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Análise | Assassin’s Creed Syndicate – Rumo a Londres

De forma sutil, a Ubisoft fez o que não havia conseguido desde seu segundo jogo da franquia. A evolução que vemos quando comparamos Unity com Syndicate é quase como a que vimos com Ezio e Altair há cerca de 8 anos, jogabilidade e definições mais bem trabalhadas, além da adição e reparação nos termos técnicos onde o jogo se transforma em algo realmente “novo”.

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Não podemos negar que enquanto pulamos, saltamos, e enfrentamos templários, identificamos elementos que nos rementem a uma fase específica de Assassin’s Creed, a necessidade de conquistar bases para liberar uma área específica, e um inventor meio alucinado que cria e melhora algumas de nossas armas, nós traz a lembrança de algo já visto. Dessa forma a empresa nos apresentou um produto que já havíamos experimentado e aprovado, tudo funcionando perfeitamente. Se em 2014 a Ubisfot não conseguiu marcar sua entrada na nova geração de consoles de forma épica, em 2015 eles conseguiram reviver uma franquia que cada vez mais se tornava monótona e que estava fazendo seus fãs ficarem um tanto quanto decepcionados.

Em Syndicate seguimos a história dos gêmeos Jacob e Evie Frye, filhos de um grande mestre assassino que morreu enquanto tentava libertar o mundo dos templários. Cansados de seguir ordens de seus superiores, que julgavam não os levarem a nenhum resultado satisfatório, partem com destino a uma Londres vitoriana, no ápice da Revolução Industrial, com o objetivo de livrar a cidade dos templários que passaram a comandar vários setores da economia, política e da sociedade. Dessa vez a grande mente por trás de tudo isso é o excêntrico Crawford Starrick, que controla desde a alta cúpula do governo ao mais baixo e asqueroso muquifo.

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Ao decorrer do gameplay a história ramifica-se com emoções e diversões quase opostas. Criticada por não trazer personagens empolgantes, os fãs de Assassin’s Creed podem encontrar personalidades profundas o suficiente para agradar o público. Foi um dos elementos mais importantes para deixar qualquer um apaixonado pelo jogo. Com exceção de partes específicas, como na introdução onde jogamos obrigatoriamente com um e com outro, podemos escolher livremente entre os personagens.

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Enquanto Jacob nos leva com sua personalidade explosiva e um tanto quanto violenta, a conflitos corpo a corpo, e ao submundo de Londres, Evie com sua personalidade mais serena e elegante, age de maneira mais stealth e estratégica, seguindo assim alguns dos princípios básicos da irmandade. Isto coloca-nos diante de duas personalidades distintas e bem trabalhadas, quer seja através de diálogos, através das missões especificas com objetivos secundários, ou até mesmo durante toda a narrativa. Dessa forma criamos laços com determinado personagem, que acaba por influenciar o nosso modo de jogo.

A partir da chegada em Londres podemos começar a percorrer toda a cidade, descobrindo pontos turísticos, lutar pelo controle de bairros, e perseguir e realizar os mais variados assassinatos. Esta sensação de liberdade e controle da experiência incrivelmente gratificante. Não existem restrições na exploração dos locais ou missões, tudo depende da forma como o jogador quer conhecer Londres.

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A Ubisoft realizou um excelente trabalho, principalmente na reconstrução visual da cidade e principalmente na reconstituição da era da Revolução Industrial. Os gráficos em Syndicate estão muito bem finalizados. O brilho e beleza da cidade chega a variar mediante o local, o tempo e hora do dia, seja de noite ou de dia, seja durante uma chuva forte ou um sol escaldante.

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Claro que são encontradas algumas falhas, mas nada que se compare aos bugs encontrados em Unity. Em locais com maior densidade de elementos, ou quando a ação acelera, é visível uma ligeira instabilidade a nível de framerate, são na verdade problemas mínimos se levarmos em conta a escala em que o jogo se encontra, e a performance permanece constante e simplesmente perfeita do início ao fim, sem qualquer problema na fluidez dos gráficos e jogabilidade.

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Syndicate melhorou muita coisa, a ausência de multi-jogador foi um ponto que trouxe uma certa felicidade pois sem essa manobra pra prolongar a vida útil do jogo, a equipe teve que compensar em jogabilidade e na valorização do produto, tendo uma experiência de jogo fluída e coesa.

