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Carros 3 | ”Correr Para Vencer” é o novo jogo da Pixar

A Avalanche Software em parceria com a Warner Bros Games anunciaram Carros 3: Correr Para Vencer, novo jogo da Disney após o cancelamento de Disney Infinity.

Confira o trailer abaixo:

O jogo se passa logo após os acontecimentos de Carros 3, onde uma nova competição levará o Lightning McQueen para o seu extremo. Serão mais de 20 personagens customizáveis, incluindo carros novos e já conhecidos aos olhos do público.

Carros 3: Correr Para Vencer será lançado em 13 de Junho para  PlayStation 4, PlayStation 3, Xbox One, Xbox 360, Wii U e Nintendo Switch

 

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Call Of Duty | Franquia pode ganhar universo cinematográfico

Recentemente, a produtora Stacey Sher deu uma entrevista ao site The Guardian, onde declarou que pretende transforma Call of Duty em uma franquia cinematográfica, no qual cada filme se passará no mesmo universo, que mais tarde se conectariam de algum jeito, da mesma maneira que a Marvel e DC Comics trabalham nos cinemas.

”Essa ideia está nos nossos planos há anos. Haverá um filme no mesmo estilo de Black Ops onde contará  a história por trás da história. Outra possibilidade será um longa de Modern Warfare, que mostrará a guerra no ponto de vista do telespectador. E pode ser que aconteça um longa mais híbrido, mostrando operações privadas, enquanto algo maior esteja rolando.”

Confira abaixo o trailer de Call of Duty: Infinite Warfare, último game da franquia lançado em Novembro de 2016:

Stacey ainda disse que a Activision pretende fazer uma série derivada dos filmes, focada na Segunda Guerra Mundial ou Vietnã. A empresa pretende criar personagens marcantes.

 Call of Duty: Infinite Warfare já está disponível para Playstation 4, XBOX ONE e PC. Já os filmes e séries do mesmo ainda não tem data tem lançamento.

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Fullmetal Alchemist | Confira novo trailer do Live action do mangá de Hiromu Arakawa

Os irmãos Elric brothers estão preparando-se para realizar suas transmutações em carne e osso. Um live action de Fullmetal Alchemist ganhou seu primeiro trailer para 2017. O mangá de Hiromu Arakawa fez sucesso de público e é aclamado pela crítica.

A série segue Alphonse e Edward Elric, dois garotos em jornada para encontrar a pedra filosofal e usá-la para restaurar seus corpos, que foram separados durante a tentativa mal sucedida de trazer a mãe deles de volta a vida.

Fumihiko Sori (Ping Pong, Ashita no Joe) irá dirigir, e o membro do Hey! Say! JUMP, Ryosuke Yamada (Assassination Classroom), interpretará Edward Elric. CGI será usado para recriar a armadura de Alphonse e emular os fantásticos efeitos da alquimia.

Confira o primeiro trailer de Fullmetal Alchemist na galeria de reprodução abaixo.

Fullmetal Alchemist tem no seu elenco: Ryōsuke Yamada como Edward Elric, Tsubasa Honda como Winry Rockbell, Dean Fujioka como Roy Mustang, Fumiyo Kohinata como General Hakuro, Ryuta Sato como Maes Hughes, Misako Renbutsu como Riza Hawkeye, Natsuna como Maria Ross, Natsuki Harada como Gracia Hughes, Yo Oizumi como Shou Tucker, Jun Kunimura como Doutor Marco, Yasuko Matsuyuki como Luxúria, Kanata Hongou como Inveja, Shinji Uchiyama como Gula e Kenjiro Ishimaru como Padre Cornello.

Fullmetal Alchemist

As filmagens do live action de Fullmetal Alchemist aconteceram na Itália de junho a agosto de 2016. O mangá já ganhou duas adaptações em anime para TV: Fullmetal Alchemist e Fullmetal Alchemist: Brotherhood.

Também foram produzidos dois filmes de animação: Fullmetal Alchemist the Movie: Conqueror of Shamballa e Fullmetal Alchemist: The Sacred Star of Milos. Além de videogames, light novels, e muito merchandise.

O filme estreia no dia 1 de dezembro nos cinemas japoneses.

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Quadrinhos

Confira a capa nacional de Zenith, de Grant Morrison

Como foi noticiado há uma semana, a Mythos Editora estará republicando Zenith, obra de Grant Morrison e Steve Yeowell, previsto para ser lançado em maio de 2017. Agora, foram divulgadas as informações técnicas sobre o primeiro volume, incluindo a sinopse e sua capa. Confira abaixo.

– Zenith – Volume 1
– Edição de luxo em capa dura
– 212 páginas em preto e branco
– Formato álbum (18,7 x 25,9 cm)
– Desaconselhável para menores de 13 anos
– Distribuição setorizada e venda permanente na loja virtual da Mythos
– Preço sugerido: R$ 74,90

Roteiro: Grant Morrison
Arte: Steve Yeowell

Sinopse: “CONHEÇA O MIRACLEMAN DE GRANT MORRISON! Zenith, um popstar egoísta e escroto, é o único herói em atividade depois da morte dos combatentes da segunda guerra e da dissolução da superequipe Nuvem 9, dos anos 1960. Infelizmente para o mundo, deuses sombrios de outra dimensão querem tomar o planeta… e somente Zenith, com um punhado de heróis aposentados da geração paz e amor, têm condições de derrotá-los! E não é só isso: o geneticista responsável pela criação dos superbritânicos e um milionário megalomaníaco se aliam num plano nefasto. Zenith vai precisar impedir a destruição de Londres e, ao mesmo tempo, confrontar seu passado! Tudo pela cabeça brilhante de GRANT MORRISON!“

Clique aqui para ler o preview do encadernado.

