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Cinema Séries

Debbie Reynolds | Uma representante da Era de Ouro de Hollywood

Debbie Reynolds, a cantora e atriz indicada ao Oscar, e mãe de Carrie Fisher, faleceu no hospital Cedars-Sinai. Ela tinha 84 anos de idade.

“Ela procurava estar com Carrie,” disse seu filho Todd Fisher à Variety.

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Reynolds foi levada para o hospital da casa de Todd Fisher, em Beverly Hills, depois de sobre um Acidente Vascular Cerebral (AVC), um dia depois do falecimento de sua filha Carrie Fisher.

A atriz foi uma das principais estrelas da MGM durante os anos 1950 e 1960, participando de filmes clássicos como Cantando na Chuva (1952) e The Unsinkable Molly Brown (1964), pela qual recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

Debbie passou por filmes mais leves como Tammy até mais sérios como The Rat Race e How the West Was Won. Ela continuou a trabalhar bem até os seus 80 anos, em filmes e séries para televisão, passando por The Golden Girls e Roseanne. Reynolds conseguiu uma indicação para o Emmy por seu papel em Will and Grace. Também esteve no filme televisivo de Steven Soderbergh, Behind the Candelabra, para a HBO em 2013. A atriz participou de dublagens para as animações Kim Possible e Family Guy.

Debbie Reynolds
Debbie Reynolds

Marie Frances Reynolds nasceu em El Paso, no Texas. Quando tinha 8 anos de idade, seu pai carpinteiro levou sua família para Burbank. Aos 16, Frannie para o Concurso de Miss Burbank, vencendo em 1948 por sua imitação de Betty Hutton cantando My Rockin’ Horse Ran Away. Ela foi vista pelo caçador de talentos da Warner Bros., Solly Baiano, que assinou com ela um contrato de 65 dólares por semana. O chefe do estúdio, Jack Warner, mudou seu nome para Debbie.

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Reynolds apareceu pela primeira vez em frente as câmeras com destaque em June Bride e depois em The Daughter of Rosie O’Grady. Depois, ela foi contratada pela MGM, ganhando 300 dólares por semana. O estúdio, onde ela residiria pelos próximos 20 anos, colocou ela inicialmente para participar do musical Three Little Words.

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No musical romântico Two Weeks With Love, ela usou sua própria voz em Aba Daba Honeymoon, e depois participou de Mr. Imperium, estrelado por Lana Turner.

Então, começou sua Era de Ouro, estrelando em Cantando na Chuva com Gene Kelly, Susan Slept Here com Dick Powell, The Tender Trap com Frank Sinatra, The Catered Affair de Paddy Chayevsky, Bundle of Joy com Eddie Fisher, o qual ela casou-se e teve Carrie Fisher, e Tammy and the Bachelor, que teve sua single de sucesso Tammy.

Nos anos 1960, ela ainda se manteve como estando em How the West Was Won, Mary, Mary, Goodbye Charlie, The Singing Nun e The Unsinkable Molly Brown.

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Debbie Reynolds estabeleceu o Debbie Reynolds Professional Studios em Burbank. Com ele, foi para Broadway com Irene, que levou o prêmio de melhor atriz em um musical no Tony de 1973. Irene foi o trabalho que lançou Carrie Fisher como atriz aos 15 anos de idade. Na sua companhia, produziu Annie Get Your Gun, Woman of the Year e The Unsinkable Molly Brown em 1989, 25 anos depois da estreia do filme.

Reynolds apareceu em filmes nos anos 1990, incluindo a comédia de Albert Brooks, Mother, ela mesma em O Guarda-Costas (1992), a trama de Oliver Stone, Heaven and Earth, e Será Que Ele É? (1997). Recentemente, a atriz foi a avó de Katherine Heigl em One for the Money (2012).

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Deixou seu filho Todd Fisher e sua neta, a atriz Billie Lourd, filha da saudosa Carrie Fisher. Todas as orações e sentimentos para os familiares, amigos e fãs de Debbie Reynolds. Que ela descanse em paz e fica o seu grande legado para o cinema e para a televisão.

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Entretenimento

Homem de Ferro | Divulgado novo vídeo da atração do herói

O canal Theme Park Review divulgou um novo vídeo para mostrar detalhadamente como é a atração do Homem de Ferro, da Disney de Hong Kong.