Trazendo algumas mudanças significativas para Assassin’s Creed, Syndicate nos apresenta como novo equipamento, o arpão, que permiti ao jogador uma movimentação muito mais ágil, diminuindo a necessidade de escalar grandes altitudes, o que gastava muito tempo e paciência, ainda por cima nos permite escapar de situações difíceis, uma aquisição ala Batman Arkham. E a naturalidade de movimentos combinados, como o uso do arpão com a tirolesa e o parkour característico de Assassin’s Creed, faz com que as viagens rápidas não sejam tão importantes como antes.
Outra opção de viajem é pegar uma carruagem “emprestada” e guia-lá pelas ruas de Londres. O controle dos veículos não é nem um pouco notável, mas em não desaponta de forma geral, além de poder ser aprimorado ao decorrer do jogo.

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O sistema de combate e furtividade traz várias novidades. Combos de golpes, contra-ataques e esquivas, finalizações sangrentas, e usar vários tipos de armas, são figurinhas carimbadas durante toda a franquia e não poderia faltar em Syndicate
Conforme o jogo é progredido, você pode adquirir novas armas que são compartilhadas entre os personagens, além de trajes e habilidades próprias de cada um. As habilidades devem ser adquiridas através dos pontos de experiencia, que são distribuídos individualmente entre os protagonistas, já o dinheiro é compartilhado, assim como as habilidades da gangue.

VEREDITO

A Londres vitoriana torna-se desde o início o principal personagem no jogo, além de ser o cenário para os acontecimentos de um dos melhores Assassin`s Creed dos últimos tempos.

Apesar de alguns problemas técnicos já mencionados, algo que se têm como característica nos lançamentos da série, não há duvida em afirmar que Syndicate é o título mais divertido depois de muito tempo, principalmente por conta da jogabilidade e combate mais refinados. Além de corrigir as principais falhas de Unity, Syndicate dá um passo em frente para se distanciar da situação em que Assassin´s Creed se encontrava anteriormente. A Ubisoft esta seguindo na direcção certa, e qualquer fã que respeite a franquia saberá que Syndicate funciona muito bem.

PONTOS POSITIVOS

  • A cidade de Londres

  • Os gêmeos

  • Mecânicas novas

  • Gerenciamento de habilidades

  • Ausência de multi-player

PONTOS NEGATIVOS

  • Bugs e IA

  • Controles imprecisos

  • Jogabilidade de veículos

  • Inimigos repetitivos

 

NOTA FINAL: 9

Assassin’s Creed: Syndicate está disponível nas versões para PlayStation 4, Xbox One e PC. A versão testada foi a de Xbox One.

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Playlist | Deep Purple – 30: The Very Best Of

Capa do CD Deep Purple 30: Very Best OfQuem nunca ouviu falar de “Smoke On The Water”? Talvez pelo nome você não consiga identificar mas se escutar os primeiros 5 segundos da música, vai matar na hora. Composta por uma das bandas mais influentes da história do hard rock/progressive rock, o Deep Purple, esse é somente um dos vários hits da banda que fazem parte desta coletânea especial. Entre outras, neste álbum fulguram: “Hush”, “Burn”, “Black Night”, “Speed King”, “Highway Star” (que fez parte da trilha sonora do jogo Rock’n’Roll Racing para SNes) e “Perfect Stranger”. Fica aí uma excelente dica de trilha sonora para o resto da semana.

História da Banda:

Pra quem não conhece, o Purple é uma banda inglesa formada em 68, quando o ex-baterista da banda Searchers, Chris Curtis, entrou em contato com o empresário Tony Edwards, perguntando se ele poderia agenciar uma banda que o primeiro estava montando, chamada inicialmente de Roundabout. O primeiro músico chamado para integrar o grupo foi o gênio Jon Lord, organista clássico, que foi seguido de um dos maiores guitarristas da história do rock’n’roll, Ritchie Blackmore. Logo depois, devido a alguns problemas, Curtis deixou a banda, mas Ritchie e Jon mantiveram o projeto, mantendo Tony como seu empresário.

