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Consoles Games PC

“Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça” ganha trailer estendido de gameplay, data de lançamento e mais informações

Na noite de hoje, quinta-feira (23), a Sony, em seu evento periódico de apresentação de jogos, o State of Play (diga-se de passagem o primeiro evento da Sony neste ano), apresentou um trailer estendido do aguardado Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça, sequência direta de Batman Arkham Knight e totalmente produzido pela Rocksteady (que produziu toda a saga Arkham).

 

 

Como já demonstrado anteriormente, os jogadores poderão controlar Harley Quinn, Deadshot, Captain Boomerang, e King Shark, e poderão jogar solo ou cooperativo online.

Os jogadores terão que enfrentar uma liga da Justiça corrompida pelo vilão Brainiac para salvar o mundo e foi revelado que jogo receberá atualizações gratuitas de história como “um jogo como serviço”.

O jogo chega no dia 26 de maio para PlayStation 5, Xbox Series X e Series S e PC.

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Cinema

Warner Bros. desenvolve novo filme de O Senhor dos Anéis

Foi anunciado por meio do Deadline, que um novo filme de O Senhor dos Anéis está em desenvolvimento pela Warner Bros. Discovery. 

Com produção da New Line, o longa-metragem expandirá o universo da Terra Média, não se tratando de um remake. 

O novo filme não possui data de lançamento, mas não deve ter ligação com o seriado da Amazon.

O Senhor dos Anéis é uma trilogia de livros de  fantasia escrita pelo escritor britânico J. R. R. Tolkien.  A série foi redigida entre 1937 e 1949, com muitas partes criadas durante a Segunda Guerra Mundial. O Senhor dos Anéis é uma continuação de O Silmarillion e O Hobbit.

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância, para futuras informações sobre O Senhor dos Anéis.

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Consoles Games PC

É oficial, Mortal Kombat 12 é confirmado com lançamento para 2023

A Warner Bros. Discovery confirmou durante uma reunião com investidores, que Mortal Kombat 12 está em desenvolvimento e que chega ainda em 2023. 

Ainda sem mais detalhes, o game será focado para a nova geração de consoles e contará com o retorno de personagens icônicos, além da adição de lutadores inéditos. 

Ainda não há uma data de lançamento exata.

Continuação direta dos dois títulos anteriores, o enredo tem como vilã principal Kronika, uma deusa do tempo que busca apagar Raiden, o deus do trovão e protetor do Plano Terreno, da história do universo. Diz a sinopse de Mortal Kombat 11. 

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Cinema

Sentinela? Steven Yeun fará parte do elenco de Thunderbolts como um personagem importante e crucial para o futuro do MCU

Foi divulgado com exclusividade pelo Deadline, que o ator Steven Yeun entrou para o elenco de Thunderbolts, vindouro filme da Marvel Studios que estreia em 2024 nos cinemas. 

Seu papel está sendo mantido sob sigilo. Contudo, o site afirma que ele será um dos protagonistas do longa-metragem e seu personagem será importante em futuras produções da Marvel Studios. 

Há rumores que o Sentinela estará na produção, sendo o membro ”surpresa” da história. Dada a informação, é plausível que Steven esteja dando vida ao herói na trama. 

Sentinela é Robert Reynolds, um homem com problemas de alcoolismo e psicológicos. O personagem adquiriu seus poderes após experimentos do governo, que acabaram saindo do controle e lhe concederam habilidades sobre-humanas mais do que o esperado.

Thunderbolts estreia em Julho de 2024. 

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Séries

Quinta temporada de Stranger Things deve estrear somente em 2025 na Netflix

As gravações do último ano serão iniciadas no segundo semestre de 2023, e deve se encerrar apenas no início de 2024, dado que além de contar com oito episódios, terá um orçamento cinematográfico. 

Após a conclusão da série principal, será lançado um spin-off  baseado na ideia original dos criadores. 