Serão lançados dois volumes compilando as quatro fases originais. No exterior foram quatro volumes com cerca de 100 páginas cada, enquanto aqui o número foi reduzido para dois volumes, com cerca de 200 páginas cada e tradução de Érico Assis, responsável pela adaptação de outras obras de Morrison como Os Invisíveis, Patrulha do Destino e Superdeuses.

Fique ligado na Torre de Vigilância para acompanhar as novidades!

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Games PC

Quake Champions | Slash é a nova personagem

A Bethesda anunciou através de um trailer a nova campeã de Quake Champion, intitulada Slash.

 Confira o trailer abaixo:

Slash fará parte dos campeões velozes e possuirá a habilidade denominada Rastro de Plasma, que ao ativá-la, a personagem deixará um rastro onde grandes danos nos inimigos serão feitos.

Quake Champions é exclusivo para PC e será lançado ainda nesse ano.

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Música Vitrola

Discografia Red Hot Chili Peppers

Pegue um tanto de punk, adicione umas pitadas de metal, misture com um bocado de funk rock e coloque em uma panela untada de rock psicodélico. Coloque apresentações ao vivo vestidos de lâmpadas, palhaços, cuecas ou simplesmente pelados. Jogue bastante pimenta só para dar um gosto forte e explosivo. A Torre de Vigilância traz na sua Vitrola a história dos californianos do Red Hot Chili Peppers. O embrião da banda foi fecundado em 1979, quando com apenas 15 anos Flea, Hillel Slovak e Jack Irons, eram amigos que nos intervalos das aulas da Fairfax High School em Los Angeles, tinham uma banda chamada Anthym, que tinha como um grande fã, um certo garoto magrelo chamado Anthony Kiedis. Em 1983 era formado o Tony Flow and the Miraculously Majestic Master of Mayhem (ufa!) já com Kiedis no vocal. Que mais tarde viria se tornar o Red Hot Chili Peppers.

A primeira formação do Red Hot Chili Peppers: Anthony Kiedis, Hillel Slovak, Flea e Jack Irons.

Entre mudanças de formação, drogas, morte por overdose, mais drogas, apresentações explosivas e uma saraivada de sucessos mundiais, o Red Hot Chili Peppers (que nessa matéria vamos chamar de RHCP) tem uma história bem consolidada como um dos gigantes do rock mundial.


Red Hot Chili Peppers (1984)

Com apenas seis meses de vida, a banda fechou com a EMI o seu primeiro contrato, mas surgiu um impasse envolvendo o guitarrista Hillel Slovak e o baterista Jack Irons. Ambos faziam parte de uma banda chamada What Is This? que tinha contrato com a MCA Records. E a dupla não levava muita fé que o RHCP fosse muito longe e se recusaram a gravar o álbum. Flea e Kiedis, que tinham a obrigação por contrato de gravar, recrutaram o guitarrista Jack Sherman e o baterista Cliff Martinez para o lugar dos ex-membros.

A gravação foi marcada pelas desavenças entre a banda e o produtor Andy Gill. O produtor queria que o disco tivesse um som mais propício para se tocar nas rádios. O grupo declarou na época que gostava mais das versões demo do que o disco oficial. Kiedis, em sua biografia, disse que se sentiu mal quando viu que Gill tinha escrito em um bloco de notas a palavra “merda” ao lado do título da música “Police Helicopter”. Apesar de não ter sido bem recebido pela criticam, a música “True Men Don’t Kill Coyotes” fica famosa graças ao seu clipe e se torna um sucesso.

https://www.youtube.com/watch?v=KvR86EwYNGU

Formação:

Anthony Kiedis – Vocal e guitarra rítmica
Flea – Baixo
Cliff Martinez – Bateria
Jack Sherman – Guitarra

Nota na história: O álbum Squeezed do What Is This? também não teve uma boa repercussão com os críticos, e os Peppers começaram a aumentar a sua lista de shows, apesar de não receberem muito pela turnê. Foi quando houve o primeiro racha na banda. Kiedis, Flea e Martinez não tinham bom relacionamento com Jack Sherman e este foi demitido da banda. Para seu lugar Hillel Slovak voltou para o grupo. Foi na mesma época em que Kiedis e Slovak começaram a usar heroína com mais frequência.


Freaky Styley (1985)

freaky

O segundo álbum do RHCP já foi mais bem sucedido do que o anterior. Chegando a vender 1 milhão de cópias em todo o mundo. Com produção de George Clinton, que era considerado o “Tio do Funk”, e a volta de Slovak na guitarra, a banda se refugiou no sítio do produtor. Onde foram gravavam, usavam cocaína e pescavam. Apesar de não ser um dos melhores trabalhos da banda, a crítica na época recebeu positivamente dando um gás para a carreira dos caras.

O relativo sucesso de Freaky Styley rende uma turnê pelos Estados Unidos inteiro e levam a banda, em 1986, para seus primeiros shows na Europa. O maior sucesso desse trabalho é a música “Jungle Man”, cujo o clipe é transmitido diversas vezes pela MTV.

Formação:

Anthony Kiedis – Vocal
Flea – Baixo
Cliff Martinez – Bateria
Hillel Slovak – Guitarra

Nota na história: Durante a turnê americana de Freaky Sytley, em um show em Grand Rapids em 1986, cidade natal de Anthony Kiedis, o vocalista faz a apresentação usando as meias (Socks on Cocks). Vocês sabem como é: pelado usando meia no órgão sexual. O que causa um escândalo e acaba taxando o cantor como “ovelha negra” da cidade. É quando acontece mais uma mudança na banda: Cliff Martinez é substituído por Jack Irons.

No mesmo ano o problema com as drogas chega a um nível mais alto, Kiedis estava abusando e perdeu a noção da realidade. Ele consumia drogas embaixo de uma ponte no centro de Los Angeles, andava em becos e tinha contato com algumas gangues. A coisa começou a afetar o desempenho da banda nos palcos, e o vocalista foi convidado a se retirar para cuidar do seu vicio. Kiedis com a ajuda do seu pai se interna em uma clinica de reabilitação.


