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Cinema

Robert Downey Jr. e Matt Damon entram para o elenco de Oppenheimer, novo filme de Christopher Nolan

O Deadline revelou com exclusividade, que os atores Robert Downey Jr. e Matt Damon uniram-se ao elenco de Oppenheimer, novo filme de Christopher Nolan que será produzido e distribuído pela Universal Pictures.

Downey Jr. e Damon irão contracenar com Cillian Murphy e Emily Blunt, que foram anunciados no cast da obra há alguns meses. 

Nolan dirigirá, escreverá e produzirá Oppenheimer, que será exclusivo dos cinemas por uma janela de 100 dias. A sua estreia está prevista para 2023. 

Oppenheimer e a bomba atômica em 90 minutos acompanha a trajetória desse genial cientista e de seu controvertido trabalho, revelando os bastidores da construção da primeira bomba atômica. Diz a sinopse do livro que o filme é inspirado. 

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de Oppenheimer.

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Cinema

O Vampiro Vivo está sedento por sangue | Com referência ao Venom e a outros personagens, Morbius ganha o seu segundo trailer oficial

A Sony Pictures liberou o segundo trailer oficial de Morbius, longa-metragem sobre um dos inimigos clássicos do Homem-Aranha que será tratado como anti-herói.

O elenco do filme é composto por Jared Leto, Matt Smith, Adria Arjona, Tyrese Gibson, Jared Harris, J.K. Simmons, Michael Keaton e Tom Hardy.

O trailer traz menção ao Venom, que assim como Morbius, agora faz parte do MCU. Rhino, Gata Negra, Oscorp e mais também são referenciados. 

História de ação e horror sobre um cientista que, ao tentar achar a cura para uma rara doença no sangue, acidentalmente se transforma em um vampiro vivo, que, embora sinta-se enojado por sua sede de sangue, decide se alimentar de criminosos que ele considera indignos de viverem.

Morbius estreia em Janeiro de 2022. 

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Anime Cultura Japonesa Pagode Japonês

“Fena: Pirate Princess” é uma bela e confusa mistura

A discussão de “piratas vs ninjas” é uma das mais antigas da internet, e já causou horas e horas de acalorados argumentos. Se me perguntarem, acredito que demorou até demais para termos um animê inteiro dedicado a responder esse questionamento.

Fruto de uma parceria entre a Crunchyroll e o Adult Swim, “Fena: Pirate Princess” é um animê original que estreou em Agosto na plataforma de streaming, e foi concluído recentemente com 12 episódios. Animado pelo estúdio Production I.G. e dirigido por Kazuto Nakazawa, o show foi “inspirado por mangás shoujo” e possuía como objetivo “ser uma história de fantasia e romance, que não se preocupa em ser historicamente realista“.

A sinopse e trailer do show, como apresentados pela Crunchyroll, seguem:

Fena Houtman se lembra pouco da sua infância. Orfã e criada como serva em um bordel, sua vida muda quando ela foge para uma ilha de piratas onde descobre a verdade por trás da sua família. Fena sendo a única capaz de desbloquear os segredos da sua família, e com um grupo formidável de piratas na sua cola, ela precisa assumir seu lugar como capitã de sua tripulação de Samurai para uma aventura em alto mar!

Falar de “Fena” é falar de visuais deslumbrantes, e qualquer comentário que diga menos que “espetacular” seria uma mentira. Do início ao fim, fomos presenteados com cenários desenhados a mão, baseados em diversas localidades históricas ao redor do mundo, trazendo uma imersão no tema de “aventura na era das navegações” de fazer inveja para muitos shows populares.

E não só os visuais, mas todas as partes artísticas do animê se mostraram como de alto nível e com uma consistência inacreditável: O design de personagens que deu um charme único para cada uma delas; a trilha e efeitos sonoros que se complementam perfeitamente com os visuais; a escolha e interpretação das vozes, que contou com um elenco de dubladores AAA; a coreografia das cenas de ação, que embora poucas, foram extremamente marcantes… O show se destaca positivamente como sendo um espetáculo técnico.

