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Primeiras Impressões | Boruto: Naruto Next Generation

Após 15 anos de exibição, Naruto, um dos animes mais populares mundialmente, finalizou a sua jornada com o total de 720 episódios, contabilizando a fase Clássica e a Shippuden, e também os odiados fillers (inclusive, fizemos uma Guia dos Episódios sem os fillers. Confira aqui).

E mesmo depois de ser finalizado, Naruto não acabou nem quando acabou, então surgiu Boruto: Naruto Next Generation, focando no legado de Naruto e seus amigos.

Abertura de Boruto:

https://www.youtube.com/watch?v=9prtl1aVcdM

O primeiro episódio de Boruto estreou dia 05 de Abril e teve um início no mínimo interessante. A história começa do final, no auge de uma batalha entre Boruto e um garoto misterioso chamado Kawaki, que diz que a era dos shinobis acabou, e fará com Boruto o mesmo que fez com seu pai, o que pode ser um indício da morte de Naruto futuramente. E, então, o nosso novo protagonista veste uma bandana de Konoha que está riscada, que normalmente é usada por  ninjas renegados, e utiliza um poder ocular que pode ser um Byakugan, mas também parece ser diferente do de sua mãe, Hinata.

boruto-byakugan
Boruto e seu Byakugan

Passado o combate entre Boruto e Kawaki em um futuro aparentemente distante, o foco muda para um Boruto ainda criança, que não ingressou na academia ninja mas já se garante no Ninjutsu, diferente de seu pai quando tinha essa mesma idade. Além da aparente prodigiosidade do filho de Naruto, há outras diferenças entre pai e filho, como o fato de Boruto ter uma família e amigos, logo, os dilemas a serem enfrentados pelo protagonista serão diferentes do que vimos durante a trajetória do Naruto.

É interessante notar que, apesar de se tratar do mesmo universo que já é conhecido há 15 anos, algumas coisas soam como novas, como a modernização de Konoha frente às tecnologias, ou a presença de corporações no mundo ninja.

Fazendo uma aposta para o que vem no futuro do anime, chuto que a presença de tecnologias no mundo ninja está diretamente ligada ao fim da era dos Shinobis que é mencionado por Kawaki.

Kawaki
Kawaki

Em relação aos personagens secundários, não há muito que falar, pois apareceram pouco e devem ser apresentados aos poucos. Em um primeiro momento temos o Shikadai, filho do Shikamaru e da Temari, que inclusive, tem a mesma personalidade do pai, e é amigo próximo de Boruto devido à amizade de seus pais.

Há também um personagem novo, Denki, que foi criado especialmente para o anime. Ele é filho de um dono de uma corporação, e que por acaso se tornou amigo de Boruto ao ser salvo pelo rapaz. Futuramente, deve haver uma trama para ele, pois ele é possuído por uma aura negra misteriosa, que inclusive é o motivo de despertar o Byakugan diferente que Boruto possui.

Shikadai e Denki
Shikadai e Denki

Sarada Uchiha, filha do Sasuke e da Sakura, e Mitsuki, criação do Orochimaru, serão coprotagonistas do animes, mas ainda não ganharam espaço em tela. Sarada aparece brevemente, mas Mitsuki nem deu as caras no anime ainda.

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Mitsuki e Sarada

Talvez o ponto mais positivo dessa nova era de ninjas seja o retorno à raiz clássica de Naruto, em que há uma forte presença de combate corpo a corpo entre os ninjas, e não dependem só de técnicas especiais envolvendo poderes especiais exagerados, que foi um rumo natural de Naruto, mas em certo ponto se tornou desgastante.

Konohamaru e Boruto
Konohamaru e Boruto

Boruto: Naruto Next Generation tem um começo intrigante, que ao mesmo tempo é familiar aos fãs antigos, mas também é novo. Se será bom ou não, só descobriremos com o tempo, mas com certeza será uma jornada que deve durar alguns anos.

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É um pássaro? É um avião? | Vídeo criado por fã mostra os Supermen no Multiverso

Como seria o encontro dos Supermen? Pensando nisso, o AList Productions respondeu essa questão com um trailer intitulado Superman Multiverse. Confira abaixo o resultado.

No vídeo, podemos reconhecer: Christopher Reeves, Dean Cain, Brandon Routh, Tom Welling, Tyler Hoechlin e Henry Cavill.

Cavill poderá ser visto em Liga da Justiça, cuja estreia está confirmada para novembro deste ano.