Confira o vídeo abaixo:

Intitulado de Iron Man Experience, o parque será uma réplica da Stark Expo, onde Tony Stark está inaugurando uma nova Torre Stark em Hong Kong. Os visitantes poderão interagir com hologramas, tirar foto com as armaduras e até mesmo andar em um veículo projetado pelo herói.

  Atualmente a atração está aberta apenas para a imprensa, mas será inaugurada em 11 de Janeiro para o público em geral.

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Cinema Séries

Debbie Reynolds | morre a mãe de Carrie Fisher

A atriz Debbie Reynolds, mãe de Carrie Fisher, foi levada as pressas para o hospital depois de sofrer um  Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Reynolds, de 84 anos, estava na casa do seu filho, Todd Fisher, em Beverly Hills, quando alguém da casa chamou o 911, segundo informações da TMZ.

O representante do Departamento de Bombeiros de Los Angeles confirmou à PEOPLE que eles responderam a um chamado médico às 13 horas e 2 minutos daquele endereço, levando uma paciente adulta do sexo feminino em sérias condições para o Cedars (Sinai Medical Center).”

A notícia vem apenas um dia depois da filha de Debbie Reynolds, Carrie Fisher, falecer em virtude de uma parada cardíaca. Depois das notícias do possível estado médico de emergência da atriz, William Shatner ofereceu suas orações de melhoras para sua amiga no Twitter. “Eu escutei sobre Debbie Reynolds. Vamos rezar que não seja nada sério.”

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Debbie Reynolds não resistiu e morreu 1 dia após sua filha. Ela tem 82 créditos como atriz no IMDB e era muito querida no meio artístico.

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Cultura Japonesa Mangá Pagode Japonês

E o prêmio de melhor editora de mangás vai para…?

Já dizia o famoso bordão entre aqueles que frequentam a roda de pagode nipônica, “japonês é um povo estranho”; porém o brasileiro também tem as suas peculiaridades. Uma das coisas que mais me impressiona é que gostamos de fazer “TOPs de final de ano“. O que é bem comum, afinal vemos o fim do ano como o término de um ciclo em que tentamos avaliar o que houve de bom e ruim ao decorrer do tempo, e isso é ainda mais forte dentro de uma comunidade tão exigente quanto a “otakada brasileira”, que gosta de avaliar papel, de escolher um lado para dizer “nós somos os melhores”, entre outros clichés da competitividade e do maniqueísmo que está em nossa volta no dia a dia.

Mas então o que falar das nossas amadas editoras, que tanto se esforçam para agradar um público tão meticuloso e cheio de manias, mas que possui uma grande paixão por ler coisas que são escritas da direita para esquerda? sem política por favor

NewPOPnewpoplogoNewPOP, a editora de Junior Fonseca, há algum tempo sofre de algo que poderia ser chamado de “complexo de Narciso” (do mito grego): é uma editora que tem um grande zelo pela estética de suas publicações, mas que peca muito nos detalhes, principalmente nas revisões dos textos de suas publicações e isso nunca é deixado barato pelos leitores. Este ano a editora trouxe um grande leque de obras do Osamu Tezuka, que nunca será mal visto pelo público (afinal Tezuka tem mais clássicos que a Marvel, segundo pesquisas de opinião) e eles publicam várias obras do renomado autor já há algum tempo, e é importante dar valor a isso, visto que ele é simplesmente o Deus dos Mangás.

Além disso, eles tem apostado no mercado de light novels que é bastante ignorado pelas outras editoras, e que também deveria ser valorizado, e as tais light novels (com análise feita por aqui), como Log Horizon, Fate/Zero e continuações de No Game No Life foram bastante elogiadas no decorrer do ano, com publicações recorrentes. A NewPOP trouxe um dos mangás mais polêmicos do ano publicados por aqui, que foi “Helter Skelter“, com resenha já publicada na área do Pagode da Torre.

Podemos dizer que a NewPOP investiu na diversidade. Publicando novels, graphics novels, gêneros de mangás menos consumidos como yaoi, mais Tezukão (torço que para que tragam Black Jack) e conseguiu manter uma regularidade bem modesta de duas publicações mensalmente. Merece seu destaque, tentando superar um momento tão difícil do país.

