HBO libera o primeiro trailer da nova temporada de Game of Thrones.
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O canal fechado HBO planejou lançar oficialmente na noite deste domingo (14/02) mais um teaser para divulgar a nova temporada de Game of Thrones, só que o vídeo acaba de vazar. Que os bons ventos tragam sorte para a Casa Stark.
Há dois dias, a emissora revelou as primeiras imagens da sexta temporada. ( Veja aqui! )
Game of Thrones é uma adaptação televisiva da aclamada obra de George R.R. Martin chamada As Crônicas de Gelo e Fogo. Seu retorno está previsto para o dia 24 de abril pela HBO. Fique de olho na HBO Brasil, pois ela sempre deixa o sinal liberado para assistir os episódios de forma simultânea com a versão americana. No elenco, Peter Dinklage como Tyrion Lannister, Lena Headey como Cersei Lannister, Emilia Clarke como Daenerys Targaryen, Sophie Turner como Sansa Stark, Maisie Williams como Arya Stark, Nikolaj Coster-Waldau como Jaime Lannister, Isaac Hempstead Wright como Bran Stark e Alfie Allen como Theon Greyjoy.
O primeiro arco da nova série mensal do Doutor Estranho, escrito por Jason Aaron e desenhado por Chris Bachalo, foi concluído na edição #5 . A partir da edição #6, começa o crossover dos personagens misticos do Universo Marvel em Os Últimos dias da Magia.
Confira a prévia:
Stephen Strange é o feiticeiro supremo. A melhor defesa contra ameaças mágicas deste e de qualquer universo. Mas o que acontece quando a missão de seu inimigo é erradicar a magia para sempre? O Emperikul vem deixando rastros de universos com tiveram a magia erradicada. Qual o próximo alvo? O Universo Marvel. E com o Doutor Estranho enfraquecido. Será que a Magia tem chance?
O crossover começa em Doutor Estranho #6 e contará com a participação dos personagens místicos da Marvel, como Feiticeira Escarlate, Magik e Doutor Vodu entre outros. Em Março nos EUA, é dada a largada para Os Últimos dias da Magia.
Ator de Kingsman estaria sendo o favorito para interpretar o personagem.
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Um novo rumor que envolve a participação de Jason Todd no Universo Cinematográfico da DC Comics começa a circular na internet. Tudo indica que o ator Taron Egerton (Kingsman: O Serviço Secreto) é o favorito para interpretar o personagem em Batman vs Superman e Liga da Justiça.
Informações antigas davam a entender que veríamos as adaptações de Morte em Família e Sob o Capuz, onde seria desenvolvido todo o desfecho da morte de Jason e seu consequente retorno como o Capuz Vermelho. Claro, que como a informação acima, trata-se de um boato.
Nos quadrinhos, Jason Todd, o ex-Robin morto pelo Coringa, em Morte em Família, ressurge e é revelado como o novo Capuz Vermelho. Sua estréia culmina com um fatídico confronto com aqueles que ele considera ter-lhe injustiçado.
Batman vs Superman chega nos cinemas brasileiros em 24 de março deste ano e Liga da Justiça: Parte I tem previsão de lançamento em 2017.
Se você não leu a parte um, largue de ser louco de querer começar as coisas do meio, e leia-a aqui.
Japonês é um povo estranho. E embora o título de hoje possa fazer parecer que iremos discutir a linguística oriental (que, convenhamos, também é estranha. Sabiam que não existe “espaço” em frases em japonês? Elesescrevemtipoassim, só que com runas lunares), vamos falar mesmo de outro assunto que envolve as três flexões de verbo.
GÊNERO
Não, não ESSA discussão de gênero…
Da mesma forma que as suas tão queridas séries do Netflix são divididas em categorias, separando-as em coisas como “Romance”, “Terror”, “Psicológico”, “Só quero ver explosões” e “Amostra as teta” (e acho que “Game of Thrones” estaria em todas essas), animes também tem subdivisões, para deixar mais fácil a filtragem de o que você gostaria de assistir, ou o que será um lixo total.
O principal problema das pessoas que tem “preconceito” com anime é a ideia errônea de que todos eles são sobre ou A) Colegiais Seminuas ou B) Ninjas. Embora seja verdade que essas duas categorias cubram uns 90% de tudo que é lançado, ainda tem muita coisa que não cai no estereótipo das lendas urbanas do limbo.