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Cinema

Agente da U.N.C.L.E. | Roteiro da sequência está sendo desenvolvido

Apesar do desempenho da bilheteria em 2015, de acordo com o ator Armie Hammer, parece que a sequência de Agente da U.N.C.L.E. está em atual desenvolvimento.

”Liguei para Lionel Wigram, o produtor do filme, e ele e Guy produziram e escreveram tudo. Eu estava tipo: ‘Cara, qual o problema? Fico perguntando sobre essa merda toda hora. Você pode apenas escrever uma sequência?’ e ele: Sabe de uma coisa: Sim, foda-se, eu farei isso. Claro, vou escrever uma sequência.”

”Hoje é o primeiro dia que eu realmente contei a alguém sobre essa história. Aparentemente, a sequência está sendo escrita agora. Sem pressão, Lionel!”

Hammer interpretou Illya Kuryakin no filme, que também contava com Henry Cavill no papel do Napoleon Solo.

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Velho Logan | Fúria Selvagem

Fúria Selvagem é o primeiro arco da revista do Velho Logan após a saga Guerras Secretas. Foi lançado entre as edições 1-4 do título Old Man Logan Vol.2, com roteiro de Jeff Lemire, desenho de Andrea Sorrentino, e colorização de Marcelo Maiolo.

Após a minissérie de quatro edições do Velho Logan que foi lançada durante Guerras Secretas, Logan foi um dos sobreviventes do Mundo Bélico que foi parar no universo principal da Marvel, agora chamado de Universo Prime, e passou a integrar o elenco de personagens principais da editora.

Antes de tudo, explicarei o que foi a saga Guerras Secretas de um modo bem simplista para um entendimento mais completo do texto.

Quando o Multiverso Marvel estava morrendo, surgiu alguém muito poderoso, com poder para salvar fragmentos de diversos universos. E, assim, nasceu o Mundo Bélico, criado de pedaços de diversos universos mortos, e regido por um monarca que foi considerado Deus. Um dos universos que integram esse mundo é o do Velho Logan, criação de Mark Millar e Steve McNiven em um universo alternativo apocalíptico.

Old Man Logan Vol.1 #5
Old Man Logan Vol.1 #5

Não é necessário ter lido nada do que já foi lançado do Velho Logan para entender esse novo título do personagem. Porém, enriquece a experiência já ter lido Guerras Secretas de Jonhathan Hickman e Esad Ribic, a minissérie Velho Logan de Brian Michael Bendis e Andrea Sorrentino, e o arco Velho Logan de Mark Millar e Steve McNiven.

O roteirista Jeff Lemire utiliza estratégias narrativas para situar o leitor com acontecimentos que são importantes para o desenvolvimento da trama, e também insere novas camadas de profundidade dentro do que já foi apresentado. Portanto, acompanhar ou não o que veio anteriormente, fica a cargo do leitor.

Old Man Logan Vol.2 #1
Old Man Logan Vol.2 #1

A narrativa de Lemire já começa com o Velho Logan acordando atordoado em um mundo diferente, que não é dominado por vilões e não está destruído. Logan logo percebe que está no passado, mas não tem certeza se é o seu passado, mas está em um mundo que ainda existe esperança de ser salvo, em um mundo que ele ainda pode salvar sua família. E, então, ele decide começar uma caçada aos principais culpados pela morte de seus entes queridos, a fim de que seu futuro trágico não aconteça.

Como o próprio nome do arco diz, Logan está de volta a sua raiz selvagem. Não mais chamado de Wolverine, nem um X-Men, nem um herói, apenas Logan, um homem com uma fúria selvagem tentando evitar que um futuro trágico aconteça.

Durante as quatro primeiras edições que compõe o arco, Lemire fica alternando a narrativa entre o presente do Universo Prime e o futuro apocalíptico do Velho Logan, levando o leitor a questionar se de fato o futuro do Logan é o futuro do Universo Marvel principal, e não uma realidade alternativa.

A cada edição são apresentados conflitos de um Logan traumatizado e com medo de que seu futuro se concretize. E nesse contexto, algumas figuras importantes do universo do Velho Logan de Mark Millar são inseridas na trama.

Old Man Logan Vol.1 #1
Old Man Logan Vol.1 #1

O arco conclui com Logan enxergando a possibilidade de que o presente em que está vivendo talvez não seja o seu passado, mas uma nova chance. Apesar de ter perdido tudo no futuro, no presente, percebe que os X-Men ainda estão vivos, portanto, ainda há esperança.

