Foi revelado pelo Deadline, que o ator Ryan Gosling está em negociações finais pada interpretar o personagem Ken no filme em live-action da Barbie.
Greta Gerwig e Noah Baumbach serão os roteiristas, com Greta assumindo a direção. A atriz Margot Robbie dará vida a personagem título.
Ken é o par romântico da Barbie, e informações a respeito da trama estão sendo mantidas em sigilo.
EXCLU: After initially passing on the project due to his busy schedule, an opening has gotten Ryan Gosling to pivot as he is in negotiations to star as Ken in WB’s BARBIE pic starring Margot Robbie https://t.co/ueGcjaP4ey
Barbie é uma boneca cuja criação data de 9 de março de 1959 e é produzida pela Mattel. Ela foi criada pela empresária Ruth Handler e foi baseada no brinquedo alemão Bild Lilli.
Para futuras informações a respeito da Barbie, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Com informação do Deadline, o Departamento do Xerife de Santa Fé confirmou na noite de quinta-feira (21) que o ator Alec Baldwin atirou acidentalmente em dois membros no set do vindouro filme de faroeste chamado Rust: Halyna Hutchins (diretora de fotografia) e Joel Souza (diretor).
Hutchins faleceu pouco depois de ser levada para um hospital e Souza permanece em observação.
Um funcionário do Departamento informou que Baldwin foi questionado por investigadores e liberado em seguida.
Um acidente fatal ocorreu nesta quinta-feira (21) durante as filmagens do filme “Rust”.
Houve um disparo acidental de uma arma cenográfica pelo ator Alec Baldwin que atingiu duas pessoas. Uma delas morreu, a diretora de fotografia Halyna Hutchins. pic.twitter.com/PfRnnQ6CtA
Esse não é o primeiro caso de disparo acidental. Em 1984, o ator Jon-Erik Hexum foi morto quando atirou em sua própria cabeça com uma arma carregada. Outro caso famoso foi em 1993 quando Brandon Lee foi atingido por uma bala no set de O Corvo.
Nenhuma prisão ou acusação foi feita até o momento.
Lá pelos idos de 2017, a jovem Larissa Palmieri realizou um dos seus sonhos: publicou sua primeira história em quadrinhos, ela saiu na coletânea Space Opera em Quadrinhos, pela Editora Draco. Ela já andava pelos caminhos dos quadrinhos realizando resenhas no seu blog pessoal e na batalha de uma série de cursos de roteiros.
De lá para cá, foram publicações em editoras e dezenas de histórias importantes, como por exemplo, “Meu corpo, minhas regras” da coletânea Na Quebrada da Editora Draco, a recente adaptação em quadrinhos para Frankenstein de Mary Shelley, recentemente veio a grande notícia em que o quadrinho O Fantasma da Ópera em São Paulo, que tem desenhos de Al Stefano e edição de Daniel Esteves foi aprovado no ProAc Expresso 20/2021 e uma adaptação literária de um famoso livro infanto-juvenil, em parceria com a Fabi Marques e Mario Cau também aponta no horizonte. Ou seja, a musa dos quadrinhos nacionais está com tudo e não está prosa.
Aqui conversamos sobre processo de trabalho nos roteiros, “pitacos” em parcerias e como usar, ou tentar, as redes sociais para promover o próprio trabalho de maneira sadia dentro e/ou fora da nossa bolha. Sem mais delongas, Larissa Palmieri:
1 – O que você está lendo atualmente?
No momento em quadrinhos estou lendo “Terra da Garoa” do Rafael Calça e do Tainan Rocha, além de ter pego umas edições antigas da Revista Animal pra ler também. De livro, estou alternando entre Hellraiser do Clive Baker com o Onze Reis do meu querido amigo Tiago P. Zanetic. Mas preciso urgente terminar o Retrato de Dorian Gray do Oscar Wilde.
2 – Esse ano você lançou a adaptação de Frankenstein da Mary Shelley. Essa obra é muito mais do que uma história de monstros, como muitos consideram e pensam. Como foi trabalhar em cima de um texto tão cheio de camadas, e ainda tentar colocar as suas características nela?
Foi uma responsabilidade enorme. E coincidiu de começarmos esse trabalho junto com a pandemia, então foi um momento muito tenso da vida de todo mundo e o ritmo ficou bem bagunçado. Mas tive a oportunidade de dar um mergulho e eu acabei lendo o livro várias vezes, estudando a vida da Mary Shelley pra entender melhor os subtextos que estavam ali. Mas, de todos os desafios, acho que o maior foi tentar contar essa história de uma forma que fosse acessível para mais idades e que pudesse combinar com o traço do Pedro também. Tive que segurar um pouco meus ímpetos mais violentos de narrativa como costumo fazer sempre essas histórias e foi uma experiência interessante.