Um dia™ eu planejo fazer uma série de posts contando detalhadamente sobre o que se trata cada gênero de anime, e o que eles têm a oferecer. Mas esse dia não é hoje, e por isso eu vou apenas explicar resumidamente o que se deve esperar de animações japonesas no geral, e como elas diferem de séries e sitcons americanas ou seja lá onde o Netflix esteja situado.
I) OS TRÊS PRINCÍPIOS DA COMÉDIA:
O primeiro princípio da comédia é a repetição… e o segundo princípio da comédia é a repetição. O humor japonês (não só o dos animes) segue uma vertente bem diferente do que o ocidental. Meu antigo professor de teatro, quando realmente aparecia para dar aulas, costumava dizer que “A verdadeira comédia é a desgraça alheia“, e isso resume bem a perspectiva que nós temos.
Animes diretamente focados na comédia existem, e são uns dos meus prediletos. Como foi dito no início, a repetição realmente é um ponto importante, mas ela sozinha não sustenta séries por mais de 100 episódios, como acontece com Gintama. Paródias também são muito mais comuns do que se espera (até por ser mais fácil de fazê-las, já que o risco de levar um processo por direitos autorais e/ou difamação é bem menor).
Porém, a verdadeira estrela das cenas de humor em qualquer mídia japonesa são o Boke e o Tsukkomi (E não, não estou falando grego. É japonês, lembra?). Também chamado de “Manzai”, esse tipo de comédia se centra em conversas onde o cara bobo (Boke) fala alguma coisa muito idiota, e o cara sério (Tsukkomi) reage, normalmente de forma exagerada. Isso pode gerar alguns problemas de “choque cultural”, pois a piada em si é a reação do Tsukkomi, e não o que supostamente viria depois. No começo você acaba esperando algo no nível de “O Gordo e o Magro”, onde após a conversação de uma ideia, o Magro acaba sendo convencido e quem se ferra é ele. Olha só, voltamos a desgraça alheia… Pois é, essa última parte se perde quando tratamos de Manzai. É só uma questão de se acostumar (e eu já escrevi um post inteiro sobre isso, lembra?). Isso acaba se tornando especialmente engraçado quando o dublador do Tsukkomi é ótimo em gritar.
Ah, o terceiro princípio da comédia? Bem…
II) UMA FATIA DE VIDA:
Perdão pelo título, não resisti.
“Slice of Life” é o maior terror daqueles que não estão totalmente (ou suficientemente) acostumados com a cultura japonesa. É um gênero onde – na maior parte dos casos – não há super-poderes, não há organizações malignas tentando dominar o mundo e nem há ninjas (nem sempre). A trama se desenvolve, como o título sugere, apenas seguindo a vida de um grupo de pessoas. Os temas são tão diversos como o dia-a-dia nos permite, e os dramas são coisas rotineiras, com o objetivo de você conseguir, de certa forma, se espelhar naquela personagem, enquanto ela supera suas dificuldades (ou morre. As vezes elas morrem).
Embora existam alguns seriados onde não há nada de “extraordinário”, e você também acompanha a rotina dos personagens, o que as diferem dos animes (além da cultura fazer com que o dia-a-dia deles seja diferente) é a premissa de muitos dos problemas que se tornam a trama principal. Explico: Como japonês é um povo estranho, você vai ver que uma frase mal entendida numa conversa aleatória no meio do primeiro episódio, vai ser a causa de uma caçada vingativa por trinta e oito episódios, sendo que tudo poderia ser resolvido em questão de minutos, sentando e conversando. Não sou a melhor pessoa pra fazer uma comparação, pois nunca parei pra ver uma série Slice of Life completa, mas pela minha experiência assistindo “Meninas Malvadas” (que se você parar pra pensar, tem uma ambientação bem anime-like, cheia de garotas colegiais), as tramas diárias americanas costumam ser bem mais agressivas.
III) COM GRANDES PODERES, VEM GRANDES…
Mas, se você quer assistir o dia-a-dia de pessoas com a vida muito melhor que a sua, existe Novela pra isso, não é? O negócio é ver gente dando porrada umas nas outras, soltando energia pelas mãos e tal.