Visual da cidade de "Shangri-lá", em imagem utilizada na produção de "Fena: Pirate Princess"
“Shangri-lá”, apenas a primeira de muitas paisagens maravilhosas da série (Imagem cedida pela Crunchyroll)

Os problemas começam, porém, quando olhamos para o enredo. “Fena” parece ser uma obra com crise de identidade, que não consegue escolher o que quer ser ou qual rumo deseja tomar, e acaba ficando sem tempo para concluir sua trama quando finalmente se decide (se é que dá pra falar que uma decisão foi tomada).

No início, somos apresentados a um mundo incrível, com personagens de personalidade forte e com toda a parte artística supracitada como base. Terminei o primeiro episódio completamente boquiaberto, pronto para explorar os mares nessa história que parecia estar se moldando para ser uma jornada de auto-realização e de entendimento pessoal. Minha empolgação estava tão pra cima quanto o narizinho da Fena.

Captura de tela do episódio 8 de "Fena: Pirate Princess", mostrando Fena
Narizinho da Fena. É isso, essa é a legenda. (Reprodução: Crunchyroll)

Com o passar dos episódios, mais e mais elementos foram sendo adicionados, sem dar a chance para os anteriores se concretizarem ou serem explicados. Em pouco tempo, a trama já estava completamente perdida, com tantas coisas empilhadas que nenhuma delas conseguiu ser coerente. Acabamos com um monstro de Frankenstein, que juntou retalhos de diversos gêneros e bebeu de diversas fontes, mas não pensou na ética ou na consequência de seus atos. Eles estavam tão preocupados em saber se conseguiam, que não pararam pra pensar se deveriam.

Piadas à parte, a impressão que fica é que de duas, uma: Ou a produção foi muito ambiciosa, e precisava de pelo menos 24 episódios para explorar todos os pontos da salada de frutas que eles fizeram; ou a produção foi muito ingênua, e acreditou que conseguiria fazer sentido das ligações sem pé nem cabeça que inventaram com apenas 12 episódios. Um exemplo claro dessa linha de raciocínio são os próprios samurais que compõem a tripulação. Eles tiveram participações desiguais ao longo da série, e não sei dizer se os menos favorecidos seriam aprofundados se tivéssemos tempo para isso, ou se estavam lá apenas por estar desde o início.

Existe uma linha tênue entre o conceito de “ser misterioso e deixar as coisas no ar puramente pela estética do desconhecido“, e “não fazer absolutamente nenhum sentido“. E, embora consiga ficar no lado certo em alguns momentos, o animê acaba não apenas passando pro outro lado dessa linha em múltiplas ocasiões, como decide correr uma maratona além dela em sua conclusão.

Captura de tela do episódio 7 de "Fena: Pirate Princess", mostrando Fena e uma explosão ao fundo
Representação visual de como foi acompanhar a história do animê (Reprodução: Crunchyroll)

“Fena” não precisava ir tão longe, até porque ninguém estava esperando que fosse. O show precisava escolher se seria uma aventura mais pé-no-chão, focada em descobrir a história e o passado da protagonista, e como ela lidaria com essas descobertas… Ou se seria uma aventura fantástica, onde as personagens fossem apenas os veículos para nos mostrar a magia, que seria o verdadeiro ponto central. São duas visões completamente opostas, e justamente por isso, não funcionam quando unidas. E, pra mim, esse é o maior defeito do animê.

Com um embaraçado de temas, e pouco tempo para desembaraçá-los, “Fena: Pirate Princess” se perde em si mesmo e se torna uma mera experiência visual. Mas que os visuais são lindos, isso não dá pra negar. É um animê que entretê, mas que não possui substância, e por isso, minha nota pessoal e intransferível para ele é 2,5/5,0. Levemente decepcionado com a jornada que nunca me foi prometida, mas que eu achei que iria receber.

O animê está disponível na Crunchyroll, completo em doze episódios, e com legendas em português.

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Séries

Série animada protagonizada por Darth Maul está em desenvolvimento pela Lucasfilm

Foi revelado de forma exclusiva pelo Cinelinx, que a Lucasfilm está trabalhando em uma série animada protagonizada pelo vilão Darth Maul. 

Dee Bradley Baker, Matt Lanter e Sam Witwer estarão de volta ao universo de Star Wars fazendo as vozes de alguns personagens na produção. 