Lord indicou, para o baixo, um amigo seu, Nick Simper, com quem já tinha tocado em outro projeto. Logo depois, abriram audições para cantor e baterista. A primeira opção para a bateria seria Bobby Woodman, mas quando Rod Evans veio para as audições de cantor, trouxe consigo o jovem baterista Ian Paice, que tocava ao seu lado na banda Maze. Blackmore já o havia visto tocar antes, em turnês pela Alemanha, e ficou impressionado com a maneira que ele tocava, à época com apenas 18 anos. Enquanto Woodman estava fumando, do lado de fora do estúdio, Blackmore conseguiu uma rápida audição para Paice, o que convenceu os outros integrantes a mantê-lo no grupo.  Pronto, estava formado o primeiro line-up da banda que se tornaria uma lenda do rock britânico. Porém, no início da década de 70, a banda decide fazer uma mudança no estilo de som mas Simper e Rod não concordaram muito com a idéia. Deixando a banda, foram substituídos pelo grante vocalista Ian Gillan e o excelente baixista Roger Glover, que foi mantido no grupo por insistência de Paice. Pronto, o segundo e mais explosivo line-up (na minha opinião, a melhor fase da banda) estava formado. Foi com essa formação que lançaram o fenomenal ‘In Rock’ e explodiram. Porém (sempre tem um porém), em 73, após uma forte tensão entre Blackmore, Gillan e Glover; Gillan e Glover deixam a banda.

Diante disso, os três membros restantes começaram a procurar por novos integrantes quando se deparam com o baixista/vocalista Glenn Hughes, ex-Trapeze. Com Hughes contratado, a banda continuou em um debate se mantinham-se como um quarteto, com Hughes como baixista/vocalista, enquanto deixavam abertas as audiências para um co-vocalista. Foi quando Blackmore se depara com David Coverdale. Este line-up continuou durante o ano de 74 e gravou o disco “Burn”, um sucesso estrondoso. Logo depois, no fim de 74, lançaram o álbum “Stormbringer”, o qual Ritchie Blackmore não gostou muito. Como conseqüência disto, deixou a banda para formar a sua própria, junto com Ronnie James Dio: o Rainbow.

Deep Purple Guitar: Ritchie Blackmore
Ritchie Blackmore, na época do Deep Purple

Com a saída de Blackmore, se abriu uma lacuna imensa dentro do grupo que eles teriam que preencher, o que levou a vários experimentos com outros guitarristas. Durante essa fase passaram pelo Purple: Clem Clempson, Zal Cleminson, Mick Ronson, Rory Gallagher e por fim Tommy Bolin, que permaneceu por um tempo. Essa formação não durou muito, com um episódio curioso: em um show os fãs vaiaram Tommy por sua incapacidade de realizar solos com a destreza de Ritchie Blackmore. Em 76, a banda se desfaria e manteria um longo tempo sem se reunir novamente, pois cada um dos integrantes foram cuidar de projetos solos como o Whitesnake e Rainbow.

Em abril de 1984, após um intervalo de oito anos sem se apresentarem, uma “reunion” com a formação clássica (Gillan, Lord, Blackmore, Paice e Glover) estourou e assinaram com a PolyGram para a gravação de “Perfect Stranger”. O álbum, como era de se esperar, foi um sucesso. Mas as rusgas entre Gillan e Blackmore começaram novamente, e Gillan sai novamente. Devido a contratos e a agenda já cheia, eles correm para substituí-lo e abrem novamente mais audições e, após vários testes, econtram Joe Lyn Turner, ex-Rainbow. Com essa formação, gravaram um disco, “Slaves & Masters” e saíram em turnê.

Não alcançando o sucesso esperado, e o aniversário da banda se aproximando, após receberem várias críticas negativas dos fãs, a gravadora e os outros membros exigem a volta de Gillan para o aniversário da banda. A princípio, Blackmore se opõe, mas após receber em sua conta a quantia de 250,000 dólares(rumor não comprovado), ele aceita e a formação clássica retorna para a gravação especial de “The Battle Rages On…”. Gillan refaz muito do material que havia sido escrito em conjunto com Turner, o que não agrada muito a Blackmore(de novo), que alega não fazer sentido harmônico as mudanças propostas por Gillan, o que reacende as “chamas da discórdia” e, durante uma bem sucedida turnê européia, em 1993, Ritchie Blackmore abandona a banda durante um show em Helsinki, na Finlândia. Para substituí-lo pelo resto da turnê, o Purple chama Joe Satriani. Ao fim da turnê, tentaram contratá-lo, mas o contrato de Joe Satriani com a Epic Records já prevenia isso. Sem outra saída, eles procuram outro guitarrista e encontram Steve Morse, ex-Kansas, que está no line-up até hoje. Em 2010 sai Jon Lord, e entra Don Airey. O line-up está hoje da seguinte forma:

Steve Morse – guitarra

Ian Paice – bateria, percussão

Ian Gillan – vocais, harmônica, percussão

Roger Glover – baixo

Don Airey – órgão, teclados.