3 – Um passarinho contou que você, juntamente com o Mario Cau e a Fabi Marques estão no forno para lançar um novo trabalho. O que podemos esperar? Será que pode adiantar alguma coisa sobre?
Ah, eu acho que dá pra imaginar que é um dos trabalhos mais lindos que fiz até agora. Também posso dizer que essa adaptação literária de um famoso livro infanto-juvenil, com adaptações para série televisiva, é uma saga muito conhecida na língua inglesa, em especial no Canadá. Como autora, foi algo muito diferente de tudo o que já fiz até agora e amei demais navegar por esses estilos.
Lindo spoiler do projeto que terá cores da Fabi Marques e roteiro de Mario Cau.
4 – Já se foram um ano e tanto de pandemia. Isolamento, ficar longe de eventos e pessoas queridas. Isso mexeu com sua forma de escrever ou com as ideias de roteiros que tinha antes do isolamento iniciar?
Estou totalmente “trilili” das ideias como autora. Não consegui fazer nada autoral, do zero, desde julho do ano passado. Acho que além de um contínuo esforço para sobreviver e pagar as contas, a falta de eventos, vida social e passar muito tempo em casa meio que fez os meus estalos criativos fugissem de mim. Sou uma observadora do cotidiano e as pessoas no meu entorno sempre me inspiram demais, ao contrário das minhas paredes.
5 – O caminho para se tornar o roteirista muitas pessoas passam por etapas. Existem cursos, o network é importante e sempre estar escrevendo é essencial. Nem que seja uma ponta de ideia. Qual o melhor caminho para chegar nesse nível de competência sendo uma roteirista inteligente, talentosa, poderosa e cheirosa como você?
(RISOS) Obrigada pelo cheirosa. Bom, eu acho que a coisa mais importante de tudo isso que você citou na pergunta é sentar a bunda na cadeira e escrever e realizar – coisa que não ando fazendo por causa desses tempos tenebrosos, mas geralmente é meu modo padrão. Ainda tenho muito pra construir, é verdade, mas publiquei quase 20 histórias desde 2017 porque meti as caras mesmo. Infelizmente o medo segura o nosso ímpeto de subir os degraus e acho que na maior parte do tempo eu não tive esse sentimento apesar de ser uma pessoa muito surtada e sofrer muito com a síndrome do impostor.
Ainda tenho muitos desafios pra superar, como escrever uma história longa completamente autoral, mas sei que vou chegar lá se tiver os gatilhos certos. E acho que isso vale pra todo mundo, não parar muito pra pensar nos poréns, mas começar a escrever e ir atrás. A sua primeira história será ruim, as próximas serão piores do que as futuras. Mas tem uma frase que eu amo: antes feito que perfeito, e é assim que eu sigo com a minha vida, com o tempo vou lapidando a técnica com a prática. E tem que ter tesão por contar histórias, né?
O Fantasma da Ópera em São Paulo, que tem desenhos de Al Stefano e edição de Daniel Esteves foi aprovado no ProAc Expresso 20/2021.
6 – Você é uma roteirista que caminha entre os dois pontos: ser publicada por uma editora e também pelo fato de ser independente. Hoje temos algumas mídias que sempre serviram para divulgar e atingir o público. Mas com a mudança do Instagram, o algoritmo do Facebook caindo cada vez mais, o Youtube é caixa de surpresa e eu sempre acho que o Twitter é mais para a nossa bolha de alcance, como elevar o trabalho para mais pessoas? Um dos caminhos seria apostar nos blogs pessoais?
Eu sinceramente acho que estou ficando velha. Pois não consigo me adaptar a esse momento louco em que o vídeo para redes sociais está em primeiro lugar, é um pesadelo pensar em ficar gravando coisas pras redes sociais. Dá um trabalho enorme e irá morrer nos próximos cinco minutos. Por isso ainda amo o Twitter, as pessoas pelo menos estão lendo alguma coisa, ainda que vire uma bola de neve de caos e tretas às vezes.
Eu acho que nosso problema com formação de leitores é muito mais profundo e grave, pois competir com as redes sociais é quase uma guerra perdida, além de estarmos neste esgoto do governo atual que vai deixar uma marca profunda de desinformação e abandono. Quem conseguir se adaptar a esses tempos novos se dará muito bem, mas é um desafio e tanto para os quadrinhos, que ainda sofrem um pouco para encontrar um formato que realmente seja um sucesso em telas. Por isso, até cogito trabalhar com audiovisual de alguma forma com séries ou cinema, sem abandonar os quadrinhos, claro. O que importa é contar histórias, sempre.