The Uplift Mofo Party Plan (1987)

upplift

Enquanto Kiedis estava na reabilitação, o RHCP começava o processo de gravação do terceiro disco. Depois da recusa do produtor Rick Rubin de trabalhar com eles, Michael Beinhorn aceitou fazer o disco. “Me sugeriram trabalhar com o RHCP, já que ninguém na EMI sabia o que fazer com eles” disse Beinhorn uma vez. Nesse momento, Kiedis já estava ingresso na banda novamente, e depois de uma reunião com o novo produtor sobre a gravação, o vocalista falou que tinha planejado gravar em dez dias e escrever as músicas durante as sessões de gravação. A única letra que tinha pronta era “Figth Like a Brave”, escrita ainda durante a sua estadia na clinica.

Enquanto o álbum estava sendo gravado, Kiedis, que realmente estava limpo das drogas, mas sofria com a abstinência. O que afetava suas contribuições nas musicas. E depois de cinquenta dias sóbrio, desde a sua útima internação, o vocalista se rende mais uma vez ao vício. O processo de gravação se torna cada vez mais difícil, com os desaparecimentos de Kiedis para se drogar. Por mais que a banda não gostasse do retorno do vocalista para as drogas, o clima era agradável por ser o primeiro disco sendo gravado pela formação original do RHCP. Além de “Fight Like a Brave”, as músicas “Me & My Friends”, “Behind the Sun” e o cover de “Subterranean Homesick Blues” de Bob Dylan são os destaques do álbum. As criticas vieram das mais variadas formas, houve quem elogiasse muito o trabalho, mas tiveram alguns críticos que consideram o disco “impreciso”.

https://www.youtube.com/watch?v=doDBApOv2oM

Formação:

Anthony Kieds – Vocal e guitarra rítmica
Flea – Baixo
Hillel Slovak – Guitarra Líder
Jack Irons – Bateria

Nota na história: A EMI se recusou a lançar o disco se o RHCP não mudasse o nome da música “Party on Your Pussy”. Então ela foi renomeada como “Secret Song Especial Inside”. O disco criou uma base de fãs considerados cults, entre eles o jovem John Frusciante, que no futuro iria se tornar guitarrista da banda.

red socks

O RHCP sai em turnê pela Europa e na Inglaterra eles tiram a roupa e usando apenas as meias cobrindo os órgãos sexuais, fazem uma paródia da famosa foto dos Beatles na Abbey Road. Logo após, a EMI lança o The Abbey Road EP, um disco com apenas cinco músicas, incluindo o cover de “Fire” de Jimmy Hendrix. Em junho, a banda volta para os EUA onde ocorre a maior tragédia da sua história.

A Morte de Hillel Slovak

Kiedis e Slovak estavam cada vez mais se afundando nas drogas e a situação ia piorando. Foi quando ambos resolveram parar de usar heroína antes da turnê europeia. E fizeram um pacto de um ajudar o outro. Slovak sofreu muito com a abstinência, o que chegou afetar o seu desempenho durante as apresentações, chegando ao ponto de Slovak ter um colapso mental e ficou incapaz de realizar um show. Então ele foi substituído por DeWayne McKnight em algumas apresentações.

Hillel Slovak

Depois de voltar para a banda, Kiedis tentou ajudar tirar Slovak das drogas, o que acabou falhando. Ao retornar para os EUA, Slovak se isola do resto da banda. Semanas depois Flea recebe um telefonema, onde ele pensa primeiro que seria a noticia de que Kiedis havia morrido, mas era Slovak que tinha partido. O guitarrista foi encontrado morto pela policia em seu apartamento no dia 27 de junho de 1988. Segundo a autópsia ele tinha morrido em 25 de junho devido uma overdose de heroína.

O fato quase acabou com a banda. Jack Irons deixou a banda, alegando que não queria fazer parte de um grupo onde seus amigos estavam morrendo. Kiedis se isolou em uma vila mexicana onde ninguém o conhecesse para tentar se livrar do vício. E Flea parte para projetos paralelos. Hillel Slovak tinha apenas 26 anos quando faleceu.


Mother’s Milk (1989)

mother

Flea tinha acabado de se tornar pai e Anthony Kiedis retorna do seu isolamento, e a dupla começa a catar os cacos do RHCP. Continuar o sonho de Hillel Slovak vivo em manter a banda na ativa era o objetivo. Mas eles precisavam encontrar novamente um guitarrista e um baterista. Depois de rodarem muitos músicos nas posições, eles finalmente encontram o jovem John Frusciante de 18 anos. Nos primeiros shows, os fãs se impressionam com a semelhança de Frusciante com o finado Slovak. Não somente musicalmente, como até nos trejeitos. Frusciante idolatrava Slovak e buscava ser o mais próximo dele possível. Logo depois de uma concorrida e cansativa busca por um baterista, Chad Smith assume as baquetas da banda. Depois de terem escolhidos os dois membros, a banda saiu em uma pequena turnê chamada Positive Mental Octopus Tour tocando em alguns concertos e lugares menores para entrosarem os novos membros.

Kiedis, Flea, Chad Smith e John Frusciante a formação que fez mais sucesso

O processo de gravação do Mother’s Milk foi longo e desgastante. Principalmente entre John Frusciante e o produtor Michael Beinhorn, que constantemente discutiam. Beinhorn queria que o álbum tivesse riffs de guitarra no estilo heavy metal, o que não agradava Frusciante que deu para o RHCP mais melodia. Mesmo assim o álbum foi um grande sucesso comercial, vendendo 5 milhões de cópias mundialmente. Mesmo a critica especializada o considerando menos interessante do que o antecessor The Uplift Mofo Party Plan.

As faixas de mais destaque são “Higher Ground” cover do Stevie Wonder, “Knock Me Down” (homenagem ao Hillel Slovak), “Taste the Pain” e a inclusão de “Fire” gravada com a formação original no Abbey Road EP.

