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Disponibilizado o gameplay do T-800 em Mortal Kombat 11

A Warner Bros. Games disponibilizou o gameplay completo do T-800 em Mortal Kombat 11, que estará disponível no game a partir desse mês.

https://twitter.com/MortalKombat/status/1179018124768636928?s=19

Mortal Kombat 11 começa logo após MK X, onde abordará  viagens no tempo  em sua campanha principal. O criador da franquia, Ed Boon, confirmou que a nova personagem Kronika, é a principal vilã da franquia responsável por controlar os atos dos personagens desde o primeiro jogo.

Mortal Kombat 11 já está disponível para PlayStation 4, Xbox One, PC e Nintendo Switch.

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Dead by Daylight | Conheça e entenda sobre um dos melhores jogos multiplayer da atualidade

Anda procurando algum jogo online e barato para se divertir com os amigos e garantir várias risadas e muito entretenimento? Então, lhe apresentamos Dead by Daylight!

Dead by Daylight é um jogo indie multiplayer de terror que consiste em 4 jogadores versus 1, onde um player é um assassino brutal e os outros quatro, sobreviventes que tentam escapar e não serem mortos e sacrificados pela Entidade. Entre a grande variedade de personagens que os jogadores podem escolher, nós também temos a presença de várias personalidades famosas jogáveis dentro do game.

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Lançado em junho de 2016, o jogo já tem no total 17 tipos de assassinos e 19 de sobreviventes para diferenciar cada partida. Nessa vasta lista, cada tipo de personagem tem algo único (que pode ser transferido para outros personagens a partir do nível 30 em diante, os perks), no caso dos assassinos, vem 1 habilidade única e 3 perks, e os sobreviventes apenas 3 perks.

Cada personagem tem uma progressão única, e com isso, tem os seus desbloqueáveis (itens/addons, perks e oferendas) diferentes que te auxiliam na sua forma de jogo e estratégia pessoal. Se você quer distrair o assassino, se quer focar em fazer os geradores do mapa, se quer ser o curandeiro da partida, o jogo te disponibiliza uma infinidade de coisas para você jogar do seu jeito.

O jogo também contém  12 territórios e 17 mapas, que tem a sua criação de geradores (que o jogador precisa completar 5 para conseguir abrir o portão para escapar), baús (onde o sobrevivente pode encontrar itens sem utilizar da sua teia de sangue), armários (onde os sobreviventes se escondem do assassino), totens (que servem para quebrar os itens e alguns perks do assassino) e os portões de saída/alçapões são em lugares diferentes em todas as partidas. Até mesmo o próprio terreno do mapa muda de partida em partida. A escolha do mapa não é feita pelo jogador, e sim pela Entidade (ser onipotente não-jogável que segundo arquivos é a personificação do mal, tudo no jogo é controlado por ela), mas o sobrevivente/assassino pode influenciar na escolha do mapa ao colocar uma oferenda.

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Como os personagens progridem e como funciona o sistema de itens e nível? Com o sistema da Teia de Sangue. Apelidado pelo personagem não-jogável Benedict Baker (assim como quase toda a lore do jogo é descrita por ele), a Teia de Sangue é um conceito metafísico no jogo que pode ser acessado por ambos lados jogáveis, que implica no pensamento e sonho dos personagens. Esse é o único jeito de conseguir os itens, perks e oferendas sem os baús.

Em um sistema de nós, o jogador tem vários itens que podem ser comprados a partir de pontos de sangue, concebidos ao terminar uma partida. O preço varia entre o tipo de raridade do item, que seria comum (marrom), incomum (amarela), raro (verde), muito raro (roxo), ultra raro (rosa), ensinável (laranja) e itens de evento (amarelo escuro). Quando o personagem atinge o nível 10, a própria Entidade começa a interagir na teia de sangue do jogador, consumindo alguns dos itens oferecidos, então, escolha sabiamente!

Quanto mais desses sistemas de nós completados, mais o nível do personagem aumenta, e mais nós aparecem. Depois que o jogador atinge o nível 50 em um personagem, ele tem a opção de prestigio (que reiniciará a teia de sangue e todos os itens desbloqueados dos nós) ou continuar subindo no nível 50 infinitamente.