“Se passar tempo o bastante tentando fugir do passado e mudar o futuro, você começa a esquecer que ainda está vivo neste momento. O passado se foi. E o amanhã pode trazer todo o inferno que eu mais temo. Mas hoje… hoje é muito bom se sentir vivo.” – Velho Logan Vo.2 #4

Old Man Logan Vol.2 #2
Old Man Logan Vol.2 #2

Em relação arte, que ficou a cargo de Andrea Sorrentino e Marcelo Maiolo, a dupla casou perfeitamente com a proposta do título. As ilustrações ao mesmo tempo em que são escuras para combinar com o tom da trama, nos momentos de ação e ~SNIKT~ do Logan, ganham cores vivas com um fundo vermelho, que remete a violência, e deixam as sequências de ação bem visíveis e detalhadas.

A composição dos cenários também é algo a se prestar atenção, pois estão recheados de easter eggs, como a cena que Logan faz uma referência a Cavaleiro das Trevas de Frank Miller.

Old Man Logan Vol.2 #1
Old Man Logan Vol.2 #1

A estreia do Velho Logan no universo principal da Marvel começou muito bem, resgatando alguns elementos que os fãs do carcaju sentiam falta, como a dualidade entre homem e besta, e a sua busca por um lugar no mundo.

Para quem assistiu o filme Logan e gostou,  aqui está uma ótima oportunidade de começar a acompanhar o personagem nos quadrinhos também.

 

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Resenha | Mitologia Nórdica de Neil Gaiman

Mitologia Nórdica é o mais novo livro de Neil Gaiman. Com lançamento em janeiro de 2017, a obra chegou apenas um mês depois no Brasil pela editora Intrínseca em uma versão lindíssima de capa dura contendo o total de 288 páginas.

“Neil Gaiman tem sido inspirado pela mitologia antiga na criação dos reinos fantásticos de sua ficção. Agora ele volta sua atenção para a fonte, apresentando uma versão bravura das grandes histórias do norte.

Na mitologia nórdica, Gaiman permanece fiel aos mitos ao prever o maior panteão dos deuses nórdicos: Odin, o mais alto dos altos, sábios, ousados ​​e astutos; Thor, filho de Odin, incrivelmente forte, mas não o mais sábio dos deuses; E Loki-filho de um irmão de sangue gigante para Odin e um malandro e insuperável manipulador.

Gaiman modela essas histórias primitivas em um arco romântico que começa com a gênese dos nove mundos lendários e mergulha nas façanhas de deidades, anões e gigantes. Uma vez, quando o martelo de Thor é roubado, Thor deve disfarçar-se como uma mulher – difícil com sua barba e enorme apetite – para roubá-lo de volta. Mais pungente é o conto em que o sangue de Kvasir – o mais sagaz dos deuses – se transforma em um hidromel que infunde bebedores com poesia. O trabalho culmina em Ragnarok, o crepúsculo dos deuses e o renascimento de um novo tempo e de pessoas.

Através da prosa hábil e espirituosa de Gaiman surgem esses deuses com suas naturezas ferozmente competitivas, sua susceptibilidade a ser enganados e enganar os outros e sua tendência a deixar a paixão inflamar suas ações, fazendo com que esses mitos há muito tempo respirem uma vida pungente novamente.“ – Skoob

Edição brasileira
Edição brasileira

Gaiman já começa a introdução do livro falando de sua paixão pela mitologia nórdica e sua preferência por ela em detrimento de outras mitologias, algo que é bem notável, considerando a presença de elementos e figuras nórdicas em dois dos maiores trabalhos do escritor: Sandman e Deuses Americanos.

Em Sandman, existe algumas referências à mitologia nórdica, como Matthew, o corvo de Morpheus, que lembra Munin e Hugin, os corvos de Odin. Na história, ainda há a presença de figuras da mitologia nórdica como Loki, Thor e Odin, que estão presentes durante o arco Estação das Brumas.

Matthew e Morpheus em Sandman
Matthew e Morpheus em Sandman

Já em Deuses Americanos, a abordagem de Deuses é abrangente e inclui figuras mitológicas de diversas culturas, porém, há uma predominância de elementos da mitológica nórdica, como o misterioso Wednesday, que na verdade é Odin, e o protagonista Shadow Moon, que se especula que seja Balder, filho de Odin e Frigg.