Formação:

Anthony Kieds – Vocal
Flea – Baixo
John Frusciante – Guitarra
Chad Smith – Bateria

Nota na história: O que tem de história nessa época… não está no gibi. Com o Mother’s Milk se destacando mais do que os outros trabalhos, a multidão de fãs também aumentou. Houve apresentações onde não foram capazes de acomodar o publico. Pela primeira vez a banda tem um ônibus de turnê próprio para rodar os EUA. Mas voltando à época da turnê Positive Mental Octopus Tour, uma estudante acusou o Anthony Kiedis de atentado ao pudor e má conduta sexual, o vocalista foi preso e liberado sob fiança.

Amsterdã 1989

No final da turnê do Mother’s Milk, depois de um show em Atlanta, Flea convidou uma mulher para seu quarto no hotel para relações sexuais, mas se trancou no banheiro porque sentia remorso ao pensar em sua esposa e na sua filha. Kiedis terminou o relacionamento de dois anos com a atriz Ione Skye e John Frusciante estava começando a entrar no mundo das drogas. Na véspera do ano novo de 1989 eles filmaram o show que fizeram na Long Beach Arena, intitulado como Psychedelic Sexfunk Live from Heaven. Onde foram mais de dez mil expectadores. Em março de 1990, o RHCP foram convidados para realizar a cobertura da MTV de férias da primavera na Flórida. No evento Flea e Chad Smith tentaram animar o publico e a situação saiu do controle. A dupla foi acusada de terem agredido sexualmente e verbalmente uma mulher que estava na plateia. Ambos foram presos e libertados após pagar fiança de $ 2,000.

A canção “Knock Me Down” entrou para a trilha sonora de Uma Linda Mulher (1990), o que alavancou ainda mais a fama da banda.


Blood Sugar Sex Magik (1991)

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O reconhecido sucesso. O que muitos consideram como um dos melhores disco de rock já feito (inclusive esse que lhe escreve). Depois de saírem da EMI e assinarem com a Warner Bros. Records, o RHCP lança seu quinto álbum de estúdio. O trabalho tem produção de Rick Rubin. Com letras que tocam em temas que variam de insinuações sexuais passando por drogas e morte, luxuria e preconceitos. Foi o álbum que finalmente elevou a banda ao posto de conhecida mundialmente.

A banda queria gravar em um lugar não convencional. Então Rubin sugeriu The Mansion, onde tinha sido a residência o ilusionista Houdini. Todos concordaram em gravar lá e ficar direto também, apesar de Chad Smith achar o lugar assombrado. O baterista era o único que não dormia lá. O disco foi gravado no esquema ao vivo no estúdio. Rubin queria pegar a energia do RCHP e jogar no álbum. O trabalho durou 30 dias, que rendeu um documentário intitulado Funky Monks.

Documentário Funky Monks

As músicas “Suck My Kiss”, “If You Have to Ask”, “Sir Psycho Sexy”, “Breaking the Girl”, “The Power of Equality” e a explosiva “Give It Away” se tornaram sucessos nas radios. “My Lovely Man” era mais uma homenagem ao amigo Hillel Slovak e a famosa balada “Under the Bridge” é uma autobiografia de Anthony Kiedis, onde ele fala do momento mais baixo da vida, quando usava heroína e cocaína debaixo de uma ponte. A crítica especializada se derreteu ao disco.

Formação:

Anthony Kieds – Vocal
Flea – Baixo
John Frusciante – Guitarra
Chad Smith – Bateria

Nota na história: Quando “Under the Bridge” estourou no mundo, as pessoas queriam saber onde era a tal ponte, e viviam perguntando para Kiedis. O vocalista respondia assim: “No centro da cidade, eu não quero falar sobre isso. Lá não é uma atração turística pelo amor de Deus. É um território de gangues, vocês estão procurando uma bala nos seus miolos?”.

Durante a turnê europeia, o RHCP foram avisados para não se comportarem de forma muito sexual no palco e não usarem as famosas meias. Mas eles fingiram concordar com as exigências e subiram no palco vestidos como damas da idade média. Foram expulsos do palco.

Cartazes dos shows na época.

A turnê do Blood Sugar Sex Magik tinham os shows abertos pelo Smashing Pumpkings. Depois de um tempo, o ex-baterista do RHCP, Jack Irons, ligou e perguntando se a sua nova banda poderia abrir os shows na próxima turnê. Essa banda era o Pearl Jam. Logo foi aceito. Mas com os shows começando a acontecer em estádios, os organizadores começaram a pedir que o Pearl Jam, que na época estava dando os primeiros passos, fossem substituídos por um grupo mais conhecido. Anthony Kiedis entrou em contato com Dave Grohl perguntando se o Nirvana poderia substituir o Pearl Jam. Grohl aceitou a proposta, mas Billy Corgan, vocalista do Smashng Pumpkins se recusou a tocar com o Nirvana, por ele ter tido um caso com a Courtney Love, que era então mulher de Kurt Cobain.

Kiedis VS Frusciante

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Com o estrondoso sucesso de Blood Sugar Sex Magik, John Frusciante começou a se sentir incomodado com o status que tinha adquirido. Ele preferia a banda no cenário underground, e acabou entrando em um estado de negação e depressão que acabavam afetando suas performances no palco. Frusciante foi lentamente se afastando do grupo e um ar de discórdia crescia. Quando o RHCP saiu em turnê na Europa, o guitarrista levou a sua namorada Toni Oswald. O que deixou Kiedis muito zangado, já que a banda tinha um pacto de nada de noivas ou namoradas na estrada. Em uma apresentação no Saturday Night Live, durante a apresentação de “Under the Bridge”, um desempenho abaixo do Frusciante irritou o vocalista. Veja a polêmica apresentação abaixo:

“Ele estava tocando como se fosse um mero ensaio. E não era. Estávamos na TV, ao vivo, para milhões de pessoas. Eu comecei a cantar o que achava que era o tom que ele estava tocando. Senti que estava sendo esfaqueado pelas costas e mostrando isso para toda a America, enquanto o cara estava em um canto, tocando algum experimento fora de sintonia,”.