O ganho de pontos de sangue se baseia na quantidade de pontos que você ganha ao terminar uma partida. Quanto mais coisas você consegue fazer durante a jogatina, mais você ganha. Também existem os desafios/rituais diários, que quando completados, concebem ao jogador uma grande quantidade de pontos de sangue. No jogo, existem outros dois tipos de moedas, as células áureas e os fragmentos iridescentes, se servem em sua maioria para comprar skins , personagens e perks ensináveis no Santuário dos Segredos. As células áureas são desbloqueadas com dinheiro real, e os fragmentos são concebidos após o jogador passar de nível em sua conta.

O sistema de ranking competitivo também funciona através dos pontos ganhos entre as partidas (sem ser o modo Mate Seus Amigos). Tendo em mente que o 20 é o ranking mais baixo, e o 1 é o mais alto, você sobe de rank através dos ‘pips’ que você ganha. Esses pips são ganhados diante dos seus pontos (e sacrifícios, para os assassinos), você pode tanto perde-lós quanto ganhar dependendo do seu desempenho em jogo.

Vale lembrar que todo dia 13 o rank é resetado, ou seja, todos voltam para o primeiro rank. Por enquanto, não existe nenhuma recompensa pelo ranking que você atinge no jogo.

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Agora falando sobre uma das partes mais divertidas do jogo, os personagens licenciados! Quem nunca viu a sua série ou filme favorito de terror e  pensou o que faria no lugar do personagem? Pois bem, agora o jogo lhe dá essa possibilidade colocando alguns dos mais icônicos personagens do audiovisual; veja alguns dos que já estão disponíveis, tanto para os assassinos quanto para os sobreviventes.

Na lista de sobreviventes nós temos: Laurie Strode (DLC: The HALLOWEEN CHAPTER), Quentin Smith (DLC: A Nightmare in Elm Street CHAPTER), David Tapp (DLC: The Saw CHAPTER), William “Bill” Overbeck (DLC: Left Behind que não está disponível nos consoles, apenas no PC por ser um personagem da franquia Left 4 Dead, de direito da Steam/Valve), Steve Harrington e Nancy Wheller (DLC: Stranger Things CHAPTER) e Ash Williams (DLC:  Ash vs Evil Dead).

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E na lista de assassinos nós temos: O Vulto/Michael Myers (DLC: The HALLOWEEN CHAPTER), O Pesadelo/Freddy Krueger (DLC: A Nightmare in Elm Street CHAPTER), A Porca (DLC: The Saw CHAPTER), O Fantasma (DLC: Ghostface CHAPTER), O Canibal (DLC: LEATHERFACE) e O Demogorgon (DLC: Stranger Things CHAPTER).

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O jogo também oferece os assassinos e sobreviventes únicos do jogo, onde não é necessário a compra da DLC para obtê-los. O jogador já começa com vários personagens iniciais, os recomendados para quem está começando no jogo são: David King, Claudette Morel e Meg Thomas, para os sobreviventes. Para os assassinos, os recomendados são: O Caçador, A Caçadora, O Caipira.

Quase todas as DLC’s do jogo vem também com um mapa inspirado no tema, como é o caso da Halloween Chapter, que veio junto com o mapa Haddonfield, local onde o filme do brutal
Michael Myers se situa.
Resultado de imagem para pennywise, gifE para os fãs do terror do gênio Stephen King, vários rumores em fóruns do jogo vem surgindo sobre a próxima DLC do jogo ser sobre alguma das obras do autor. Os rumores só aumentaram quando a conta oficial do jogo começou a seguir o escritor no Twitter alguns dias antes do lançamento da DLC do Stranger Things.

Com o lançamento do sucesso de público It: Capítulo 2, muitos estão apostando que receberemos o amado palhaço Pennywise ao jogo. E você, qual personagem do terror gostaria de ver entrando no clube de amizade da Entidade?

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Finalizando, se você ficou interessado no jogo, o site SteelSeries nessa próxima semana, terça-feira (01) até sexta-feira (04) distribuirá  500 chaves de ativação de graça para a Steam por dia! Uma oportunidade única para ganhar um grande jogo sem gastar um centavo.