Bem esta é uma breve história sobre uma das bandas mais conceituadas da história do rock, e está bastante resumida. A banda ainda está na ativa e em 2013 lançaram um novo álbum intitulado “Now What?!”.

Músicas:

Edição Single

1. “Hush (30th anniversary remaster)” Joe South 1968 – Shades of Deep Purple 4:28
2. “Black Night” (single version remaster) 1970 – Black Night single 3:29
3. “Speed King” (single version) 1970 – Deep Purple in Rock 4:27
4. “Child in Time” (single edit) 1970 – Deep Purple in Rock 4:15
5. “Strange Kind of Woman” (single version) 1971 – Fireball 3:53
6. “Fireball” 1971 – Fireball 3:26
7. “Demon’s Eye” 1971 – Fireball 5:19
8. “Smoke on The Water” (25th anniversary remaster) 1972 – Machine Head 5:43
9. “Highway Star” (’97 remix) 1972 – Machine Head 6:32
10. “When a Blind Man Cries” (’97 remix) 1972 – Never Before single 3:31
11. “Never Before” (single edit) 1972 – Machine Head 3:30
12. “Woman from Tokyo” (single edit) 1973 – Who Do We Think We Are 2:47
13. “Burn” (single edit) David Coverdale, Blackmore, Lord, Paice 1974 – Burn 4:33
14. “Stormbringer” Blackmore, Coverdale 1974 – Stormbringer 4:07
15. “You Keep on Moving” (single edit) Coverdale, Glenn Hughes 1975 – Come Taste The Band 4:30
16. “Perfect Strangers” (single edit) Blackmore, Gillan, Glover 1984 – Perfect Strangers 4:16
17. “Vavoom: Ted the Mechanic” Gillan, Steve Morse, Glover, Lord, Paice 1996 – Purpendicular 4:19
18. “Any Fule Kno That” Gillan, Morse, Glover, Lord, Paice 1998 – Abandon 4:27

Edição CD Duplo

Disco 1

Title Writer(s) Original Album Length
1. “Hush” Joe South 1968 – Shades of Deep Purple 4:28
2. “Mandrake Root” Rod Evans, Blackmore, Lord 1968 – Shades of Deep Purple 6:11
3. “Kentucky Woman” Neil Diamond 1968 – The Book of Taliesyn 4:43
4. “Wring That Neck” Blackmore, Nick Simper, Lord, Paice 1968 – The Book of Taliesyn 5:14
5. “The Bird Has Flown” Evans, Blackmore, Lord single b-side version 2:54
6. “Emmaretta” Evans, Blackmore, Lord single 3:00
7. “Hallelujah” Roger Greenaway, Roger Cook single 3:43
8. “Black Night” single 3:29
9. “Speed King” 1970 – Deep Purple in Rock 5:53
10. “Bloodsucker” 1970 – Deep Purple in Rock 4:13
11. “Child in Time” 1970 – Deep Purple in Rock 10:17
12. “Strange Kind of Woman” single (UK) and 1971 – Fireball (USA) 3:53
13. “Fireball” 1971 – Fireball 3:26
14. “Demon’s Eye” 1971 – Fireball 5:19
15. “When a Blind Man Cries” single b-side 3:31