Super-poderes em animes costumam ser bem aceitos por vocês, visitantes das áreas menos obscuras da Torre. Isso se dá pois o que mais existe em quadrinhos, comics e HQs (que até hoje eu não sei se existe uma diferença entre os três) são pessoas com habilidades especiais e pouco questionamento sobre elas. Por isso, não me prolongarei muito nessa parte, e só farei o favor de citar Super Sentai pra vocês.
Super Sentai é um negócio muito grande lá no Japão. No ar desde 1975, essa série (com pessoas de verdade, não é uma animação) é o que deu origem à sua cópia ruim: os Power Rangers. Embora fosse mais válido eu citar que animes Shounen de lutinha normalmente são episódicos, com diversos vilões de pouca relevância pro enredo como um todo, apenas para que existam explosões… Acho que falar de Power Rangers é mais fácil e ajuda vocês a associar melhor o que estou dizendo. Além do mais, Super Sentai é uma referência do gênero como um todo, e diversos animes seguem tendências estabelecidas por ele.
Fora que depois eu faço um post sobre isso.
NÚMERO:
“Nossos segredos guardados, enfim revelados… nus sobre o sooooooooool!”
Falando em números… Logo o que vem a cabeça são os grandes. Mas pode desencanar que quando o assunto é desenho, a maior parte deles é pequeno (menos os preços das coisas, mas eu comento sobre isso lá em baixo). E no contexto gramatical que envolve esse post todo, podemos dizer também que é normalmente no Plural.
E já que estamos falando em Números, vou fazer a contagem usando apenas primos. É bom que vocês se acostumam ao enorme apelo familiar que temos nas obras japonesas (e consequentemente, suas complexas árvores genealógicas):
II) VINTE MINUTOS:
Tá, um monte de seriado também tem em média, vinte minutos de duração, e daí? Ah, é bom comentar que todos os animes tem, em média, vinte minutos de duração, né? Afinal, algumas séries tem o dobro do tamanho (e eu dropei Falling Skies por não aguentar assistir um negócio tão longo, mesmo tendo gostado do que vi).
E, embora o subtítulo sugira vinte, também existem os animes chamados “curtas”. Talvez você os curta. Categorias variam, de coisas de três minutos, a coisas de quinze minutos. Um ponto interessante a se notar é que todos, independente de sua duração, precisam ter um tema de abertura e/ou encerramento (que são importantes. Tipo, muito importantes. Posso comentar outro dia sobre). Isso leva a situações onde um curta tem três minutos, mas metade dele é o encerramento, dando um tempo útil de menos de 90 segundos.
Tão curto quanto, será essa parte do post.
III) DOZE EPISÓDIOS:
Até hoje, eu não entendo a lógica (se é que existe uma lógica) do número de episódios que uma série tem por temporada. Cada hora é um número, e cada série tem o seu. Como o Japão é um pouco mais metódico que o ocidente, por lá a coisa é diferente, e temos – quase – tudo nivelado (embora tenhamos programas que começam em horários como 15h37). Dentro de cada temporada (que explicarei no próximo número primo), tudo precisa ter a mesma duração. A programação da TV nipônica é bem mais rígida, e não dá pra simplesmente mudar algo para o horário nobre, só porque começou a fazer sucesso.
Daí o padrão adotado foi o que eu já tinha explicado num post anterior: O número de episódios de um show precisa, necessariamente, ser um múltiplo de 12 + 1. As vezes algumas abominações aparecem, como coisas de 10, 15 ou 18 episódios, mas elas são sempre compensadas na temporada seguinte.
E já que estamos falando de aberrações e episódios, um comentário rápido sobre OVA’s. Sigla pra “Original Video Animation“, são episódios que não fazem parte de uma temporada propriamente dita. Eles normalmente tem a mesma duração de um episódio normal (embora possam ser menores ou maiores), e retratam coisas pouco relevantes para o enredo principal (implicando que os episódios normais são relevantes). Seria o equivalente a “Episódios Especiais” de séries, que contam alguma coisa que aconteceu fora dos acontecimentos da série principal, ou tem algum comentário dos diretores, ou coisas assim. Não vejo série o bastante pra saber se algo mais existe.