Para ganhar o jogo, basta criar uma conta no site da SteelSeries Games, seguir a conta do site no twitter para saber quando as chaves serão liberadas, todos os dias. Após isso, é só clicar em ”Get Your Key” e adicionar na sua conta Steam. Para mais informações do próprio site que irá distribuir o jogo, clique aqui. 

Também vale lembrar que desde o dia 26 (quinta-feira) até o dia 30 (segunda-feira) o jogo estará dando o dobro de pontos de sangue, o que torna mais fácil de você conseguir aumentar o nível de seus personagens!

Dead by Daylight é desenvolvido pela Behaviour Interactive e publicado pela Starbreeze Studios. O jogo já está disponível nas plataformas de PC, Xbox One, PS4 e Nintendo Switch. 

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Vivemos novamente a magia de The Legend Of Zelda: Link’s Awakening

The Legend Of Zelda: Link’s Awakening (2019) desponta timidamente em meio a tantos gigantescos mundos abertos (já até recentemente desbravados na própria série) e narrativas colossais cinematográficas no mercado de games, e ainda brinca deliciosamente com nosso sentimento de nostalgia sem parecer ultrapassado.

O jogo, que é um remake do original lançado para Game Boy em 1993 se trata de uma sequência direta dos acontecimentos do aclamado The Legend Of Zelda: A Link To The Past, lançado para Super Nintendo em 1991. E aqui vemos a Nintendo jogando seguro num campo que ela domina bem: Fazer Remake mantendo a essência do material original (e na maior parte das vezes até superando-o).

O respeito ao material original não é nem um pouco sutil e o jogo nem tampouco se propõe a isso, tudo o que você viu no original está aqui, o mapa, os acontecimentos, os personagens e até mesmos os chefões, tudo com uma repaginada gráfica de encher os olhos e melhorando tudo o que pode ser melhorado. Você reencontrará tudo e todos aqui, com exceção do local destinado ao acessório “Game Boy Camera” que podia ser acoplado ao portátil da época, e que hoje foi substuído pelo “Dungeon Maker” que desponta como uma das novidades apresentadas.

A trilha sonora agora está orquestrada e mais complexa, o combate também ganhou fluidez, precisão e mais camadas de complexidade com inimigos com movesets mais elaborados e modelados.

Usar itens agora está muito mais intuitivo e livre já que o Game Boy tinha apenas dois botões A e B de comando frontais, não sendo mais necessária uma verdadeira dança de itens secundários já que a espada e escudo agora possuem comandos fixos e não ocupam espaços de itens.

A direção de arte optou por uma apresentação mais “fofinha” que homenageia e casa muito bem com a proposta do jogo e sua visão isométrica muito bem pensada e conectada. É assustador pensar que o jogo base tinha quase tudo isso em 1993!

A história do jogo, para o espanto de muitos, não conta com o país de Hyrule e nem a participação da princesa Zelda e se foca somente nas aventuras de um Link naufragado em uma estranha ilha chamada Koholint cercada de mistérios, personagens cativantes e adoráveis, e perigo constante com objetivo definido desde o começo do jogo: Juntar os 8 instrumentos musicais e acordar o mítico “Wind Fish” que dorme em seu ovo e não permite, com seu imenso poder, que ninguém saia da misteriosa ilha.

Há também uma uma rica quantidade de auto referências com o universo da Nintendo, com direito a versões para Goombas, Kirby e outros, com momentos de plataforma que transitam bem e dão um toque mais divertido ainda ao game.

Mas não se engane! O jogo pode até parecer lindinho e alegre mas logo no começo tudo já é deixado a seu cargo, com poucas dicas e muitos segredos, podendo até não apresentar chefões muito desafiadores mas nessa compensação temos uma exploração muito recompensadora e necessária.

Além da campanha principal, e em muitos momentos dentro dela mesma, você ajudará os habitantes da ilha Koholint e irá desenvolver laços com estes simpáticos moradores.

O jogo, inclusive, possui um sistema de troca de itens muito similar ao utilizado em Donkey Kong Country 3: Double Trouble, clássico do Super Nintendo, onde era possível ir trocando itens antigos por outros com os habitantes (os irmãos ursos) do mundo apresentado na época, e que serão utilizados para o avanço de certas partes do jogo até a obtenção da recompensa final.