Depois de seis meses do conflito de Starcourt, a cidade foi tomada por um rastro de terror e destruição. Os efeitos da batalha são sentidos pelo grupo de amigos, que se separam pela primeira vez, enquanto passam por um período turbulento típico da adolescência na escola. Em um momento em que todos estão mais vulneráveis, uma nova ameaça sobrenatural surge. No entanto, o novo mistério pode conter a resposta para acabar com os terrores do Mundo Invertido.
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Cinema

Reed Richards e Sue Storm devem ser pais e mais velhos no MCU

De acordo com Jeff Sneider, jornalista do The Ankler, Reed Rrichards e Sue Storm dvem ser pais no MCU. Em outras palavras, Franklin e Valeria Richards já irão existir no universo 616, dado que eles já foram mencionados de relance na Terra 838.

Além disso, também é mencionado pelo jornalista que os personagens serão mais velhos no Universo Cinematográfico da Marvel, contrariando rumores anteriores que Sue e Reed teriam cerca de 30 anos. Ao que parece, ambos a partir de 40 anos. 

Até o momento, não há atores definidos para ambos os personagens. 

O Quarteto Fantástico é uma equipe de super-heróis de histórias em quadrinhos publicados pela Marvel Comics. O grupo estreou em The Fantastic Four #1 e conta a história de cinco cientistas (sendo um deles, Victor Von Doom) que fizeram uma viagem intergaláctica para explorar melhor o cosmo, mas que acabaram sendo atingidos por uma radiação cósmica que lhe concederam poderes irreversíveis. 

Para futuras informações a respeito do Quarteto Fantástico, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Robert Pattinson reprisará o papel do Batman em Pinguim

Jeff Sneider, jornalista do The Ankler, revelou que Robert Pattinson reprisará o papel do Batman na série do Pinguim, que ainda não possui data de lançamento e será exclusiva do HBO Max.

Informações reveladas anteriormente, afirmavam que o seriado se passará depois do primeiro filme dirigido por Matt Reeves e antes de The Batman Part II. Logo, faz sentido a aparição do Homem-Morcego na produção. 

Recentemente, Robert Pattinson foi visto se alojando em um hotel de Nova York, local das gravações do seriado. 

Colin Farrell reprisará o papel do personagem título. A história será centrada em mostrar o mafioso tomando pose do crime organizado de Gotham após a queda de Carmine Falcone. 

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Consoles Gameplay Games

Novo Mundo Velho – Metroid Prime Remastered (Review)

Em novembro de 2002, a Nintendo e a Retro Studios trouxeram um desafio ambicioso e necessário: Transportar as aventuras da caçadora de recompensas Samus Aran, da franquia Metroid, do 2D para o 3D.

Como se não bastasse, a entrega foi ainda mais audaciosa, a franquia Metroid ganharia uma perspectiva em primeira pessoa, em um jogo de tiro nunca visto antes, revolucionando o que entendíamos como FPS (First Person Shooter, ou tiro em primeira pessoa no bom português) em um mercado crescente mas cada vez mais repetitivo na abordagem e execução.

As especulações eram inúmeras, e muitos fãs, inclusive eu mesmo, questionavam de nariz torcido as decisões de abordagem de uma franquia tão querida, focada na exploração e precursora de um subgênero (o Metroidvania) transportada para um mundo em três dimensões visto todo da perspectiva da própria Samus, a eterna protagonista armadurada de toda a franquia.

O jogo saiu e a resposta foi praticamente unânime, sucesso de vendas (dentro do que podia ser em um console que vendeu tão pouco como o GameCube), de crítica e varreu pra longe todas as desconfianças que restavam sobre aquela adaptação com notas altíssimas e o título de um dos melhores jogos de todos os tempos.

Mais de 20 anos depois, depois do Boom de Metroidvanias no mercado de jogos indies (Como Hollow Knight, Dead Cells, Ori, Blasphemous e muitos outros), que expandiram e mudaram ,ao seu modo, o próprio subgênero, será que Metroid Prime ainda entrega uma experiência satisfatória e não datada em sua versão remasterizada?

Remake ou Remaster?

Muito embora, de fato, o jogo tenha sido remasterizado, com a manutenção de tudo o que estava na base do jogo original, há de se ressalvar que as mudanças feitas para deixar o jogo atual são extremamente relevantes para que ele se estabeleça como um jogo do próprio Nintendo Switch.