Em 1992, minutos antes de subirem no palco para um show no Japão, Frusciante se recusou a tocar alegando que tinha saído da banda. Depois de muita conversa, o guitarrista concordou em fazer o show, mas afirmando que seria o seu ultimo. Um pouco antes da apresentação no Lollapalooza. O guitarrista Arik Marshall, que praticava até cinco horas por dia, assumiu para completar os compromissos. Assim Frusciante saiu da banda no auge.

Problemas ardidos como pimenta

O barco do RHCP tinha atingido o mais belo mar do sucesso mundial com o disco Blood Sugar Sex Magik, mas a tempestade que se instalou sobre eles não cessava. Em 1993 com Jesse Tobias na guitarra, a banda fez a sua primeira passagem pelo Brasil na quarta edição do extinto festival Hollywood Rock. Foi quando o Flea foi diagnosticado com fadiga crônica e teve que se afastar das atividades musicais durante um ano para se tratar. O ator e amigo particular da banda River Phoenix faleceu por insuficiência cardíaca induzida pelo uso de drogas aos 23 anos de idade. Flea era muito próximo do ator e se abateu ao ponto de piorar a sua doença.

Dave Navarro começa a sua passagem no Red Hot Chili Peppers

No meio desses turbilhões, o guitarrista Dave Navarro, que estava na época no Jane’s Addiction, foi convidado para entrar no RHCP. Seu show de estreia foi no Woodstock ’94. No clássico show em que eles estavam vestidos de lâmpadas. A banda fez uma breve turnê que incluiu abrir um show dos Rolling Stones. As declarações de Kiedis falando que abrir para os Stones era uma experiência horrível geraram uma grande polêmica da época, e para completar, o vocalista ainda teve uma recaída e voltou a usar drogas. Ao mesmo tempo aconteceu o suicido de Kurt Cobain. Flea em choque conta para o Kiedis que começa a fazer uma reflexão sobre a sua vida e escreve “Tearjeker” sobre a sua amizade com Kurt.

O RHCP recrutou mais uma vez o produtor Rick Rubin e foram para o Hawaii em busca de inspiração para o novo trabalho. O futuro álbum teve vários nomes durante o processo. Hypersensitive, Turtlehead, Black Fish Ferris Wheel, The Blight Album e The Good and The Bad Moods of The Red Hot Chili Peppers. Até escolherem o nome…


One Hot Minute (1995)

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O sexto álbum chega com uma ingrata missão: substituir o aclamado Blood Sugar Sex Magik. A inclusão de Dave Navarro na guitarra alterou consideravelmente na sonoridade dos RHCP, com riffs mais para o lado do Heavy Metal do que do Funk tradicional. E os últimos acontecimentos sombrios na banda ditam a levada das músicas. Com menos temas sexuais que os trabalhos anteriores, e explorando assuntos mais escuros como depressão, uso de drogas, angústia e luto. Kiedis havia retornado ao seu vicio em cocaína e heroína no ano anterior após permanecer sóbrio por mais de cinco anos, cantou em suas letras os temas mais sérios sobre drogas e seus efeitos mortais.

Navarro durante as gravações questionava os métodos de trabalho do RHCP. O que tornou o processo desconfortável para a banda. One Hot Minute foi um fracasso comercial, apesar de alcançar o quarto lugar na parada da Billboard e ter emplacado três sucessos radiofônicos: “Warped”, “Aeroplane” e “My Friends”. Na verdade o álbum foi incompreendido no seu lançamento. Hoje em dia muitos fãs da banda o consideram um dos melhores trabalhos do RHCP.

Formação:

Anthony Kieds – Vocal
Flea – Baixo
Dave Navarro – Guitarra
Chad Smith – Bateria

Nota na história: A confusa vida de Kiedis continuava a todo vapor. Agora envolvia a sua namorada Jamie de 17 anos. Os pais da menina não aprovavam o namoro com o rockstar, que na época tinha 31 anos. Dessa história nasceu a letra da música “Let’s Make Evil”. Depois de rodarem o mundo, a banda resolver tirar um período de férias enquanto planejava o novo álbum sem data de lançamento. Em 1998, Dave Navarro, anuncia a sua saída da banda para se dedicar ao seu projeto Spread.

A quase morte e retorno de John Frusciante

Desde que tinha saído da banda, John Frusciante estava envolvido com seu vicio em heroína em um grau tão alto que lhe causou falência e quase o matou. Chegou ficar internado em janeiro de 1998 e concluiu o processo em fevereiro do mesmo ano e se mudou para um pequeno apartamento em Silver Lake. Devido ao vicio ele adquiriu muitas lesões, que exigiu uma cirurgia onde ficaram cicatrizes permanentes nos braços, um nariz reestruturado e novos dentes para prevenir uma infecção fatal.

O guitarrista John Frusciante já bem debilitado pelo uso das drogas.

Por sua vez o RHCP estava mais uma vez na beira do abismo para o fim da banda. Com a saída de Navarro, Chad Smith e Flea só conseguiam ver Frusciante como o cara certo para a banda. Mas Kiedis era completamente contra ao retorno. Ele ainda guardava mágoas da época do Blood Sugar Sex Magik. Flea disse ao vocalista que o único jeito de o RHCP voltarem a dar certo seria com Frusciante na guitarra. Anthony Kiedis engoliu o seu orgulho e fez uma visita a John no hospital e pergunta se ele gostaria de voltar. Com os olhos cheios de lágrimas ele disse que sim.

Com um John Frusciante totalmente recuperado e livre do vício, o RHCP novamente estava completo e miraram no novo disco.