JBC (ou como chamo, Jei Bi Ci)jbcA editora que tem no seus expoentes as estrelas do bacanudo editor Cassius Medauar e o maníaco por “Os Cavaleiros do Zodíaco” (leia com a voz do narrador da chamada do desenho) Marcelo Del Greco teve um ano digno de tudo que foi 2016. A JBC não teve medo de dar a cara a tapa: ela arriscou novos formatos esse ano, materiais novos, com preço mais altos e pouco comuns ao público que estava acostumado a gastar valores menores para ler e que sempre ficará reclamando dos preços (que se são justos ou não, não cabe a mim julgar). Entre estes novos formatos está o adotado para a publicação de Blame! (com análise feita pelo Pagode), Ghost in the Shell e o Kanzenban de Os Cavaleiros do Zodíaco em capa dura, além do artbook deThe Lost Canvas. A editora também trouxe títulos diferenciados e tem um contato com o público de muito mais fácil acesso (quando não ignora as perguntas nas redes sociais)  do que as concorrentes. Contudo, a editora também leva algumas críticas, principalmente quanto a questão de transparência do papel em publicações, como em “Orange“, e a tal “cor especial” das capas de Fullmetal Alchemist, que deu alguma dor de cabeça aos leitores quando começou a descascar.

O Formato “BIG” que a JBC propôs trouxe obras que há muito haviam caído no limbo por outras editoras. Foi um formato que dividiu opiniões, mas que merece o seu destaque (principalmente se você tiver paciência de esperar as promoções em sites) e que conseguiu trazer obras que agradam gregos e troianos, principalmente do gênero “sci-fi“. Mas o maior destaque ao meu ver é conseguir tornar um hábito trazer mangakás, como por exemplo a vinda de Tsutomu Nihei à CCXP, que com certeza não é uma tarefa fácil, mas que a editora tem conseguido cumprir esse plus com primor nos últimos anos.

Paniniplanet mangáA multinacional italiana, que tem no Brasil o selo Planet Mangás e que possui em suas figuras editoriais a persona da simpática Beth Kodama e do discreto Bruno Zago, teve um ano em que conseguiu trazer muitos clássicos de volta às bancas e conseguiu realmente fazer uma avalanche de publicações ao longo do ano.

Os formatos que a editora adotou, principalmente para as obras Vagabond, One-Punch Man e Ajin, vem sendo aproveitado nos demais lançamentos, especialmente agora no final do ano com os clássicos Slam Dunk e Lobo Solitário, mesmo que estes últimos tenham tido alguns problemas de gráfica que deixaram muita gente com um pé atrás. É fato que a Panini conseguiu juntar qualidade com um preço bem competitivo e de fácil acesso em comparação às outras editoras que trabalham por aqui, mas ainda tem as suas falhas, principalmente com alguns erros de lote, de volumes de mangás que descolam na primeira folheada, entre outros. Apesar disso, também é fato que editora tem tentado resolver tais problemas de produção, ouvindo por exemplo as críticas a “Naruto Gold” que também sofreu dos mesmos problemas.

Talvez por ser uma multinacional com teoricamente muito mais recursos que as suas concorrentes, deveria ser menos difícil tentar trazer mangakás para eventos, tais como a CCXP ou Anime Friends, mas isso é algo que ainda não tem ocorrido por parte da editora, que visa o lançamento de blockbusters. Pode ser por burocracia ou talvez falta de vontade mesmo, já que a editora também tem a sua divisão de comics, e a Panini em grande parte terceiriza a sua mão de obra por aqui, e isso cria uma ponte burocrática mais complicada para buscar essas visitas. Enfim, é uma observação que pode tirar pontos da editora, que com certeza conseguiu o seu destaque este ano, principalmente por ter publicado muito material novo e possibilitado a volta de grandes clássicos.

Mas e a resposta para a pergunta do título?

Creio que a resposta seja NÓS, consumidores, leitores que ganham o maior prêmio com isso, visto que muitos que consomem estes produtos (como no meu caso) vem de uma época em que tudo era incerto, cancelamentos eram feitos sem explicação e em que era necessário encarar um meio-tanko que mais parecia ter sido feito de papel pra secar mão de rodoviária, entre outras complicações do mercado de alguns anos atrás.

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“Mas eu queria ver treta!” Vai ficar querendo…

Está perfeito? Lógico que não está, mas é fato que melhorou bastante. Como dito pelos visitantes japoneses à CCXP, “o mercado brasileiro de mangás está em expansão e já se assemelha ao mercado francês (muito maior) de algum tempo no passado.