Isso porque a própria movimentação da personagem e da câmera não atendiam aos padrões atuais de FPS, ficando muito datados na maneira que foram concebidos em relação aos dias de hoje.

Felizmente, os controles foram adaptados em sua integralidade, com várias opções de controle e câmera disponíveis que agrada desde os saudosistas com os controles clássicos do Game Cube, os de movimentação como no Wii, os que correspondem exatamente a um FPS atual, uma trava de câmera mais amigável e até mesmo a possibilidade de controles híbridos e câmera que podem ser jogados tanto pelos botões do controle como podem fazer uso dos controles de movimento do Switch.

E incrivelmente, isso muda tudo!

Além de perfeitamente fluido em sua movimentação e jogabilidade, o tratamento visual que o jogo ganhou também está muito acima da média.

Apesar de tudo estar no mesmo lugar que sempre esteve, o jogo parece outro de tão lindo.

Todas as texturas foram refeitas e redesenhadas do zero, os inimigos e cenários ganharam mais camadas de complexidade visual.

Os efeitos de iluminação, partículas, sombras, e novos detalhes de vegetação fazem o jogo não ficar atrás de nenhum lançamento atual.

Isso tudo a constantes 60 quadros por segundo sem um engasgo sequer. É o tipo de primor de desempenho que poucos games atuais do console da Nintendo tem.

Na solidão do espaço

Uma das características mais importantes da franquia Metroid, além do foco na aventura e na exploração é, sem dúvidas, o sentimento de solidão em um ambiente completamente hostil, consagrado pelo clássico Super Metroid (uma das maiores joias do Super Nintendo) e o medo de muitos fãs se amparava justamente se este sentimento conseguiria ser transposto para um jogo em terceira dimensão em primeira pessoa.

A Retro Studios, no entanto, mostrou exatamente como se faz e a essência de Metroid está em cada pixel do game.

Desde a ausência de diálogos e poucas cutscenes, com cada cenário contando uma história em meio a ruínas do que já foi um pomposo império galáctico, seja pela descrição de itens e monstros obtidos pelo Scanner, ferramenta disponível desde o começo do jogo, seja pela própria disposição do cenário, pelo tipo de inimigos presentes ou até mesmo pelos chefes que são engenhosos e criativos.

Tudo isso embalado em uma trilha sonora excepcional e marcante, fazendo do jogo uma autêntica experiência Metroid.

A aventura e exploração estão lá, cada cenário pode ter inúmeros segredos, e muitos deles você só terá acesso mais tarde, dependendo dos itens e ferramentas que encontrar.

O carinho que Metroid Prime Remastered recebeu foi visto poucas vezes em remasterizações, cada detalhe da tela teve um novo tratamento e até mesmo o HUD que imita como seria a visão do capacete da Samus, está customizável para o tipo de experiência que você procura, podendo até mesmo serem retiradas todas as informações da tela.

O mapa 3D parece um pouco confuso no começo, mas a medida que o jogo passa se torna cada vez mais intuitivo e se torna uma excelente ferramenta para checar onde você já foi ou onde há uma porta ou entrada ainda não explorada.

Desafio de outro mundo

Pela implementação de novas funcionalidades, como a trava de mira e nova opção de dificuldade casual, Metroid Prime Remastered é consideravelmente mais fácil que o Metroid Prime original em alguns momentos mas em nenhum momento o jogo deixa de ser desafiador e bem recompensante.

Na exploração, após vários minutos perdido em sua exploração, o jogo pode dar eventuais dicas de referência no mapa, sem nunca indicar como acessar aquela região mas apenas informar que há algo fora do normal em tal região, pelos reportes do próprio capacete inteligente, sem tirar a imersão do jogo.

O jogo não pega na sua mão nem quando você morre, relembrando o tempo todo como é importante salvar o seu progresso, que será completamente retornado á última vez que você salvou, não importando se você pegou algum item importante ou derrotou algum chefe: o que permanece após a morte de sua personagem é restrito ao que você salvou ou não.

Não salvou? Vai ter que fazer de novo!

