros infantis Onde Está Wally? e a comparação não é à toa: cada item espalhado pelo chão, mesa, sala, quarto, banheiro e etc. está milimetricamente presente em cada um dos quadros da cena, seja uma garrafa de cerveja, colheres, instrumentos de ilustração até os mais interessantes, como discos, livros e quadrinhos, nos colocando cada vez mais antenados com o mundo da autora.

IMAGEM: veneta.com.br

 

Dessa forma, apesar de cada uma de suas histórias sempre apresentar uma desorganização absoluta, o louvável empenho da quadrinista em retratar fielmente cada cena nos deixa, curiosamente, mais à vontade a cada página que avançamos, nos familiarizando e encontrando gostos em comum à sua bagagem cultural. Há quem diga que quadrinhos são, mesmo quando biográficos, ficção e fantasia. Se assim for, a fantasia de Doucet é ela mesma e suas desventuras imersas em sua desorganização organizada.

Apesar do recente lançamento de Time Zone J, a autora havia anunciado sua aposentadoria dos quadrinhos há quase duas décadas. Se o mais recente lançamento representará uma atualização no atual status, é necessário de mais tempo para saber, porém o que já foi feito traz para tudo que veio depois no mundo dos quadrinhos um legado mostrando que é possível alcançar seu espaço na nona arte, não importando seu gênero, origem, condição financeira e formato de publicação. Há uma Julie Doucet em cada um que tenta fazer quadrinhos em sua mesa suja e desorganizada.

Esqueça o luxo, a arte mais trabalhada ou o roteiro complexo, porque nada disso de forma alguma é estritamente necessário. No fim das contas, tudo que Julie precisa é de uma vida conturbada, materiais para desenho encontrados em qualquer papelaria e uma mesa bagunçada. Não fosse assim, não seria ela, não seria verdadeira, não seria honesta.

Meu Diário de Nova York
Julie Doucet (roteiro e arte)
Cris Siqueira (tradução)
Rogério de Campos (diretor editorial)
Rômulo Luis (editor assistente)
Veneta
Capa Cartonada
104 páginas
17 x 24 cm
R$ 44,90
Data de publicação: 06/2022

 

 

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Séries

Crystal Lake | A24 está produzindo uma série prequel de Sexta-Feira 13

Jason vive! A A24 está desenvolvendo com exclusividade para o Peacock, uma série prequel de Sexta-Feira 13. 

Com Bryan Fuller como showrunner, a trama do seriado está sendo mantida em sigilo pelas empresas. 

Entretanto, a história é descrita como um prequel ”inesperado”. 

A história de um antigo homicídio em Crystal Lake não impede que alguns jovens montem um acampamento de verão no bosque. Moradores supersticiosos advertem sobre o ocorrido, mas os instrutores Jack, Alice, Bill, Marcie e Ned prestam pouca atenção aos mais velhos e acabam sendo perseguidos por um assassino brutal.

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Séries

Cristin Milioti entra para o elenco de Pinguim

Informações exclusivas do Deadline revelam que Cristin Milioti entrou para o elenco de Pinguim, série spin-off de Batman que estreia em 2024 no HBO Max. 

A atriz interpretará Sofia Falcone, filha de Carmine Falcone que estará lutando contra o personagem título para controlar o crime organizado de Gotham.

Com produção de  Matt Reeves, a produção será estrelada por Colin Farrell. 

A trama é descrita como similar com Scarface, na qual será centrada em mostrar a ascensão de Oswald Cobblepot como um dos maiores criminosos de Gotham. 

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Séries

Terceira temporada de Stargirl será a última

Foi divulgado por meio da imprensa norte-americana, que a terceira temporada de Stargirl será a última. 

Contudo, a série não ficará sem um final, uma vez que tanto o elenco quanto os membros da produção foram notificados com antecedência sobre o destino da obra, com o objetivo dos roteiristas darem um fim digno para o seriado.  

Originalmente, a série fazia parte do serviço de streaming DC Universe e posteriormente, foi transferida para a CW. 

Stargirl conta a história de Courtney Whitmore, uma jovem que enfrenta os problemas comuns de um adolescente, como impasses escolares e familiares. Entretanto, com a identidade de Stargirl, a jovem se junta à Sociedade da Justiça para combater o crime de Washington.

Para futuras informações a respeito de Stargirl, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema Séries

David Zaslav convidou Kevin Feige para comandar a DC Studios

Antes de James Gunn e Peter Safran, David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, convidou Kevin Feige para comandar a DC Studios. A notícia é do Above the Line.

Feige, que é o atual CEO da Marvel Studios, obviamente recusou o convite uma vez que além de ter seu emprego garantido na  Disney, também é o presidente criativo da Marvel no geral. 

Atualmente, Gunn e Safran estão fazendo um planejamento de 10 anos da DC Studios, que será apresentado para a Warner daqui há 2 meses e para o público em geral, antes da San Diego Comic-Con 2023.