Californication (1999)

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Quando o clipe de “Scar Tissue” estreou na MTV, e nele mostra um cadillac encardido, surrado e acabado na estrada com seus quatro ocupantes com ferimentos, curativos e marcas de batalhas. Todo mundo entendeu a mensagem do RHCP. “Estamos voltando da guerra, estamos feridos mas estamos bem”. Com a produção de Rick Rubin mais uma vez e o retorno de Frusciante, o álbum entrou na lista dos 200 álbuns definitivos do Rock and Roll Hall Fame.

As letras ainda falam sobre sexo (normal na trajetória da banda) e também sobre viagens, globalização, suicídio, morte, drogas e luxúria. Uma penca de sucessos recheiam o disco. “Otherside”, “Californication”, o funkão “Around the World” e a, já citada na matéria, e vencedora do Grammy “Scar Tissue”. As letras eram basicamente inspiradas nas experiências de Anthony Kiedis. “Porcelain” surgiu depois que ele conheceu uma jovem mãe que tentava se curar do alcoolismo enquanto tinha que cuidar da sua filha bebê. O seu breve relacionamento entre Melanie Chisholm, a Mel C das Spice Girls rendeu a canção “Emit Remmus”, que é Summer Time (horário de verão em inglês) de trás pra frente.

Formação:

Anthony Kiedis – Vocal
John Frusciante – Guitarra
Flea – Baixo
Chad Smith – Bateria

Nota na história: Durante a turnê do Californication, eles se apresentaram no Woodstock ’99, o show infelizmente ficou famoso pelos atos de vandalismo, onde várias pessoas colocaram fogo em barracas, várias mulheres que haviam feito crowd surfinhg (processo onde alguém é passado por cima das cabeças de várias pessoas durante um show) e Mosh (também conhecido como roda-punk) foram estupradas. E a confusão se deu início quando a banda começou a tocar “Fire” seu já clássico cover de Jimmy Hendrix. Muitos meios de comunicação apontaram a banda e a música como estopim da balburdia. Algo absurdo é claro.

Woodstock ’99. esse dia foi louco.

Em 2001, aconteceu a clássica apresentação na noite de fechamento da terceira edição Rock In Rio. Muito mais tranquilo do que no Woodstock, o show teve um publico de 250 mil pessoas, maior publico da história da banda e do festival.


By the Way (2002)

by the way

Surfando a onda do sucesso mundial de Californication, depois de quase três anos de anos de turnê e com nenhum membro mais envolvido com drogas, o RHCP lança o seu oitavo disco de estúdio. Com grande participação de John Frusciante na composição, a sonoridade musical é bem emocional e comovente, se tornando para muitos como um dos discos mais leves da banda. Apesar do tradicional funk rock não ser tão forte nele, algumas faixas ainda traziam a identidade dos Peppers nelas.

“The Zephyr Song”, “By the Way”, “Can’t Stop” e “Dosed” viraram hits, as letras falam muito sobre amor, efeitos nocivos das drogas, tem uma referência ao finado guitarrista Hillel Slovak em “This Is the Place” e uma critica a mídia na canção “Throw Away Your Television”. By the Way fazia parte da Era da Tranquilidade que reinou na banda, vendeu mais de um milhão de cópias na semana de lançamento e foi bem recebido pelos fãs e pela critica especializada.

Formação:

Anthony Kiedis – Vocal
John Frusciante – Guitarra
Flea – Baixo
Chad Smith – Bateria

Nota na história: Durante a exaustiva turnê de By The Way, em novembro de 2003, a banda lançou o Greatest Hits, com sucessos da sua carreira e duas músicas inéditas: “Fortune Faded” e “Save the Population”. Também foi comercializado o Live at Slane Castle, gravado na Irlanda. Em 2004 é lançado o Live in Hyde Park, gravado na Inglaterra e rendeu dois CDs do show. Além de vários sucessos, faz parte do trabalho duas músicas inéditas “Rolling Sly Stone” e “Leverage os Space”.


Stadium Arcadium (2006)

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O novo trabalho do RHCP é ambicioso. Stadium Arcadium é um álbum duplo que tem nada mais, nada menos do que 28 faixas, Anthony Kiedis disse na época do lançamento que seria na verdade uma trilogia, com cada disco lançado a cada seis meses, mas mudaram os planos e lançaram como álbum duplo (algo inédito na história da banda até então) com 28 musicas e outras 10 canções como b-sides. Os discos se chamam Mars e Júpiter.

“Dani California”, “Tell Me Baby” e “Snow ((Hey Oh))” emplacaram como sucessos logo de imediato nas rádios. Stadium Arcadium recebeu sete indicações para o Grammy de 2007, sendo vencedor em quatro categorias: Melhor Performance de Rock em Dupla ou Grupo (Dani California), Melhor Canção de Rock (Dani California), Melhor Álbum de Rock, Melhor Disco em Edição Especial (Box) e Produtor do Ano para Rick Rubin.

Formação:

Anthony Kiedis – Vocal
John Frusciante – Guitarra
Flea – Baixo
Chad Smith – Bateria

Nota na História: Em 2008 a banda resolveu dar uma pausa em suas atividades, Anthony Kiedis disse em entrevistas que eles estavam cansados pois estavam desde o Californication (1999) trabalhando sem parar. No esquema grava-lança disco-saem em turnês-gravam disco de novo. E os membros resolveram tocar seus projetos paralelos ou simplesmente descansar. Kiedis pretendia passar mais tempo com o seu novo filho, Flea estava experimentando novas ideias musicais, Frusciante queria dar mais foco a sua carreira solo e Chad Smith estava lidando com a sua superbanda Chickenfoot, que além do baterista, faziam parte: Sammy Hagar, Joe Satriani e Michael Anthony.