E o que esperar do futuro? Bom, sabemos que também em 2017 a DarkSide Books irá entrar nessa briga, tendo anunciado mangás do insano Junji Ito, com um formato que deve ser diferente de tudo que já vimos por aqui. A JBC ainda tem uma carta na manga chamada Akira, e a Panini tem também os seus trunfos, como o mangá do descolado Sakamoto, o retorno de Dr. Slump, entre outros. Já a NewPOP no seu ritmo também vai levando os seus trabalhos e ganhando uma certa assiduidade quanto as publicações, e já anunciou relançamento de alguns itens de seu catálogo, como o clássico Speed Racer. Vale também lembrar que durante o ano a Astral Comics marcou presença nas bancas quase mensalmente, publicando diversos hentais e até mesmo alguns mangás franceses. Ah, eu ia esquecendo a Arrow Ray e a Nova Sampa, mas o que falar dessas duas?



Enfim, que venha 2017 e com isso vários bons mangás, e por mais um ano toda a otakada brasileira sonhará com a vinda de Jojo ou Hokuto no Ken. Até a próxima e um feliz ano novo a todos!

Agradecimentos à galera do “AMA“, “Mangás Brasil“, “O mercado de mangás que deu certo” e do ”Os Consumidores do Mercado de Mangás que Deu Certo“, pela ajuda com a ideia e pelas críticas apontadas.

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Cinema

Homem-Aranha: De Volta ao Lar | Abutre no primeiro spot internacional

Nessa quarta-feira, 28 de dezembro, a Marvel Studios divulgou o primeiro vídeo promocional internacional para televisão de Homem-Aranha De Volta ao Lar, próximo filme do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), depois de Guardiões da Galáxia Vol. 2.

Confira o vídeo na galeria de reprodução abaixo.

O elenco de Homem-Aranha: De Volta ao Lar inclui: Tom Holland como Homem-Aranha/Peter Parker, Robert Downey Jr. como Tony Stark/Homem de Ferro, Marisa Tomei como Tia May, Donald Glover, Michael Keaton, Kenneth Choi, Michael Barbieri, Laura Harrier, Tony Revolori, e Zendaya como uma misteriosa personagem identificada como Michelle. O vilão do filme será o Abutre.

Homem-Aranha De Volta ao Lar, dirigido por Jon Watts, chega aos cinemas no dia 7 de julho de 2017.

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Cinema Séries

George Irving | Morre ator do musical Irene

George S. Irving era melhor conhecido por suas performances no palco. Ele foi um ator de comédia, que trouxe muitos personagens à vida. Depois de se aposentar, ainda apresentou-se em um pequeno grupo de teatro. Irving veio a falecer de causas naturais aos 94 anos de idade, de acordo com informações da Deadline.

George foi um vencedor do Tony. Ele ganhou o prêmio depois de participar de Irene, ao lado de Debbie Reynolds, em 1973. Ele venceu o prêmio de Melhor Ator, e Reynolds levou o de Melhor Atriz. Debbie é a mãe de Carrie Fisher, a Leia de Star Wars, também falecida no dia de hoje. Irene serviu também como a estreia de Fisher como atriz, com apenas 15 anos. O musical foi uma das muitas performances memoráveis de George Irving.

Ele atuou como a voz do narrador da animação Underdog, e encarnou o personagem Heat Mizer em filmes clássicos do Natal como The Year Without A Santa Claus e A Miser Brothers’ Christmas. Irving apareceu em muitos seriados para televisão durante sua carreira, incluindo The Patty Duke Show, All in the Family,  e  Car 54.

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“Nenhum ser humano foi capaz de contar uma história com tanta paixão ou espalhar sua voz por um teatro com tanta destreza como ele.”, disse seu amigo e diretor David Staller. “Ele era incapaz de falar uma linha do diálogo errada. Ele tinha o dom de trazer para o fora o maior potencial possível para um personagem. Como pessoal, nunca tinha palavras rudes para dizer a ninguém. Seu coração estava sempre aberto e pronto para compartilhar. Ele fará muita falta por sua expressão que ia além.”

George S. Irving deixa dois filhos e três netos. Nossos pensamentos e orações vão para eles durante esse período difícil.

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Séries

CW | George Lucas jovem aparecerá em Legends of Tomorrow

Quando DC’s Legends of Tomorrow exibiu seu episódio final, antes da pausa para as festividades de ano novo, a série mostrou que Rip Hunter estava trabalhando com um diretor em Los Angeles, que hoje, 27 de dezembro, foi confirmado como sendo George Lucas, lendário criador da trilogia original de Star Wars.