É informado que a trama se passará antes dos eventos de Solo: Uma História Star Wars. É esperado que Paul Bettany retorne como Dryden Vos.

Maul nasceu no planeta Dathomir, sendo filho da mãe Talzin e criado como um Irmão da Noite em Dathomir, antes de ser levado por Darth Sidious como seu aprendiz. Os chifres são a marca registrada de todos os Zabraks e foi vivido por Ray Park.

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito do Darth Maul. 

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Cinema

Planet of the Dead | Zack Snyder dá detalhes sobre o destino de Dieter e futuro de Vanderohe na sequência de Army of the Dead

Em um bate papo realizado com Matthias Schweighöfer no VERO com o intuído de promover o filme Exército de Ladrões: Invasão da Europa, Zack Snyder concedeu novas informações a respeito de Planet of the Dead, continuação de Army of the Dead: Invasão em Las Vegas que até o momento, não possui data de lançamento. 

Snyder comentou, que há três destinos possíveis para Dieter (Matthias): foi morto por Zeus, foi transformado em um Zumbi Alpha por Zeus ou conseguiu negociar de alguma forma com o líder dos zumbis para que a sua vida fosse poupada (há a possibilidade dele ter escapado quando Zeus estava distraído).

Para finalizar, Zack Snyder comentou que após Vanderohe (Omari Hardwick’s) ter sido mordido por um Alpha, o personagem desembarcou no Novo México para procurar pelo ex-agente da CIA (ele estará em Army of the Dead: Lost Vegas, como o principal antagonista vivido pelo astro Christian Slater’s Torrance) que teve uma boa parte da culpa da epidemia Zumbi em Las Vegas. Não foi divulgado se Vanderohe estará procurando o agente como humano ou Zumbi.

Na trama de Army of the Dead: Invasão em Las Vegas, um homem reúne um grupo de mercenários para fazerem suas últimas apostas após um surto zumbi se iniciar em Las Vegas. Com isso, os personagens irão se aventurar numa zona de quarentena ao mesmo tempo que realizam o último grande roubo da história.

Army of the Dead: Invasão em Las Vegas já está disponível na Netflix.

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Séries

Titãs inova em sua terceira temporada e se torna um terror psicológico para os fãs

Polêmica, controversa e volátil, Titãs se encontra em um patamar completamente novo em sua terceira temporada. A série que mostra os side-kicks e jovens heróis se unindo em uma equipe sempre foi alvo de duras críticas por suas adaptações inusitadas e duvidosas. Mas agora em sua nova casa, a HBO Max, a série atinge um patamar surreal: É o pior pecado que qualquer fã pode receber na vida, ter o potencial para se tornar tudo aquilo que poderia ser, e se afundar de maneira extremamente trágica e pavoroso.

Começando pela sua história, que sinceramente… existe? Em treze episódios, todos com uma média de 40 (quarenta) à 50 (cinquenta) minutos, parece que simplesmente apenas 5 minutos de cada um realmente importam, mas, simplesmente não adiciona nada para sua trama. Motivo disso? Não há nada coeso, e seria um desrespeito para qualquer pessoa que trabalho no ramo do audiovisual chamar isso de ‘roteiro’. Aqui, vemos a história sobre um novo vilão está em Gotham após o falecer de Jason Todd, e os Titãs precisam ir até a caótica cidade fazer esse acerto de contas. Como novidade dessa temporada, temos quatro personagens regulares: Blackfire, Tim Drake, Barbara Gordon e Jonathan Crane. Ver esses nomes cria uma expectativa colossal, e ver a forma que foram usados, é de se retalhar todo apreço por essa obra (se é que isso pode ser chamado de obra).

Titans' season 3, episode 10 (9/30/21): How to stream, episode guide, release dates - pennlive.com

Os heróis aqui apresentados são interessantes, e o elenco tem uma ótima química, porém, a falta de desenvolvimento entre eles mata qualquer elogio. Nenhum arco é concreto, quase ninguém se desenvolve de maneira que realmente influencie na história principal, e é tudo esquecível. Barbara Gordon é uma personagem que se cria uma expectativa desde o primeiro episódio, mas tem uma origem completamente horrenda, e quase esquecem que ela é uma personagem fundamental para a trama. Os únicos personagens que realmente conseguem cativar são o Tim Drake, Blackfire e Donna Troy, mas tem um tempo de tela minúsculo. Um ponto a se levar, é o fato de como Donna Troy e Tim Drake funcionaram tão bem, o ponto mais alto dessa temporada. Já os vilões e personagens secundários são… deprimentes. Começando pelo Espantalho, que provavelmente tem a pior versão já vista em qualquer mídia do personagem e um arco sem sentido e sonolento, um Bruce Wayne/Batman que é esquecido e que só cria sub-tramas nunca exploradas, e outros que fazem parecer a fórmula das séries do Arrowverse parecerem boas.