Disco 2

1. “Highway Star” 1972 – Machine Head 6:32
2. “Smoke on The Water” 1972 – Machine Head 5:43
3. “Never Before” 1972 – Machine Head 4:01
4. “Woman from Tokyo” 1973 – Who Do We Think We Are 5:51
5. “Burn” David Coverdale, Blackmore, Lord, Paice 1974 – Burn 6:03
6. “Might Just Take Your Life” Blackmore, Coverdale, Lord, Paice 1974 – Burn 4:39
7. “Stormbringer” Blackmore, Coverdale 1974 – Stormbringer 4:07
8. “You Keep on Moving” Coverdale, Glenn Hughes 1975 – Come Taste the Band 5:19
9. “Perfect Strangers” Blackmore, Gillan, Glover 1984 – Perfect Strangers 5:21
10. “Knockin at Your Back Door” Gillan, Blackmore, Glover 1984 – Perfect Strangers 7:03
11. “King of Dreams” Joe Lynn Turner, Blackmore, Glover 1990 – Slaves & Masters 5:29
12. “Ted the Mechanic” Gillan, Steve Morse, Glover, Lord, Paice 1996 – Purpendicular 4:19
13. “Any Fule Kno That” Gillan, Morse, Glover, Lord, Paice 1998 – Abandon 4:27
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Entretenimento Música

Creedence Clearwater volta ao Brasil

A banda Creedence Clearwater Revisited voltará ao Brasil em novembro deste ano, para quatro apresentações. O projeto REVISITED foi iniciado por Stu Cook e Doug “Cosmo” Clifford, hall of famers do Rock and Roll mundial, logo após serem indicados para o Hall da Fama em 1995, dando mais uma vez a oportunidade de novos fãs conhecerem o trabalho dos músicos que tocou e ainda toca gerações de fãs.

O quinteto Stu Cook, Doug Cosmo Clifford, Jhon Tristao, Kurt Griffey e Steve Gunner trazem para seu show clássicos como “Have You Ever Seen The Rain“, “Proud Mary“, “Bad Moon Rising” e “I Put a Spell on You”. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos pelo Blueticket (BH e Vitória) ou Ingresso Rápido (Porto Alegre e São Paulo) e os preços variam entre R$ 115,00(para meia-entrada) e R$ 400,00. Abaixo, seguem as datas e os locais dos shows:

4 de Novembro Vitoria/ES – Arena Vitoria
5 de Novembro Porto Alegre/RS – Teatro Araújo Viana
6 de Novembro São Paulo/SP – HSBC Brasil
8 de Novembro Belo Horizonte/MG – Só Marcas

 

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Cinema

Novas imagens do Esquadrão Suicida

A ultima edição da Empire Magazine revelou novas imagens do filme do Esquadrão Suicida. Entre as fotos, o destaque é a cena que revela a origem da Arlequina (Margot Robbie) e a sua relação com o Coringa (Jared Leto).

Confira as fotos:

Esquadrão Suicida tem sua estreia prevista para o dia 5 de agosto de 2016 nos EUA. 

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Cinema

Ataque dos Titãs Parte 2 | Cena Inédita do filme

A série de mangás aclamada pelo público, Ataque do Titãs, ganhou há pouco tempo sua versão em live-action. A versão foi divida em duas partes e agora o filme liberou uma cena inédita contendo diálogos e informações sobre sua segunda parte.

Ataque dos Titãs conta a história de três jovens, Eren, Mikasa e Armin que vivem em um mundo pós-apocalíptico. Os três lutam por sobrevivência desde que um titã colossal destruiu uma de suas muralhas e abriu um rombo onde titãs entraram e atacaram os seus habitantes. O mangá ainda está sendo publicado no Japão e no Brasil, pela Panini Comics.

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Séries

Ash vs Evil Dead | Confira os primeiros minutos da série

Ash vs Evil Dead exibiu recentemente os seus primeiros minutos. Incialmente o projeto foi anunciado na San Diego Comic Con 2014, um dos maiores eventos de cultura pop no mundo.

A série irá trazer algo inédito para a mídia televisiva; o clássico Evil Dead. O episódio piloto será produzido por Sam Raimi, diretor da primeira trilogia de Homem-Aranha e do próprio The Evil Dead, entre outros filmes. O piloto será exibido simultaneamente entre os canais Fox e Starz no dia 31 de outubro.

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Cinema

O Regresso ganha seu primeiro pôster

O Regresso, filme dirigido pelo vencedor do Oscar 2014 Alejandro González Iñárritu (Birdman)ganhou seu primeiro pôster recentemente sendo este surpreendente para todos por apresentar apenas uma leve paisagem sem nenhum personagem.

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A narrativa conta a história de um guarda de fronteira que é abandonado pelos seus colegas de trabalho após um ataque de um animal selvagem. Sobrevivendo ao terrível acontecimento, o guarda anseia por vingança. O longa será uma adaptação do romance escrito por Michael Punke e terá seu elenco composto por Leonardo DiCaprio e Tom Hardy.