John Frusciante lança seu décimo disco solo, The Empyrean, o trabalho tem participações de Flea e de Johnny Marr do The Smiths. Em dezembro de 2009 comunica ao publico que estava deixando a banda mais uma vez, sendo que dessa vez sem rancor nem brigas. Que eles apoiavam o guitarrista onde ele fosse feliz.

Com a saída de John Frusciante, Josh Klinghoffer assume a responsabilidade nas guitarras do RHCP

Anos mais tarde para a revista Billboard, o guitarrista falou que nunca tinha pensado em sair do RHCP, mas um dia no meio da turnê de Stadium Arcadium, Flea falou que queria tirar uma férias de dois anos. “Eu fiquei chocado, porque pensei que a gente estava com tudo e deveria continuar fazendo aquilo. Mas quando ele me disse aquilo pensei: ‘o que eu gostaria de fazer em dois anos se eu tivesse dois anos para fazer qualquer coisa que gostaria? ‘ então resolvi fazer aquilo que estava querendo. Correr atrás do meu som”.


I’m With You (2011)

I'm With You

O décimo álbum de estúdio mais uma vez é produzido pelo parceiro Rick Rubin e tem Josh Klinghoffer como novo guitarrista da banda. Anthony Kiedis, Flea e Chad Smith classificaram o trabalho como um novo recomeço. A escolha de Klinghoffer acabou sendo natural, ele era um colaborador musical que tinha se apresentado no final da turnê Stadium Arcadium. Logo após de oficializado, ele começou a compor as músicas do álbum. O guitarrista fez sua estreia para o publico como titular do RHCP quando tocaram “A Man Needs a Maid” do Neil Young.

O primeiro single “The Adventures of Rain Dance Maggie” foi lançado nas rádios em 15 de julho de 2011, sendo que foi lançada três dias antes do planejado, já que a música foi “vazada” na internet. “Monarchy of Roses” foi o segundo single do disco. A critica especializada ficou bem dividida em relação ao I’m With You, muitos gostaram do trabalho, enquanto outros sentiram falta de John Frusciante dizendo que foi uma perda praticamente irreparável.

E mais uma turnê mundial se seguiu…

Formação:

Anthony Kiedis – Vocal
Josh Klinghoffer – Guitarra
Flea – Baixo
Chad Smith – Bateria

Nota na história: No ano de 2011 o RHCP foi introduzido ao Museu do Rock and Roll. Anthony Kiedis disse que a parte mais emocionante foi lembrar do Hillel Slovak. E em 2012 eles entraram no Hall da Fama do Rock. Em março do mesmo ano foi lançado o 2011 Live EP, com cinco músicas ao vivo escolhidas por Chad Smith. Em primeiro de maio foi o dia do lançamento do Rock & Roll Hall of Fame Covers EP através de download digital, onde a banda tocava covers de artistas que influenciaram em sua carreira.


The Getaway (2016)

getway

Lançado no ano passado, é o primeiro trabalho, desde do Blood Sugar Sex Magik (1991) que não foi produzido por Rick Rubin. Quem assumiu a produção foi Danger Mouse. A justificativa foi que eles buscavam uma nova renovação para o seu característico som, e que uma mudança de olhar musical poderia dar certo.

Muitos falaram que o disco tem mais melodias e minimalista. Logo no começo já se sente a diferença. Sem o tradicional Funkão pesado que sempre abrem os discos dos Peppers, temos a faixa titulo bem calma e com um lindo refrão (comprovem depois). Com algumas faixas passando até pelo eletrônico e a participação de Sir Elton John em “Sick Love”, The Getaway foi classificado pela critica como um dos melhores trabalhos do RHCP.

Formação:

Anthony Kiedis – Vocal
Josh Klinghoffer – Guitarra
Flea – Baixo
Chad Smith – Bateria

Com uma história sólida no rock mundial o Red Hot Chili Peppers carregam multidões aos seus shows para verem seus vários sucessos e as performances arrebatadoras de Anthony Kiedis e Flea. As legiões de fãs se renovam cada vez mais. História essa que foi trilhada com muita autodestruição de alguns de seus membros. Drogas, sucesso, turnês, prisões, mortes e pelados com meias nesse caminho. Com um passado musical bem glorioso e um futuro renovado, ainda veremos muito as pimentas arderem nos palcos ao redor do mundo.

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Project Scorpio | Microsoft apresenta novo vídeo

Através do Digital Foundry um canal destinado a tecnologia no YouTube, a Microsoft divulgou informações detalhadas do hardware do seu novo e mais poderoso console, o Project Scorpio.

CPU: Oito núcleos de x86 cores com clock em 2.3GHz
GPU 40 unidades customizadas rodando em 1172MHz
Memória RAM: 12GB GDDR5
Memory Bandwidth: 326GB/s DDR3:
HDD: 1TB 2.5-inch
Drive óptico: 4K UHD Blu-ray

O Project Scorpio terá um processador de 8 núcleos e poder de 6 teraflops na GPU, o que vai possibilitar o uso de aparelhos de realidade virtual. Além disso, ele terá capacidade para rodar jogos em 4K. Ainda assim, a Microsoft garantiu que os jogos de Xbox One e Xbox One S serão compatíveis com a nova versão.

O Project Scorpio tem data de lançamento prevista para o fim de 2017.

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Doutor Estranho | O Método do Bizarro

O método do bizarro é o nome do primeiro arco do novo título mensal do Doutor Estranho. Foi lançado entre as edições 1-5 do título Doctor Strange Vol.4, com o roteiro de Jason Aaron e arte de Chris Bachalo. Atualmente, esse arco já foi finalizado na revista mensal do Doutor Estranho que a editora Panini está publicando.

A fase de Aaron e Bachalo com Stephen Strange vem sendo bastante elogiada, o que é um bom sinal para o personagem que, recentemente, teve um filme de sucesso no cinema e, agora, também está vivendo um bom momento nos quadrinhos.