Como se trata de um game que já era a frente do seu tempo no ano de 1993, em 2019, Link’s Awakening não parece datado e há uma certa sensação de novidade, mesmo se tratando de um remake, devido a vários fatores que não tornam o jogo tedioso, nem sem ritmo. Há dungeons no melhor estilo “zeldinha clássico” cheias de segredos e agora com uma bússola mais eficaz, que apita em determinadas salas te informado que há algo ali.

Há, também, minigames, áreas secretas pelo mapa, colecionáveis espalhados (como as conchas secretas), missões secundárias e a clássica “capinada de matinho simulator” que vem desestressando players há várias gerações.

Nem tudo, porém, são flores.

A principal novidade do jogo, o Dungeon Maker, decepciona por ser bem limitado e “pré pronto”, sendo utilizadas cópias de salas de dungeons que você já visitou para construir uma dungeon “nova” que, inclusive só é compartilhada através de amiibos já que o jogo não faz upload das suas criações para outros playes, como vimos no sistema de Super Mario Maker.

O jogo também conta com algumas quedas de quadros em momentos em que a tela está muito cheia, que não chegam a impactar na diversão mas que são, de fato, perceptíveis, e muito possivelmente serão corrigidos com atualizações.

Para alegria de todos, os defeitos do game são uma parte muito pequena do pacote completo, que agrada e diverte muito mais do que decepciona.

O cuidado da Nintendo com suas franquias está mais uma vez evidenciado em um jogo para agradar várias gerações e combina perfeitamente com a portabilidade do seu console híbrido que também não faz nem um pouco feio na telona da TV.

PLATINA – OBRIGATÓRIO

The Legend Of Zelda: Link’s Awakening se destaca com uma jogabilidade fresca que brinca com nossas memórias afetivas mas não se apoia somente em nostalgia, se sustentando sem ceder às “novas fórmulas seguras” do mercado, mergulhando no passado e dando uma verdadeira aula de como se fazer um remake, e tudo, é claro, com diversão garantida do começo ao fim.

Agradecimentos ao Luiz Cláudio Andrade pela ajuda e desenvolvimento.

 

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Consoles Games PC

Torne-se um Jedi no mais novo trailer de Fallen Order

A EA disponibilizou um novo gameplay de Star Wars Jedi: Fallen Order, que mostra mais da ambientação do game, além do combate corpo a corpo de Cal Kestis contra os seus inimigos.

Na trama, acompanharemos Cal Kestis interpretado por Cameron Monaghan , um jedi sobrevivente da Ordem 66 que está fugindo do Império Galático.

Star Wars Jedi: Fallen Order chega em 15 de Novembro para PC, Xbox One e PlayStation 4.

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Games

The Last of Us Parte II chega em Fevereiro

Durante o State of Play que rolou nessa terça-feira (24), a Naughty Dog anunciou a data de lançamento de The Last of Us Parte II: 21 de fevereiro de 2019.

Foi confirmado também que o jogo terá dois discos, provavelmente um sendo para instalação e outro o jogo em si.

 

The Last of Us Parte II é um exclusivo de PlayStation 4.

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Games

Nintendo é confirmada na Brasil Game Show 2019

Comemorando os 130 anos de existência, a Nintendo confirmou hoje (23) a sua presença na Brasil Game Show 2019, o maior evento de games da América Latina.

Durante os dias 9 e 13 de outubro, os visitantes da feira terão a oportunidade de jogar alguns dos jogos mais recentes da empresa, como: Super Mario Maker 2, The Legend of Zelda: Link’s Awakening, Super Smash Bros. Ultimate, Mario Kart 8 Deluxe, New Super Mario Bros. U Deluxe e Super Mario Party.

Além disso, uma demo de Luigi’s Mansion 3 estará disponível antes do lançamento, que será realizado em 31 de outubro.

A Brasil Game Show 2019 acontecerá entre os dias 9 e 13 de outubro no Expo Center Norte em São Paulo. Para adquirir ingressos, acesse: https://www.brasilgameshow.com.br/ingressos/

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Deadly Premonition Origins trás Horror e Nostalgia para o Nintendo Switch

Deadly Premonition Origins chegou ao Nintendo Switch como “versão definitiva” de Deadly Premonition Director’s Cut lançado para PS3 em 2013. Esta última era a versão melhorada do jogo original, Deadly Premonition que foi lançado para Xbox360 em 2010.