Wednesday e Shadow em imagens promocionais da série de TV "Deuses Americanos"
Wednesday e Shadow em imagens promocionais da série de TV “Deuses Americanos”

Assim como muitas pessoas, o primeiro contato de Gaiman com a mitologia nórdica foi com a versão romantizada pela Marvel Comics do Poderoso Thor de Jack Kirby e Stan Lee. Posteriormente, o escritor se aprofundou no Universo Nórdico por meio de outras fontes.

Quem já teve contato com as histórias em quadrinhos do Thor, perceberá diversas semelhanças com os contos deste livro, afinal, compartilham da mesma fonte de origem, a Mitologia Nórdica. Contudo, a abordagem trazida por Gaiman é diferente, o que torna a obra mais interessante. Torna-se um olhar novo para quem só conhece a versão nórdica dos quadrinhos da Marvel. E para quem não conhece, é uma ótima oportunidade de conhecer.

Thor por Jack Kirby
Thor por Jack Kirby

Gaiman nos traz uma série de contos, com deuses que não são muito heroicos e nem muito inteligentes, com exceção de Loki, que está presente em praticamente todas as histórias e se mostra um exímio manipulador e agente do caos, mas não é exatamente um vilão, como é popularmente conhecido, está mais para um mal necessário e em certos momentos até soa como herói.

Uma característica comum a todas a mitologias é a tentativa de explicar o mundo com histórias envolvendo deuses, monstros e heróis. Na mitologia nórdica não é diferente. Há contos que explicam fenômenos do mundo, como a criação do mundo (Antes do principio, e o que veio depois),  ou de onde vêm os terremotos (Os Últimos dias de Loki), e também há um mito bastante divertido sobre sobre a origem do dom dos poetas (O Hidromel da Poesia).

Conto presente no livro
Conto presente no livro

A narrativa segue uma ordem que vai da criação do início de tudo com a criação dos Nove Mundos até o fatídico Ragnarok (Crepúsculo dos Deuses). Porém, não é necessário acompanhar nessa ordem, pois não afeta a experiência, podendo degustar os contos aos poucos sem se preocupar com a continuidade.

O escritor foi bem eclético no modo de contar cada mito. Há uma variação do tom das histórias entre um conto e outro, alguns com mais comicidade, outros mais reflexivos e até trágicos,  o que torna a leitura uma experiência bem diversificada.

Como é dito pelo próprio escritor, os contos não são extremamente fieis as versões originais e podem divergir em alguns aspectos, até porque essas histórias eram transmitidas oralmente pelos povos Vikings e, por isso, muita coisa se perdeu ou criou-se mais de um versão do mesmo mito. Gaiman mantém-se o mais fiel possível e até acrescenta alguns detalhes que enriquecem algumas histórias já conhecidas.

Yggdrasil e os noves reinos
Yggdrasil e os noves reinos

Mitologia Nórdica é um ótimo livro para quem conhece pouco ou nada do mundo dos mitos nórdicos. Tem uma linguagem simples e acessível, que traz contos com tons que variam entre o cômico e o trágico.

Garanta o seu exemplar. Aprenda sobre os mitos nórdicos e, quando estiver ao redor de uma fogueira com seus amigos, compartilhe essas histórias bebendo um hidromel e lembrando que as pessoas já acreditaram que existia uma bebida capaz de conceder o dom de cantar poemas épicos, ou que o barulho de um trovão pode ser a fúria de Thor, e que um terremoto é Loki sendo castigado, ou que a responsável pelo formato da Terra é a Serpente de Midgard.

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Direto dos anos 90 | Marvel lançará capas variantes dos X-Men de Jim Lee

Como uma canção da fênix, a franquia X-Men vem renascendo com força em 2017. Primeiro com o sucesso do filme Logan, e também com o sucesso inesperado de Legion, série de TV da FOX. Indo para os quadrinhos, temos uma nova onde de quadrinhos mutantes que incluem X-Men: Gold, X-Men: Blue, Arma-X, Jean Grey, Homem de Gelo, Cable e Surpreendentes X-Men.

Para celebrar a estreia do novo quadrinho de  Surpreendentes X-Men em Julho, a Marvel lançará uma linha de capas variantes com a arte remasterizada e recolorida dos X-Men da Era Jim Lee dos anos 90.