Esse primeiro arco pode ser resumido como uma história introdutória, para quem não conhece o personagem e também para quem já conhecia, afinal, a última vez que o Doutor Estranho teve uma série regular mensal foi nos anos 80. Desde então, ele só fazia aparições nos títulos de outros personagens da Marvel e, eventualmente, ganhava minisséries.

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Doutor Estranho #1

“Os danos nos meus nervos nunca se curaram totalmente. Minhas mãos ainda doem e tremem a maior parte do tempo. É por isso que minha caligrafia é atroz, mesmo para um médico. E é por isso que deixo meu assistente, Wong , cozinhar. Mas quando lanço um feitiço do livro de Vishanti … Bom, veja por sim mesmo. Nenhum tremor a vista. O que é ótimo, já que estas mãos são tudo o que se interpõe entre vocês e as forças das trevas. “  – Citação de Doutor Estranho #1.

Como já citado, a história começa introduzindo brevemente a origem do Doutor e ainda traz alguns elementos novos que enriquecem o personagem.  Ainda no começo, também é explicada a função do Mago Supremo e algumas “leis” da magia, leis entre aspas porque não são exatamente leis, estão mais para consequências da magia.

“Quanto mais forte  o soco, mais você se machuca. Essa é a lição mais importante para um mago.”  – Fala do Ancião para Stephen em um flashback.

Doutor Estranho #1
Doutor Estranho #1

A problemática principal da trama envolve o aparecimento recorrente de criaturas de outras dimensões que não deveriam aparecer na Terra. E, nesse contexto é inserida a personagem Zelma Stanton que, inicialmente, é uma pessoa que precisa de uma cirurgia fora do comum e por isso procura o Doutor Estranho. No final do arco ela acaba se tornando a bibliotecária do Sanctum Sanctorum de Stephen.

Um elemento novo e muito interessante no universo místico do Estranho é a inserção do Bar Sem Portas, que nada mais é do que um lugar em que os magos se encontram para um Happy Hour e também para discutir acontecimentos envolvendo magia. Algumas figuras místicas já conhecidas do Universo Marvel frequentam esse bar, como a Feiticeira Escarlate, Doutor Vodu, Shaman, Magia e Daimon Hellstrom.

Em uma das reuniões de Stephen com seus colegas magos é mencionado que há algo estranho acontecendo com a magia e isso envolve a recorrente aparição de criaturas que não deveriam aparecer na terra. Aqui, é onde começa as pistas para o próximo arco, intitulado os “Os Últimos dias da Magia”.

Durante as cinco primeiras edições que compõe o primeiro arco, são deixadas diversas dicas e plots em aberto, que posteriormente são trabalhados. E isso envolve a morte de magos de vários universos, a morte da magia, e também um novo antagonista chamado Empirikul.

Doutor Estranho #2
Doutor Estranho #2

Agora, vamos falar da arte de Chris Bachalo, que já é um velho conhecido dos leitores de quadrinhos, principalmente por ter ilustrado diversas fases dos  X-Men e uma minissérie da Morte de Sandman. Ele não é um desenhista que agrada a todos e até divide opiniões por causa de seu traço com influência do traço oriental dos Mangas. Os seus personagens não têm um físico escultural, que é o mais comum nos quadrinhos de super-heróis, e a anatomia pode parecer estranha em alguns momentos e é exatamente por isso que ele se encaixa perfeitamente nesse título.

Stephen Strange não é um super-herói com corpo escultural, pelo menos não em sua criação por Steve Dikto, e também está fora do padrão comum de beleza, talvez esteja em um padrão de beleza mais excêntrico. Bachalo consegue transmitir satisfatoriamente as peculiaridades do Doutor Estranho e também de toda a maluquice envolvendo monstros e magia,com muita riqueza de detalhes.

Em relação à escrita é preciso dizer que os textos de Jason Aaron são ótimos. Não é a toa que o escritor foi premiado na categoria de Melhor Escritor do Eisner Awards 2016 por Star War, Doutor Estranho, Thor e Southern Bastards. Aaron utiliza muito bem os diálogos e as caixas de pensamentos para caracterizar Stephen Strange e os personagens secundários da história e também para criar uma trama envolvente.

Doutor Estranho #3
Doutor Estranho #3

O método do bizarro é um arco bastante satisfatório. Introduz diversos elementos novos para uma nova era do Mago Supremo da Marvel. Ao mesmo tempo que arrebata novos leitores com diversos mistérios, também encanta leitores antigos como novos desenvolvimentos que enriquecem o Doutor Estranho.

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Injustice 2 | Alianças despedaçadas parte 4

Continuação de alianças despedaçadas, a Warner Bros Games divulgou a parte 4 da série de vídeos que estão mostrando mais da história de Injustice 2

Confira o trailer abaixo:

 Injustice 2, se passará logo após de God Among Us, onde Batman e seus seguidores tentam manter a paz na sociedade novamente, enquanto o regime do Superman volta aos poucos a vida.

Até o momento, foram confirmados mais de 20 personagens jogáveis! Para mais informações do game clique aqui.

Injustice 2 será lançado em 16 de Maio para Playstation 4, XBOX ONE e PC.

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Quadrinhos

Penny Dreadful | HQ que continua a série ganha trailer

A Titan Comics divulgou hoje um trailer com algumas artes de Penny Dreadful: The Awakening. A história passa seis meses depois de onde se encerrou a série televisiva.

https://www.youtube.com/watch?v=D0q3hZtFRWM

A trama vai focar em Ethan Chandler tentando seguir a sua vida sem Vanessa. Mas as forças do mal logo se levantam e Chandler se vê mais uma vez na batalha contra a escuridão. Confira as capas e algumas páginas na galeria abaixo:

Na equipe criativa de Penny Dreadful: The Awakening #1 está Chris King no roteiro, ele foi produtor executivo da série, e a arte será de Jesús Hervás. Penny Dreadful foi criada por John Logan e durou três temporadas.

 

 

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