Outros arcos explorados em suas temporadas passadas são quase esquecidas, e quanto lembradas, não são finalizadas. Personagens somem, e pontos criados aqui são desanimadores. O próprio arco da Estelar é completamente uma reciclagem e mal escrito, ou a forma que se desenvolve o arco do Capuz Vermelho, que vai e volta em literalmente todo episódio. O próprio mistério que deveria perpetuar na temporada é revelado logo no início, e isso deixa maçante a forma em que se encaminha a história.

DC's Titans Season 3 Episode 2 "Red Hood" Recap & Review - Mama's Geeky

O fato aqui é, o roteiro não sabe o que quer ser, e não tem um rumo para tomar. Vemos histórias sendo colocadas em todos os episódios e esquecidas, personagens desnecessários, e mais coisas que deveriam servir no futuro, mas apenas são vazios. E também, inúmeras decisões criativas são tudo, menos criativas. A construção desse mundo desrespeita completamente o universo DC e principalmente o mundo do Batman (assim como o personagem) – aqui temos vários momentos em que se envolve o poço de Lázaro, e é ridículo em todos os momentos. Não há outra palavra para descrever, é ridículo. Nós não nos aprofundamos em como Lex Luthor não se preocupou em perder o Superboy, apenas temos a discussão sobre o Mutano se transformar em outros animais nos episódios finais, toda a trama da Ravena é inútil, e apenas Donna Troy e Dick Grayson realmente tem um aprofundamento um pouco descente.

Em seus detalhes técnicos não se há muito o que comentar, trilhas-sonoras que funcionam, mas são esquecíveis. Sua fotografia consegue por alguns momentos ser mais bonita que de suas outras temporadas, mas ainda usa uma paleta de cores muito esquisita. Mas o seu CGI… Mesmo com seu orçamento aumentando muito, há cenas que é de se gargalhar a maneira em que é malfeito. Muitas cenas dentro de veículos vemos que o CGI tem algum problema e o fundo fica travado, momentos em que parece não estar até finalizado. Sua cenografia por outro lado é bonita, junta com os seus figurinos.

Will Raven Be In Season 3 of 'Titans'?

Falando em uma maneira mais pessoal do que crítica, a minha pessoa era apaixonado nessa série, por mais que com muitos defeitos em suas temporadas interiores, a história envolvia e divertia muito, era defensável a maneira que era feita a adaptação aqui. Mas depois de toda essa expectativa que tudo ficaria melhor, e ver que essa temporada em todo episódio era uma sensação de náusea e melancolia. O provérbio “rir para não chorar” nunca foi tão real.

‘Titans’ finaliza sua terceira temporada com um feito histórico, ela se torna uma das piores séries (e obras) que a DC já produziu, e provavelmente a pior temporada que a HBO Max já fez em toda a sua história. Ver cada episódio e ver o quão desajustado isso é, se torna árdua a ideia de que o seu orçamento foi de uma série à níveis de enormes como ‘O Mandaloriano’. Quando vemos o seu spin-off, ‘Patrulha do Destino’, se tornando uma das melhores coisas da história audiovisual da editora, vemos o verdadeiro problema dos heróis: Eles não são feitos com coração, e com toda certeza, nem com mente. E também, comparada com ‘Superman & Lois’, ‘Stargirl’, é difícil aceitar que essa temporada foi real. Se existe uma palavra que faça um resumo, ela é frustação.

Nota: 0,5/5 – Bronze

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Cinema

Chris Pratt dará voz ao Garfield em novo longa-metragem cinematográfico, veja a primeira imagem

Foi revelado com exclusividade pelo The Hollywood Reporter, que o ator e comediante Chris Pratt dará voz ao famoso gato Garfield em um novo longa-metragem cinematográfico, que até o momento não possui data de lançamento. 