Originalmente com o desenho de Jim Lee e coloração de Scott Williams, os coloristas Jesus Aburtov, Israel Silva & Chris Sotomayor aplicaram técnicas modernas em artes dos X-Men que foram lançadas como cards de troca, e transformarão em capas variantes.

Confira as variantes divulgadas até agora:

 

As capas variantes serão lançadas em diversos títulos da Marvel em Julho nos EUA.

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Quadrinhos

Homens-Aranha | Mistério sobre Miles Morales finalmente será revelado

Em 2012, a Marvel Comics lançou um minissérie de cinco edições que contou com a primeira parceria entre Peter Parker, o Homem-Aranha, e o novato Miles Morales, Homem-Aranha do Universo Ultimate.

A mini foi intitulada de Spider-Men (Homens-Aranha). O roteiro é de Brian Michael Bendis e a arte é de Sara Pichelli. A história fez sucesso entre os fãs do Aranha, e, no final, deixou uma grande mistério sobre quem seria o Miles do Universo Marvel 616. 

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Capa de Spider-Men #1

De 2012 pra cá, muitas coisas aconteceram, incluindo o fato de Miles Morales não ser mais um personagem do Universo Ultimate. Agora, o garoto integra o universo principal da Marvel, é membro dos Vingadores, e os dois Homens-Aranhas se encontrarem se tornou algo comum.

O mistério envolvendo Miles já tinha até sido esquecido, até que a Marvel divulou um teaser revelando que finalmente os leitores teriam uma reposta para questão que foi levantada há cinco anos atrás.

Não se sabe como acontecerá essa revelação, mas, segundo a Marvel, será em breve. Então, fiquem atentos.

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Quadrinhos

Jornada para Star Wars: Os Últimos Jedi | Capitã Phasma ganhará quadrinho solo na Marvel

A Marvel Comics anunciou uma minissérie de quatro edições com a Capitã Phasma, personagem introduzida em Star Wars: O Despertar da Forçar, interpretada por Gwendoline Christie. 

O roteiro da mini será de Kelly Thompson (Capitã Marvel e Gaviã Arqueira) e o desenho será de Marco Checchetto (Gamora e Justiceiro).

A história se passará após os eventos de Star Wars: O Despertar da Força e começara mostrando a fuga da Capitã Phasma da nova Estrela da Morte que foi comprometida no final do filme.

captain-phasma-1-cover

Star Wars: Capitã Phasma estreia em setembro nos EUA e servirá com um preludio para o novo filme de Star Wars que estreia no final desse ano.

Além do quadrinho, Phasma também ganhará um livro escrito por Delilah S. Dawson.

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Alena | O amor e o terror com os traumas da adolescência

Um transtorno psicológico supõe uma alteração do comportamento e da razão de uma pessoa. Ao vivenciar algo extremamente chocante, um tipo de trauma, o acontecido acaba por alterar a estrutura mental de uma pessoa e deixa sequelas profundas. Alena, graphic novel sueca publicada no Brasil pela AVEC Editora, é uma história de terror que, entre diversos temas, fala sobre a psique de uma adolescente que deve lidar com as descobertas de sua sexualidade, bullying, aceitação e compreensão social, todos assuntos perturbadores para uma garota da sua idade.

Na obra criada por Kim W. Andersson, o autor demonstra uma exímia capacidade em retratar o que há de pior nas pessoas durante a adolescência. A história se passa na Suécia, numa escola privada de bom status, onde a jovem Alena é bolsista. Há um ano, ela e sua amiga Josefin passaram por uma situação, desenvolvida ao longo do álbum, que tornou a vida da protagonista um verdadeiro inferno: Josefin morreu neste fatídico dia, e o fardo da sua morte caiu sobre os ombros de Alena, que passou a ser ainda mais maltratada pelos outros alunos, cheios de preconceitos e incertezas. A grande questão é que, desde a tragédia, a garota consegue verdadeiramente interagir com sua amiga morta.

Toda a trama gira em torno de um mistério e das descobertas a respeito não somente do passado da personagem, como também dos coadjuvantes. Alena sofre bullying (físico, moral e sexual) constante de Filippa, a típica garota fútil e invejosa presente na vida de qualquer pessoa, que não mede esforços para humilhar quem ela julgar como inferior. Filippa, que é capitã do time de lacrosse, nutre uma inveja especial pela protagonista graças ao garoto Fabian, um dos poucos que tentam (sem muito sucesso) ajudar a “estranha” e “perturbada” personagem principal.