O Regresso estreia dia 25 de dezembro nos cinemas norte-americanos.

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Crítica | Humans (Piloto)

Humans vem trazendo uma premissa já conhecida pelo público, mas convence em nos mostrar um caminho totalmente diferente do que vimos em produções Hollywoodianas. Um ponto interessante a se notar que esse futuro na série não está assim tão distante para nós no final de 2015. Só dar uma goggleada na intranet que veremos inúmeros casos de invenções robóticas que carregam características humanas e seus criadores (ou podemos chamá-los de pais?) prometem grandes revoluções com seus projetos em quaisquer ramos. Anteontem mesmo eu vi um vídeo de um pequeno robô andando de bicicleta tão bem quanto qualquer humano e ainda dava tchau para as pessoas que estavam passando no local. Agora dá para acreditar que esse futuro está quase na esquina certo? cof cof Skynet is coming cof cof 

O Piloto foi bastante esclarecedor em nos explicar como essa realidade funciona com os Synth. Mas afinal, o que são esses Synth? São androides com tamanha semelhança com os humanos, que caso você esbarre na rua, nem saberia reconhecê-lo como um robô e as pessoas os olham como total sonho de consumo. Quem nunca queria um robô para fazer suas tarefas, enquanto você ficava relaxando? Pois é. O conceito deles é exatamente esse. Três plots são desenvolvidos nesse episódio, onde conhecemos alguns desses seres que seguiram um caminho diferente do habitual. Eles pensam.

Fomos apresentados a uma família (com sotaque maravilhoso, diga-se de passagem) onde a matriarca da mesma se encontra num estado atual de desgaste emocional. Com a intenção de melhorar a situação com a esposa, o marido compra um Synth. Quem achou que ia melhorar, se enganou profundamente. Após a androide ser nomeada como Anita, toda a família percebeu que ela não era comum. Tinha algo diferente nela. Algo bastante humano, mas não só aparência. Em seu interior. Esse plot se liga totalmente ao segundo, pelo fato dela ter feito parte de um grupo com outros androides com a mesma capacidade dela e eram liderados pelo humano Leo. Além disso, tem os flashes que Anita se relembra de vez em quando. Trazendo um certo mistério a trama e sua afeição pela filha caçula do casal ruivo. Longe dali, Leo faz o possível e impossível para descobrir o paradeiro de seus outros amigos, e claro, de sua amada Anita.

O terceiro plot capta o lado emocional de se sentir apegado a um Synth. Com aparência humana, com certeza esse apego não é impossível. O Dr. Milican tem um robô com a validade vencida, porém não consegue trocar por algo novo. Mesmo com insistência de terceiros na troca, ele permanece firme em manter o seu ”filho” protegido e seguro. Em nenhum momento, dá a entender que esse plot possa se interligar com os dois primeiros. Nunca se sabe, né?

Acho que esse pequeno texto deu uma certa ansiedade para conferir o primeiro episódio, assim espero. Lembrando que a série já teve sua segunda temporada confirmada e desde o início deste mês tem sido exibida pela emissora AMC Brasil.

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Cinema

Aquaman | Jason Momoa deve se inspirar na versão dos Novos 52

Durante sua participação na Dallas Comic-Con, o ator Jason Momoa, que dará vida ao herói Aquaman, revelou alguns detalhes acerca do longa baseado no Rei dos Mares.

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Entretenimento

Grande Scott! Marty McFly e Doc Brown juntos no Jimmy Kimmel Live

Em comemoração ao dia de De Volta Pro Futuro, que aconteceu nessa quarta-feira, Michael J. Fox e Christopher Lloyd reprisaram seus famosos papéis no programa “Jimmy Kimmel Live!“.

Ao saírem do DeLorean, Marty McFly e Doc Brown ficam desapontados por não acharem carros voadores ou hoverboards no ano de 2015, porém ficam surpresos com a tecnologia dos Smartphones e ao mesmo tempo chocados por serem usados para tirar selfies. Ao final de tantas perguntas Doc sai para procurar um modo de voltar para o passado e deixa Marty para assistir a entrevista com Michel J. Fox.

O Dia de “De Volta Pro Futuro” foi comemorado em 21/10/2015 e marca a chegada de Marty e Doc no “futuro” mostrado no segundo filme da trilogia.