A distribuição e produção será da Sony Pictures Animation. David Reynolds ficará encarregado do roteiro, enquanto Mark Dindal  dirigirá a obra. 

Detalhes a respeito da história estão sendo mantidos sob sigilo. 

Garfield surgiu em 1978 por meio de tirinhas de jornais criadas por  Jim Davis. O famoso felino de cor alaranjada mora com o humano  Jon Arbuckle e seu cachorro Odie. Sua principal característica, é ser preguiçoso e amar lasanha. 

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de Garfield. 

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Quadrinhos

O Reinado de Carcosa, da Editora Draco, está em campanha no Catarse

A coleção Legado de Cthulhu, também conhecida como Trilogia das Cores, da Editora Draco, composta por O Rei Amarelo em Quadrinhos, O Despertar de Cthulhu em Quadrinhos e Demônios da Goetia em Quadrinhos, vai ganhar uma continuidade, a editora iniciou a campanha de financiamento coletivo para O Reinado de Carcosa.

O Reinado de Carcosa conta a história da jovem Cássia, que busca fazer as pazes com sua ex-namorada Camila Nuit. Porém, ao aceitar o convite para ver a estreia da peça que dá nome ao quadrinho, a inteligente aspirante a escritora é levada por um labirinto de narrativas perturbadoras. A cada causo ambientado em Carcosa ou dominado pela monarquia amarela, mais a sua sanidade arranha as paredes do crânio para escapar.

 

A trama foi inspirada no universo do livro O Rei Amarelo, de Robert W. Chambers. Obra admirada pelo escritor H. P. Lovecraft e uma das pedras fundamentais do horror cósmico. É referência não só na literatura, mas em obras como a série True Detective, o RPG O Chamado de Cthulhu e a HQ O Rei Amarelo em Quadrinhos.

A história é ambientada na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte e tem roteiro de Marcos Guerra e desenhos de Will Silva.

O Reinado de Carcosa tem formato 17 x 24 cm, 86 páginas, papel couchê e capa cartonada com orelhas. Para saber mais sobre a campanha, valores, recompensas e claro para apoiar, clique AQUI.

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Cinema Séries

Jim Carey supostamente interpretará M.O.D.O.K. em diversos projetos em live-action da Marvel Studios

De acordo com informações do MCU Direct, o ator e comediante Jim Carrey supostamente assinou com a Marvel Studios para viver o vilão M.O.D.O.K. em diversos projetos do MCU, que incluem filme, séries e possivelmente especiais e curtas-metragens. 

O curioso, é que Carrey já foi cotado para interpretar outro personagem importante no Universo Cinematográfico da Marvel. Na época do desenvolvimento de Guardiões da Galáxia, Jim junto de Adam Sandler estavam sendo sondados para o papel de Rocket Raccoon, que acabou ficando com Bradley Cooper. 

Originalmente, a Marvel Studios introduziria o vilão em Homem-Formiga 3 ao lado do Quarteto Fantástico (clique aqui para mais informações). Posteriormente, os planos foram alterados. 

Antes um ser humano comum, George Tarleton foi forçado a se tornar uma cobaia humana, sendo posteriormente transformado no M.O.D.O.K.. Chamando a si mesmo de O Cientista Supremo e usando seu vasto intelecto e poderes psiônicos, aniquilou todos os envolvidos na experiência que o criou.

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Cinema

Com cenas inéditas e diversos easter eggs, Morbius ganha featurette anunciando novo trailer para amanhã

O Fandango divulgou um novo featurette de Morbius, no qual mostra inúmeras cenas inéditas, easter eggs e anuncia que o seu segundo trailer oficial será liberado amanhã (02/11/2021). 

Um dos personagens mais fascinantes da Marvel chega às telas. O vencedor do Oscar Jared Leto se transforma no enigmático anti-herói, Michael Morbius. Com uma rara doença no sangue, e determinado a salvar outras pessoas com esse mesmo destino, Dr. Morbius tenta uma aposta extrema. O que antes parecia um grande sucesso se revelou como uma solução pior que a doença.

Para futuras informações a respeito de Morbius, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.