Não bastasse todo o inferno causado por Filippa, Alena lida com muitas dúvidas. Sua sexualidade é abordada de uma forma muito real, com dois pesos a puxando constantemente para um ou outro lado. Josefin é uma alegoria que representa todas as dúvidas da garota, a parte que sempre a puxa para o lado pessimista da vida. A existência da amiga morta, interagindo com Alena o tempo todo, cria um aspecto misterioso ao redor de sua presença física no decorrer da história. Nos momentos em que ela está sozinha, a arte assume tons de laranja e roxo, cores que representam vitalidade e sucesso (laranja) e espiritualidade, magia e mistério (roxo), criando um estilo que pode ser interpretado como a persistência que permite Josefin ainda existir, e o que de tão misterioso a faz viver após a morte.

O autor é muito bem sucedido em unir os elementos citados acima com uma arte cinematográfica e expressiva, para criar não somente bons e memoráveis momentos, como também para chocar bastante. A violência é esbanjada em graus que se elevam a cada capítulo, e todo o sanguinolento desenvolvimento cria dúvidas na cabeça do leitor com relação ao que está acontecendo. Afinal, o que Josefin representa na vida da “heroína” desta história? O que ainda precisa ser contado? A condução desta aventura trágica é apoiada por uma narrativa rápida, plot twists tensos e uma cadência que lembra bons filmes do tema. A dicotomia entre a vilania e o heroísmo também se faz presente, aumentando a angústia no decorrer das páginas.

As figuras adultas, retratadas como seres indiferentes, também soam reais. Durante boa parte da adolescência, muitos adultos simplesmente não entendem ou não se importam com o que se passa na cabeça dos jovens, e quem tenta ajudar acaba piorando a situação. Este tipo de situação ocorre de maneira similar com a conselheira do colégio de Alena, focada (também sem muito sucesso) em desvendar a mente da aluna que vem sofrendo tanto. Os outros professores, e até mesmo o diretor, basicamente aparentam não se importarem tanto com o que está acontecendo. E a garota está no fogo cruzado entre o desprezo e a superficial colaboração por parte de uma minoria.

O desfecho surpreende e fecha pontas soltas. Muitos dos acontecimentos mostrados em capítulos prévios, ao alcançar o final da história, tornam-se puramente interpretativos. Ao tentar decifrar a mente de Alena o leitor acaba mergulhando nas possibilidades, tentando explicar as coisas baseando-se na realidade. E os sentimentos de Alena, postos em xeque ao longo de tanto sofrimento, recebem um final inesperado, demonstrando não somente o que Josefin representou na vida da protagonista como também o quanto a angústia afetou seu psicológico: a prova definitiva de como as dúvidas podem transformar a vida de alguém num verdadeiro terror, tal qual um amor psicótico. Especialmente num período tão sensível da vida como é a adolescência.

A obra foi vencedora do Swedish Comics Academy’s Adamson, prêmio de quadrinhos de maior importância da Suécia, além de ter sido publicada nos EUA pela Dark Horse, casa de famosas séries como Hellboy e Conan.

O autor possui outras séries publicadas, como Love Hurts, de 2009 – onde estabeleceu seu estilo de contar histórias – e Astrid, série protagonizada por uma aventureira espacial. A graphic novel Alena foi adaptada para o cinema, com um longa dirigido e roteirizado por Daniel di Grado, com textos de Kerstin Gezelius e Alexander Onofri.

Alena possui 120 páginas em papel couché 115g fosco encadernadas em capa cartão no formato 19 x 28 cm e valor de capa sugerido de R$ 59,90.

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Fear The Walking Dead | Série é renovada para quarta temporada

A série Fear The Walking Dead, responsável por narrar os acontecimentos anteriores ao apocalipse zumbi em The Walking Dead, teve sua quarta temporada confirmada pela emissora AMC. Além da renovação, Andrew Chambliss e Ian Goldberg foram confirmados como co-produtores para a próxima temporada.

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Scott M. Gimple, um dos produtores executivos de The Walking Dead, exercerá a mesma função na quarta temporada de FTWD.

Frank Dillane, Cliff Curtis, Kim Dickens, Alycia Debnam-Carey, Lorenzo James Henrie e Mercedes Masohn fazem parte do elenco.

Atualmente, Fear The Walking Dead está com a estreia da terceira temporada marcada para 04 de junho. Robert Kirkman e Dave Erickson foram os idealizadores do projeto.