O jogo tem como protagonista o investigador do FBI Francis York, que foi designado para investigar um assassinato brutal em um macabro ritual em uma cidade do interior dos Estados Unidos.

Com claras influências de Twin Peaks e Silent Hill o jogo traz reflexões sobre a dualidade entre bem/mal como lados de uma mesma moeda e traz muitas perguntas que nem sempre são respondidas de um jeito bem peculiar.

O jogo é controverso desde o seu lançamento em toda comunidade gamer, e desponta como um survival horror de mundo aberto com propostas e execuções bem diferentes do convencional.

Na época em que o jogo original foi lançado as opiniões foram ferrenhamente divididas, pois vários aspectos dos jogos são visivelmente datados e em vários pontos você irá se perguntar se foi intencional ou não deixar o jogo assim, como por exemplo este bastante questionável menu de inventário:

Se já era considerado datado naquela época, temos as melhorias gráficas da versão de PS3, no entanto os gráficos do jogo não envelheceram nada bem e parecem mais antigos do que realmente são.

Por outro lado, o jogo traz um gameplay bem fora da curva com jogabilidade bem diferente de um survival convencional com pontuações variadas por performance, puzzles peculiares e cutscenes bizarramente interessantes, tudo aliado a uma boa trilha sonora.

A narrativa do game se constrói por meio dos diálogos entre Francis e os personagens da cidade de sanidade questionável e ao mesmo tempo bem lúcidos, como o próprio protagonista do jogo.

A perseguição de uma figura encapuzada deixa tudo mais eletrizante depois que ele engata e as coisas ficam mais emocionantes já que os próprios monstros causam reações variadas.

Apesar de algumas (várias) decisões de design bem questionáveis e gráficos e efeitos datados, o jogo é uma experiência à parte e deve ser apreciada como tal.

A excentricidade de como tudo vai sendo apresentado, mostrando os inimigos, as maletas clássicas (que funcionam de modo parecido aos baús da série Resident Evil para guardar e retirar itens) e suas características originais, como por exemplo, usar a habilidade “profiling” tentando enquadrar as pistas e prosseguir com a investigação são pontos bastante positivos. Dentro do Gameplay há até cards colecionáveis e é bem diferente do que estamos costumados a ver, convenhamos que isso é bastante louvável em meio a uma época de tantas fórmulas preestabelecidas.

Bronze- Jogável

Deadly Premonition Origins é uma experiência alternativa para àqueles que querem se aventurar em terrenos diferentes e peculiares do survival horror e cumpre bem esta missão, no entanto poderia ter tido um refinamento melhor em seu relançamento que não possui muita novidade em relação ao original senão as melhorias gráficas e de controle (Sem contarmos a característica de portátil do próprio Nintendo Switch).

Dito isto, o jogo ainda se destaca pela sua originalidade e visão única e excêntrica, possuindo uma narrativa convincente e intrigante com personagens críveis e bem desenvolvidos.

A Numskull Games, publisher europeia do jogo, está disponibilizando uma versão física de Deadly Premonition Origins com alguns brindes. Confira:

Agradecimentos à Numskull Games pela cópia digital do game, e ao Luiz Cláudio Andrade pelo desenvolvimento e ajuda.

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NBA 2K20 | A cesta de três ponto no estouro do cronômetro

Os games de esportes são uma febre, sem dúvida. Esta época do ano, devido ao início das temporadas de competições estrangeiras, os lançamentos deste segmentos saem a todo vapor, com os esportes americanos não é diferente. NBA 2K a franquia de basquete virtual mais famosa do mundo está em sua 20º edição. NBA 2K20 chegou!

NBA 2K20 trouxe como proposta principal a simplificação de controles, em comparação as edições anteriores, também uma série de melhoria em seus recursos visuais, e nada mais justo que a última lista de transferências da liga de basquete americana. Além da tão esperada inclusão de uma lista da WNBA, a liga feminina. Entretanto pouco mudou do ano passado para cá, mecanicamente falando, é claro. Passes simples, dribles e arremessos ainda funcionam da maneira mais didática possível, e ainda podem ser realizados com mais “habilidade”, caso você conecte os passes a movimentos na alavanca analógica do controle.