V) QUATRO TEMPORADAS:
Não, a palavra “Temporada” acima não tem a mesma semântica que na frase “The Big Bang Theory tem uma porrada de temporadas”. Embora a palavra seja empregada nesse sentido, também para animes (i.e. “Naruto tem uma porrada de temporadas”), o termo, no contexto, implica outra coisa.
O período de aproximadamente treze semanas, onde diversos shows são lançados e estão com número de episódios semelhantes, é chamado de “Temporada”. Como uma pessoa com habilidades medianas em matemática consegue supor, quatro temporadas totalizam 52 semanas, também conhecido como um ano. Outra coisa que temos quatro durante o ano são as estações; daí, as temporadas são batizadas com a estação onde elas ocorrem.
Em Janeiro, temos a Temporada de Inverno; Em Abril, a Temporada de Primavera; em Julho, a Temporada de Verão; e em Outubro, a Temporada de Outono. Vale lembrar que as estações do ano no hemisfério norte são invertidas, por isso a associação mês-estação não faz muito sentido pra nós.
Se há alguma diferença entre as temporadas? Teoricamente, todas são iguais, não havendo nenhuma vantagem ou desvantagem entre escolher uma ou outra pra lançar o seu desenho. Na prática, alguns feriados afetam a competição por vagas em determinados períodos do ano. Por exemplo, coisas lançadas em Outubro terão seus Blurays vendidos próximo ao Natal (e daí a fama de Outubro sempre trazer os melhores shows).
Conhecer o conceito de “Temporada” é importante pois o ano inteiro haverá coisas sendo lançadas, mas se você quiser acompanhar algo desde o início, precisa saber quando elas começam. Também é importante pra saber quando algo em específico vai começar, ou pra se preparar mentalmente pra nova leva de fanboys alucinados que virá poluir suas redes sociais.
GRAU:
Nem é bem disso que estamos falando, mas pelo menos tu não apareceu com um termômetro.
Só percebi que não faço ideia de o que “Grau” significa, gramaticamente, depois que escrevi o resto do post inteiro… Bem, seja lá o que for, vou usar esse espaço pra explicar conceitos que soam diferentes pra quem não conhece o submundo das animações japonesas.
I) Grande parte dos animes são ADAPTAÇÕES:
Esse é um ponto que costuma ser estranho para pessoas que são acostumadas com séries. Embora hoje em dia estejamos tendo bastante conteúdo com origem em outras fontes (vide esses milhões de seriados sobre heróis… Inclusive eu dropei Supergirl no episódio dois), a grande maioria dos roteiros são originalmente escritos para o show.
E enquanto isso pode não ser algo extremamente relevante, é algo que eu gostaria de comentar, pois muitas vezes, o anime pode sofrer com problemas na adaptação de seu conteúdo original para animação. Diversos tipos de problemas, sendo um deles o que eu comentarei a seguir.
II) Grande parte dos animes são objetos de PROPAGANDA:
Dezessete temporadas no ar? Horário nobre na televisão? Alta qualidade de produção? Isso tudo é importante, mas não o foco principal da maioria esmagadora dos animes.
Como comentado acima, a maioria das animações são baseadas em outras coisas. Seja um Mangá (espécie de ‘comic japonês’), uma Light Novel (Uma série de livros curtos, de 100 a 200 páginas, que normalmente possuem linguagem mais leve e com Kanjis menos complexos, daí o nome, ‘light’), uma Visual Novel (Jogo onde você encarna um protagonista e lê a história dele. Opções aparecem em momentos-chave, e fazem você tomar rumos diferentes no desenvolvimento) ou um joguinho de celular, o maior foco dessas adaptações não é o produto novo, mas sim o antigo.
Animes são feitos, acima de tudo, para promover; fazer propaganda; divulgar; jogar panfleto pro alto sobre… A sua obra original. É muito comum que shows acabem em momentos de tensão (malditos cliffhangers!) ou ao fim de um arco que claramente não é o que o encerra. Isso serve para atiçar as pessoas a irem buscar a continuação no seu local de origem.
Às vezes o Cliffhanger é literal…
III) Quem determina a continuação de algo são SUAS VENDAS:
Esqueça essa conversa de ibope, audiência, número de visualizações… Quem manda no negócio dos animes são as vendas posteriores.