7 – Como funciona o processo de criação de uma história com você? Tipo você é daquelas pessoas que chega para o desenhista e dá aquele “pitaco”? E também rola o “pitaco” vindo do outro lado?
Eu sou uma pessoa de referências meio inusitadas, como meus próprios sonhos, experiências bizarras de vida, jornalismo policial… Leio menos quadrinhos do que devia, na verdade. Estou sempre mergulhada em outras coisas, como buscas insanas sobre um assunto qualquer na internet. No começo me via mais presa a certas etiquetas de gênero, hoje tenho vontade de contar apenas as minhas histórias de acordo com meu fluxo. E sim, quando se trata da criação do conceito da história, eu adoro fazer isso em parceria com o desenhista. Amo “pitacos” e sou “pitaqueira” também, quando estou em uma parceria boa funciona superbem. Sou uma ótima parceira, faço guia de roteiro, pesquiso fotos pra referências, ajudo a tirar dúvidas e tudo mais, modéstia a parte.
8 – Muitas vezes o trabalho do roteirista é um tanto solitário, é você com sua história e seus personagens. Às vezes é necessário passar para uma outra pessoa ler antes de ir para o editor ou nem todo texto é assim?
Eu sempre preciso de outras opiniões no meu texto. Além da insegurança natural de alguém que não domina todas as ferramentas, tem coisas que você tá tão viciado na sua forma de enxergar a história que escapam à percepção, então tem que ter leituras críticas sim. Felizmente tenho grupos de amigos autores que sempre me ajudam nesse sentido e eu também sempre leio as coisas deles.
9 – Uma das histórias que eu mais gosto sua é “Meu corpo, minhas regras” da coletânea Na Quebrada da Editora Draco. Ela mistura religião, abuso de poder, cyberpunk e um forte discurso feminino. Você uma vez falou da sua experiência com a religião, digamos, mais doutrinadora. Você às vezes se vê com essa “missão”, ou por poder falar com um alcance maior, não somente sobre esses temas, de colocar assuntos tão importantes nos seus roteiros?
Nem é uma coisa que eu racionalizo muito, são só as minhas questões pessoais que eu sinto um impulso inevitável de colocar nas histórias. São muitas das minhas experiências de vida somadas as minhas idealizações, mas não penso muito sobre atingir as pessoas com uma lição de moral ou expondo algo que deve ser denunciado e sim em fazê-las sentirem a jornada com o que conto no roteiro. Algo em mim crê que a transformação acontece mais pelo impacto ao ler uma história do que quando é mais panfletário – não sei se essa é a palavra certa, mas é por aí. É muito o caso de “Meu corpo, minhas regras”, que você citou.
10 – Qual seria o desenhista, ou equipe criativa, que você gostaria muito de trabalhar?
Essa pergunta é TÃO difícil de responder, eu não idealizo demais isso porque a vida sempre me surpreende com possiblidades que eu não imaginei que teria e, sabe como é, um roteirista não pode se dar muito ao luxo de escolher. Eu amo quase todo mundo com quem eu trabalhei até aqui, na real, repetiria várias parcerias.
11 – Qual seria o assunto, ou história, que você gostaria de escrever e não tem nada a ver com você, qual seria?
Eu gostaria muito de fazer um quadrinho histórico sobre o período colonial do Brasil. E talvez um dia me arriscar na comédia, pois é algo completamente fora da minha zona de conforto e ainda não me desafiei nesse sentido.
12 – Quais os projetos da Larissa para a reta final de 2021?
Bom, vem aí uma adaptação literária que ainda não foi anunciada, como disse acima, e também estou trabalhando em uma história mais curta com o querido André Oide, acho que conseguimos lançar a campanha no Catarse na CCPX deste ano.
13 – E se você pudesse voltar no tempo e encontrar a Larissa Palmieri dez anos atrás, o que você diria para ela e o que ela diria para você?
Eu diria para ela: guarde dinheiro e invista em coisas mais sólidas. Cuide da sua saúde. Estude muito. Larga o que não te faz bem e vai atrás dos seus sonhos. Ela diria para mim: Sou sua fã. Você é incrível e corajosa.
Foi divulgado o primeiro trailer oficial de Ambulance, novo filme de ação do cineasta Michael Bay baseado no longa dinamarquês de mesmo nome que chega em Fevereiro de 2022 nos cinemas.