Segundos informações da Entertainment Weekly, a versão jovem de George Lucas estará em Legends of Tomorrow, sendo interpretado por Matt Angel. O ator, que é conhecido por seu trabalho em Grimm, aparecerá no episódio nove da segunda temporada.

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“Por causa de circunstâncias, a aberração temporal no episódio 2×09 é George Lucas largando a escola de cinema,” explicou o produtor executivo Marc Guggenheim. “Como consequência disso, ele nunca criou Star Wars ou Caçadores da Arca Perdida. E como resultado, Ray, que tornou-se um engenheiro por causa de Star Wars, e Nate, que virou um historiador por causa de Caçadores, começam a perder seus brilhantismos, porque as coisas inspiradores nas suas vidas deixaram de existir.”

Quando DC’s Legends of Tomorrow retornar, a Legião do Mal começará a se unir com o encontro entre Eobard Thawne, Damien Darhk, e Malcolm Merlyn. Os novos episódios da série chegam no dia 24 de janeiro, em novo dia, uma terça-feira, e em novo horário, após a exibição de Flash na CW.

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Quadrinhos

Batman | Scott Snyder fala sobre a nova história com Greg Capullo

Desde quando foi noticiado que Greg Capullo tinha assinado um novo contrato com a DC Comics, a expectativa do novo trabalho com o Scott Snyder cresceu entre os leitores. O que se sabe é que será um evento focando o Batman. A dupla ficou de frente na elogiada e super rentável série mensal do Homem Morcego durante os Novos 52, com arcos como A Noite das Corujas, Morte de Família, Ano Zero e Fim de Jogo.

Scott Snyder, em recente entrevista ao site CBR, comentou um pouco sobre o novo trabalho. Classificando como uma história “muito rock ‘n’ roll” do Batman.

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“Greg chama de nossa ópera rock de heavy metal do Batman” disse Snyder. “Vai ser uma história grande e épica do Batman com armadura flamejante, um marco para um monte de coisas que nós fizemos com ele. Está tudo mapeado. Passei para o Geoff Johns como está indo o projeto e foi ótimo. Foi uma das melhores reuniões que já tive. Estamos somente ajeitando algumas coisas aqui e ali.”

“Acima de tudo, o que realmente queremos é que seja algo para os fãs. Passar para o leitor um novo sentimento que não tenham sentido em nenhum evento antes,” falou Snyder.

Greg Capullo e Scott Snyder

Ainda não existe previsão de lançamento nem sinopse divulgada da história. Os boatos que rondam é que poderia focar no retorno do Coringa, que desde o arco Fim de Jogo não aparece nas HQ’s. Mas nada foi confirmado nem pela editora e pelos criadores.

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Música Séries

Sun Records | Série vai contar início das carreiras de Johnny Cash, Elvis Presley e Jerry Lee Lewis

A lendária gravadora Sun Records vai ter a sua história contada em forma de série. Para quem não sabe, foi nela que Jerry Lee Lewis, Johnny Cash e Elvis Presley começaram as suas carreiras nos anos 50. A produção será do canal de TV americano CMT, que já produz a série musical Nashville.

A Sun Records ficava em Memphis, Tennessee, e foi fundada por Sam Philips, e ficou conhecida por lançar artistas que viriam a se tornar ícones da música no futuro.

Confira o primeiro trailer:

O elenco conta com Chad Michael Murray (Sam Phillips), Drake Milligan (Elvis Presley), Billy Gardell (Tom Parker, empresário de Elvis), Kevin Fonteyne (Johnny Cash), Christian Lees (Jerry Lee Lewis) e Kerry Holliday (Ike Turner).

Sun Records terá oito episódios e tem estreia prevista para 23 de fevereiro nos Estados Unidos.

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Consoles Games PC

Double Dragon IV |Arc System Works anuncia novo jogo da franquia

A  Arc System Works anunciou Double Dragon IV, que marca a volta dos irmãos Billy e Jimmy Lee.

Confira o teaser abaixo:

O jogo manterá o visual retro e praticamente a mesma jogabilidade da série e dentre as novidades, o game terá um duelo entre dois jogadores e extras, ainda não anunciados.

Double Dragon IV será lançado em 30 de Janeiro para Playstation 4 PC.