Sabe aqueles box com Bluray (ou DVD, se você for macaco velho/pobre, igual eu sou) que contém todos os episódios de uma série, tem uma capinha bonita, e vende por uma fortuna nas Lojas Americanas? O que dá lucro para quem produz os animes é justamente isso.
Um show comum, com 1-cour de duração (12~13 episódios), normalmente venderá quatro ou cinco “volumes” de Blurays. Um volume trará entre um e três episódios da série e normalmente algum bônus como um pequeno especial de cinco a dez minutos, e custa em média uns ¥7,000 (o que dá uns R$230).
Pode parecer caro pra caramba… É porque é caro pra caramba, propositalmente. Não vou me detalhar em como funciona a venda de Blurays no Japão, mas esse artigo da Anime News Network (que está em inglês, infelizmente) se dedica a explicar isso.
Voltando ao assunto, o que importa é que pessoas que compram esses volumes existem, e o que determina o futuro de uma série, é a quantidade de malucos que pagaram o preço de um pulmão por ela.
Inclusive, pegar a audiência desprevenida é o terceiro princípio da comédia.
Uma nova Vespa surgirá na MarvelComics. A sua estreia será em uma edição gratuita de Novíssimos e Diferentes Vingadores, que será distribuída no Dia dos Quadrinhos Grátis nos EUA. O roteiro é de Mark Waid e os desenhos de Alan Davis.
Mark Waid deu um entrevista ao io9 e falou um pouco sobre a nova personagem.“Foi um pouco aterrorizante”, disse ele sobre escrever o conceito da personagem.
“Eu sempre fui um fã da Vespa, e o que eu tinha que tomar mais cuidado, é fazer os leitores entenderem que isto não é uma substituição de Janet VanDyne ou o seu legado, e eu acho que nós conseguimos isso do modo como construímos nossa história.”
E para os fãs da Janet, a Vespa original, que achavam que ela iria ser substituída, Waid ainda acrescentou:
“Nós não vamos de forma alguma substituir a Janet.”
Ele ainda deu pistas sobre a história da Novíssima Vespa.
“A nova Vespa tem uma forte ligação com Hank Pym. Veremos isso no quadrinho gratuito que introduz ela, e vamos compreender uma grande parte do que é essa conexão, e como ela se familiarizou com esta nova identidade de Vespa”, explicou.
“Ela é uma menina ente 16-17 anos de idade, e vamos ver como ela confronta a sua situação com Hank. Ela irá ao seu encontro, porém, descobre que ele se fundiu ao Ultron e não está na mais Terra [eventos de Rage of Ultron, uma graphic novel do ano passado]. A ausência de Pym será importante para o nascimento e origem da Novíssima Vespa.“
O roteirista compartilhou que a intenção é fazer dela uma das mulheres mais inteligentes da Marvel, pois os super-gênios são quase todos homens.
“Ela é muito, muito inteligente. Nós temos um monte de super-gênios no Universo Marvel, mas muito poucos deles são mulheres, o que eu realmente quero dar, é uma jovem que é o Tony Stark ou o Reed Richards de amanhã.”
Em relação a sua situação nos Vingadores, ele disse:
“Eu vou dizer que os Vingadores, especialmente o Visão, ficarão apreensivos com a nova personagem. Sua presença não será necessariamente um motivo de celebração. Na verdade, um membro da equipe tem um enorme ressentimento pelo fato desta jovem garota usurpar o nome e a identidade da Vespa.“
Coincidindo com X-Men: Apocalipse, o novo filme da equipe de mutantes, a Marvel Comics lançará uma nova saga com o vilão Apocalypse, intitulada de Apocalypse Wars. A saga se passará nas revistas Novíssimos X-Men, Fabulosos X-Men eExtraordinários X-Men.
Apocalypse Wars por Ken Lashley e Nolan Woodward
Aproveitando a saga dos X-Men, serão lançadas 23 capas variantes que transformarão os heróis do Universo Marvel em Cavaleiros do Apocalipse.