Yahya Abdul-Mateen II e Jake Gyllenhaal protagonizam a obra.
Dois ladrões em fuga da polícia roubam uma ambulância, sem saber que havia uma paramédica e um paciente em condição crítica dentro dela.
Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de Ambulance.
A Netflix liberou o segundo trailer oficial de Alerta Vermelho, longa-metragem de ação e espionagem com Dwayne Johnson, Ryan Reynolds e Gal Gadot no elenco.
O filme é a produção mais cara da Netflix até o momento, custando US$ 130 milhões.
Em Alerta Vermelho, um agente da Interpol (Dwayne Johnson) caça a ladra de artes mais procurada do mundo (Gal Gadot). Nessa missão, ele recebe ajuda de outro vigarista (Ryan Reynolds).
Alerta Vermelho chega em Novembro de 2021 na plataforma de streaming.
A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer oficial de Uncharted: Fora do Mapa, filme que chega em 11 de Fevereiro de 2022 com Tom Holland no papel principal.
No filme, veremos uma versão mais jovem de Nathan Drake, que estará começando sua vida de aventureiro e explorador.
Para futuras informações a respeito de Uncharted: Fora do Mapa, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Nesta quarta-feira (20) a Focus Features lançou o videoclipe de Downtown e contou com a performance de Anya Taylor-Joy. A música está na trilha sonora de Last Nigh in Soho, longa que Anya é protagonista.
“Eloise, uma jovem apaixonada por design de moda e um estranho sexto sentido, é transportada de volta no tempo a Londres de 1966 no corpo de uma icônica cantora de boate da época chamada Sandie. Enquanto está no corpo de Sandie, Eloise começa um relacionamento romântico; mas ela começa a perceber que a vida de Sandie nos anos 60 não é tão glamorosa quanto parece e tanto o passado quanto o presente começam a se desintegrar com consequências terríveis.”
Last Night in Soho chega aos cinemas em 29 de outubro.
A saída de Ruby Rose do elenco de Batwoman sempre foi motivo de vários comentários nas redes sociais e parece que nessa quarta-feira (20) a atriz resolveu expor todo o ambiente tóxico que era o set da série.
Thread – Ruby Rose expôs executivos e atores de #Batwoman.
Caroline Dries, Sarah Schechter, Greg Berlanti e Peter Roth, presidente da WBTV, são citados, pela forma como eles a maltrataram ela e outros durante a primeira temporada de #Batwoman. pic.twitter.com/HMCjyDJby4
Agora foi a vez da Warner Bros. emitir um comunicado para rebater tudo que foi dito pela Ruby. Confira:
Warner Bros responde a las acusaciones de Ruby Rose con este escueto comunicado. En él, afirmam que despidieron a la actriz por "múltiples quejas sobre su comportamiento". #Batwomanpic.twitter.com/DdRPhPnJCk
”Apesar da história revisionista que Ruby Rose está agora compartilhando online voltada para os produtores, elenco e equipe, a rede e o estúdio, a verdade é que a Warner Bros. Television decidiu não exercer sua opção de contratar Ruby para a segunda temporada de Batwoman com base em várias reclamações sobre o comportamento no local de trabalho que foram amplamente revisadas e tratadas em particular por respeito a todos os envolvidos.”
Batwoman já retornou para a exibição de sua terceira temporada.
Atenção, essa matéria contém possíveis spoilers de Batman.
O One Take News revelou novas informações a respeito do vindouro filme Batman, que terá Robert Pattinson no papel central.
De acordo com o site, Bruce Wayne narrará algumas partes do longa-metragem, no qual ele terá uma espécie de diário que ele anotará suas experiências como o Homem-Morcego e seus dramas diários.
Nesta trama, Bruce não será uma figura pública. Veremos o milionário indo no funeral do prefeito de Gotham e essas será uma das poucas vezes na obra que os telespectadores verão Wayne interagindo com o público. É informado, que o personagem estará extremamente focado em sua vida como Batman, recusando a cumprir outros afazeres.
O veículo de comunicação menciona que possivelmente há uma cena em que certos executivos da Indústria Wayne querem conhecer Bruce por meio de Alfred, mas o herói recusa por estar se dedicando a sua vida como vigilante.
Nesta história, Bruce Wayne sofrerá de transtornos mentais, fator herdado de sua mãe. Veremos um flashback de Thomas, seu pai, concorrendo ao cargo de prefeito de Gotham. Com o intuito de manchar a reputação da família Wayne, um jornalista irá desenterrar segredos obscuros de Martha, sua mãe, onde ela passou um tempo internada em uma clínica especializada em pessoas com transtornos mentais.