Felizmente, há várias salas de salvamento espalhadas (e algumas até escondidas) pelo mapa, e o famoso backtracking que consiste em sempre voltar a lugares que possuíam partes intransponíveis anteriormente vai ajudando com a familiarização dos mapas que são um primor em level design, tornando toda a experiência muito mais orgânica e intuitiva, deixando o jogo desafiador mas nunca frustrante ou com a sensação de “impossível”.

Como uma caçadora

O sentimentos de aventura, solidão, medo, curiosidade e satisfação em um mundo perigoso que se abre cada vez mais que o jogador explora estão lá pra nenhum fã botar defeito, inclusive, apresentados de maneira elegante e muito bem executada.

É tão gostoso jogar Metroid Prime que as horas passam tranquilamente sem notar, e o jogo não se torna tedioso graças à sua refinada percepção de ritmo.

Há desafios de plataforma, puzzles e até inimigos que irão exigir a sua atenção e até mesmo os momentos em que a Samus se transforma em bola com a famosa habilidade Morph ball, presente em todos os jogos da franquia (forçando o jogo a mudar temporariamente para visão em terceira pessoa) abrem múltiplas possibilidades de abordagem e exploração.

Veredito

É assombroso ver que mesmo após mais de 20 anos Metroid Prime brilha e ofusca tranquilamente jogos do mesmo gênero lançados atualmente.

A cadência, os gráficos, a jogabilidade, nada fica atrás de um jogo moderno, inclusive ainda hoje se sobressai em muito da maioria destes.

Metroid Prime Remastered é a versão definitiva de um dos melhores jogos de todos os tempos e aquisição obrigatória a todos os possuidores do console híbrido da Nintendo.

Pra quem ama a caçadora de recompensas espacial mais famosa da galáxia é um verdadeiro presente ver Metroid Prime brilhar como deveria, em resolução e performance.

Nota: 5/5 (Diamante)

E que venha a próxima aventura!

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Quadrinhos

Universo Ultimate retorna em nova série da Marvel Comics

Foi anunciado através da EW, que a Marvel Comics está trabalhando em uma série dos quadrinhos intitulada de Ultimate Invasion, na qual contará com o retorno do Universo Ultimate nos quadrinhos da editora. 

O foco das histórias será dividido entre o Homem-Aranha (Ultimate) e Maker, versão maligna de Reed Richards. Além disso, a HQ contará com o retorno dos Supremos. 

Jonathan Hickman e Bryan Hitch serão os responsáveis pelas histórias, na quais começarão a ser publicadas em Junho de 2023. 

O universo Ultimate teve início em 2000, com o objetivo de modernizar a Marvel Comics e trazer novos elementos para a empresa que se diferenciassem da Terra 616, considerada a tradicional e principal. 

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Quadrinhos

Suicide Squad: Kill Arkham Asylum vai contar os eventos antes do esperado game da equipe de vilões

A DC Comics anunciou a publicação de Suicide Squad: Kill Arkham Asylum, a história que será o prequel do game Suicide Squad: Kill the Justice League. A minissérie de cinco edições vai apresentar alguns eventos que antecedem a história do game. Cada edição apresentaráum código digital para um item gratuito no jogo. Os assinantes dos planos Anual e Ultra da plataforma DC UNIVERSE INFINITE também vão receber o código de cada edição.

Em Suicide Squad: Kill Arkham Asylum, Amanda Waller assumiu o controle do recém-reconstruído Arkham Asylum, e suas táticas brutais e métodos impiedosos levaram à instalação mais segura que Gotham City já viu. Mas lembre-se que esta é Amanda Waller, e ela sempre tem um ângulo. Arkham faz parte de sua mais recente “saga de recrutamento”, e ela está procurando os internos mais fortes, inteligentes e brutais do asilo para servi-la como novos membros da Força-Tarefa X.


Suicide Squad: Kill Arkham Asylum #1
será escrito por John Layman, arte de Jesús Hervás, Dan Panosian fornece a capa principal, e capas variantes de Ariel Olivetti, Kyle Hotz, Steve Beach e  David Nakayama.

Suicide Squad: Kill Arkham Asylum #1 (de 5) chega às lojas de quadrinhos e plataformas digitais participantes na terça-feira, 30 de maio. Já o game será lançado no dia 26 de maio.