Confira as variantes lançadas até o momento:
O Espetacular Homem Aranha
Novíssimos X-Men
Novíssimos e Diferentes Vingadores
Capitão América: Steve Rogers
Guardiões da Galáxia
Deadpool
Justiceiro
Homem Formiga
Fabulosos X-Men
Spider-Gwen
Demolidor
Pantera Negra
Doutor Estranho
Thunderbolts
Fabulosos Inumanos
Miss Marvel
As capas variantes serão lançadas aos poucos até Agosto nos EUA.
Umas das distribuidoras mais conhecidas no cenário dos jogos online, a Level Up, anunciou nesta sexta-feira (12/02) o seu novo projeto, Line of Sight, um game de tiro em primeira pessoa, gratuito, onde o jogador contará com um mixer de armas e superpoderes, como o controle de elementos como fogo, água e eletricidade. Além de ser possível customizar seus personagens e arsenal de armas.
Além de partidas cooperativas e competitivas, Line of Sight oferece campanhas em que o jogador enfrenta o computador e precisa coordenar uma equipe de soldados.
Em fevereiro, o jogo contará com uma fase de beta fechado. Segundo a Level Up, aproximadamente 5.000 brasileiros serão selecionados para participar dos testes, que devem começar em 22 de fevereiro. Os escolhidos serão anunciados no dia 18 de fevereiro.
Line of Sight foi desenvolvido pela Blackspot e construído com o motor gráfico Unreal Engine (Batman: Arkham Knight, Final Fantasy VII Remake)
Para o mercado brasileiro, o jogo contará com localização total em português. Além de poder desfrutar de servidores locais. A data de lançamento oficial do jogo ainda não foi anunciada.
A estreia da série do Demolidor na Netflix fez um grande sucesso, assim, logo foi anunciada uma segunda temporada para o começo de 2016, que contará com a participação de Frank Castle, o Justiceiro. Aproveitando esse encontro em live action, a Marvel Comics lançará uma revista em formato infinite (quadrinho digital), que coincidirá com a data de estreia do retorno da série em Março.
Demolidor/Justiceiro contará com o roteiro de Charles Soule, o atual escritor da série mensal do Demolidor, eos desenhos de Szymon Kudrans, artista de Spawn. A trama será centrada no Demolidor, que estará investigando um chefe da máfia russa para levá-lo a julgamento por seus crimes. As coisas se complicam quando o Justiceiro se envolve, lembrando que os encontros entre eles sempre são conturbados. Matt Murdock, atualmente atuando como promotor, acredita que o criminoso deve ser julgado pelo Sistema da Justiça, já Frank Castle acredita que isto pode ser facilmente resolvido com uma bala. Isto dará início a um conflito entre eles.
Charles Soule garantiu que para entender trama não precisa ter conhecimento prévio sobre os encontros anteriores entre eles.
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A emissora CW liberou o novo vídeo promocional destacando o restante da segunda temporada de The Flash. Confira:
https://www.youtube.com/watch?v=My9uSscBO8E
The Flash segue atualmente no episódio 13 e seguirá até o mês de maio, quando finalizará a segunda temporada no episódio 23. Ainda veremos muitas surpresas da Terra-2 e perigos para a equipe do Velocista Escarlate. A série conseguiu boa audiência na exibição de Welcome to Earth-2 e possui grandes chances de renovação.
Escape from Earth-2 será exibido na próxima terça-feira (16/02) pela CW.
Em 2011, a DC Comics lançou os Novos 52, um reboot com 52 revistas que foram lançadas aos poucos e foram reconfigurando os super-heróis em um novo universo.
Muitas revistas foram canceladas ou concluídas desde o recomeço da editora. Algumas das séries que ainda estão em emissão, ganharão capas variantes nas edições #52, recriando as primeira edições lançadas em 2011.
Confira as capas que serão recriadas:
Action Comics #52 por Ben Oliver
Aquaman #52 by Brett Booth e Norm Rapmund
Batgirl #52 por Babs Tarr
Batman #52 por Rafael Albuquerque
Mulher Gato #52 por Inaki Miranda
Detective Comics #52 por Francis Manapul
The Flash #52 por Jesus Merino
Arqueiro Verde #52 por Szymon Kudranski
Lanterna Verde #52 por Billy Tan
Superman #52 por Mikel Janin
Mulher Maravilha #52 por Finch e Matt Banning
A previsão é que as revistas em suas respectivas edições #52, serão lançadas em Maio nos EUA.