Neste universo, o Batman não matará. Todavia, ele ficará em uma área cinzenta quanto seus dilemas, deixando seus oponentes em estados deploráveis após combater com os mesmos. Durante a grande batalha final, veremos o Cavaleiro das Trevas se ”drogando” com adrenalina (imagens antigas dos bastidores mostraram que há uma droga sintética em Gotham, mas mais informações não foram reveladas) para não perder a luta contra os capangas do Charada. O vigilante quase mata um dos bandidos, mas é impedido pelo seu código de conduta.
Manifestas de Gotham são contra uma droga chamada Drops, que pela imagem, deduz ser um entorpecente alucinógeno.
Batman será um filme policial que irá explorar o lado detetive de Bruce Wayne. Na trama, uma série de assassinatos estão acontecendo em Gotham ao mesmo tempo que a polícia da cidade está passando por um processo de corrupção. Bruce terá que investigar ambos os casos que estão ligados com o nome de sua família.
A premiere de Eternos aconteceu ontem (18) e as principais reações feitas por críticos de cinema e jornalistas pipocaram na internet. Confira alguns:
A maioria encheu o filme de Chloé Zhao com vários elogios.
#Eternals , wow! A lot to unpack. If Marvel movies are a Venn diagram — variations within that overlap — this movie is off the charts. Hands down the most different of any of their films.
#Eternals is surprising, epic, beautiful yet dense. It takes some big swings, sometimes feels like a DC film (not a criticism), other times feels like no other superhero movie ever. I wish I had a glowing quick reaction to offer you but I’m left with more complex thoughts.
Holy crap – Eternals is a freaking MASTERPIECE!!! Packed with adrenaline right from the start, but also filled with lots of heart & humor! So many MCU firsts!! Your mind will be BLOWN! Nods to comics but a totally unique story. Those end credits are GAME CHANGERS!! #Eternalspic.twitter.com/jKiMJukn4S
Marvel’s #Eternals is spectacularly weird & rich w/ a new MCU mythology that makes it feel separate from everything else. It’s honestly refreshing. There’s a bittersweetness to the film that you feel in its sunset shots – a definite Chloé Zhao touch. It is soulful & thoughtful pic.twitter.com/pIAFAyhJ4D
#Eternals is probably the most shocking and surprising Marvel movie you’ll see. Many twists and turns. Kumail Nanjiani Is hilarious in every scene. As always, stay to the VERY end. pic.twitter.com/Z3Hm6Vxznx
#Eternals is perhaps the most ambitious Marvel movie ever made. But the highest compliment I can pay it is that it’s not a Marvel movie; it’s a Chloé Zhao movie. pic.twitter.com/AzlXjJQXVc
#Eternals is epic in every sense of the word. It's a story that is more massive but simultaneously more down-to-earth than the MCU has ever been. The passion everyone involved had for this movie is present in every scene and it needs to be seen on the biggest screen you can find pic.twitter.com/CyyqPt9dfn
Scott Menzel comparou Eternos com a versão da Liga da Justiça de Zack Snyder.
Eternals is Marvel’s version of Zack Snyder’s Justice League. A film that builds upon a cast of unknown characters and does so with great success. Chloé Zhao direction is superb. Easily one of the best looking Marvel films of all time. Insane post credits scenes too. #Eternalspic.twitter.com/TbZlqPJxGQ
#Eternals flirts with being "just a superhero movie" but (barely) gets by on scale, a few affable actors and some eventual intrugue. At its best, it almost plays like Marvel playing in the DCEU sandbox but coasting on comparatively generic superhero archetypes. pic.twitter.com/Im83hV6sm0
Os Eternos da Marvel Studios apresenta um empolgante novo time de super-heróis no MCU, aliens ancestrais que vivem na Terra em segredo por milhares de anos. Seguindo os eventos de Vingadores: Ultimato, uma tragédia inesperada os força a sair das sombras para se reunir contra os mais antigos inimigos da humanidade, Os Deviantes.
É sabido que Eternos não terá ligação com o Multiverso, mas terá um grande impacto no MCU. Leia aqui. No elenco: Kit Harington, Angelina Jolie, Salma Hayek, Gemma Chan, Kumail Nanjiani, Lauren Ridloff, Lia McHugh e Richard Madden.
Eternos chega aos cinemas em 4 de novembro e o próximo filme será Homem-Aranha: Sem Volta para Casa em dezembro.