Trazer a física, ao mesmo tempo que tenta equilibrar a liberdade artística dos movimentos do basquete com a I.A, em meio a trilhões de possibilidades de manipulação da ação dos jogadores em campo, nunca será tarefa fácil, e é característico do gênero esportivo, estar sempre na corda bamba da simplificação extrema de um jogo mais arcade gênero há muito se encontra na linha entre a simplificação no estilo arcade e um programa de simulação complicada. Alguns movimentos, por vezes podem ser confundidos com combos de jogos de luta, onde você necessita de uma série de botões apertados em sequências ou ao mesmo tempo, para que sua ação seja reconhecida. De fato, você pode muito bem não utilizar deste meio, mas seu leque de movimentos e finalizações para a cesta serão apenas um décimo de todo o potencial do jogo, o que por mais incrível que pareça, ainda o torna interessante.

A I.A, as vezes te faz parecer um bebê jogando sem entender muito bem dos controles, mas seu padrão de jogo é previsível e fácil de se adaptar, logo o multiplayer local e online, preenche esse vazio, o que torna estes jogos esportivos um marco. Infelizmente, os servidores estavam funcionando vagarosamente dias após o lançamento, com um número inaceitável de partidas que não conseguiam se conectar ou se desconectavam repentinamente no meio do jogo.

Felizmente a franquia MyCareer está de volta e melhor do que nunca, seguindo os passos de outros jogos de esporte. Aqui vivemos o sonho americano de jovens americanos, somos um universitário destinado a jogar na NBA, mas antes temos que trilhar nossa personalidade e criar nossas ambições principais, ser midiático ou se aquele atleta que pensa apenas em melhorar suas habilidades e determinado com a carreira, que está por vir. O conteúdo foi produzido pela SpringHill Entertainment, empresa de LeBron James, e logo percebemos os esforços para transformar este modo de jogo em um experiência quase cinematográfica, o elenco conta com Idris Elba, Rosario Dawson e Thomas Middleditch, cada um interpreta personagens-chave na história de seu personagem, apelidado de Che. Desde sua primeira partida até o tão sonhado Draft da NBA, temos uma gameplay de cinco horas.

O que não poderia faltar aqui é o clássico, MyTeam. Se você está familiarizado com os modos de jogo deste nicho, óbvio que você conhece a criação de equipes, onde os jogadores da liga aparecem como cartas e seu objetivo é criar a equipe dos sonhos. De fato, é uma experiência empolgante, e quem é fã de basquete não pode deixar de ter uma grande alegria em unir uma equipe, com os melhores de cada posição. Embora o conceito principal seja convincente e teoricamente inofensivo, qualquer um que tenha um pocuo mais de experiência na área, sabe que, no fundo, o ecossistema dentro de modos assim, evolui para um Pay-to-Win, e o MyTeam no NBA 2K20 não fica atrás. Desde o início, somos bombardeados com luzes e placas coloridas que nos levam até ganchos, alavancas e roletas para ganhar bônus no jogo. Um verdadeiro caça-níquel.

Além de todos os modos conhecidos ou familiarizados pelos jogadores, a WNBA está finalmente presente em um grande título de basquete! O basquete feminino que recebe o tratamento de AAA é um dos pontos inesperadamente mais brilhantes em NBA 2K20. As atletas foram recriadas meticulosamente na quadra virtual com tanto cuidado e nuances quanto seus colegas mais bem pagos, poderiam ser facilmente o melhor modo de jogo, se não possuísse os mesmos problemas do resto do jogo. Há esperança de que esses obstáculos possam ser superados em futuras atualizações, mas por enquanto é a única coisa que prejudicada o jogo como um todo.

NBA 2K20 é mais um grande simulador de basquete que por conta de sua alta demanda técnica acaba destruindo alguns pontos positivos de jogos de esporte, como o divertimento por divertimento, apenas. A jogabilidade evolutiva mas com uma curva de aprendizado longa e cansativa, com uma pitada de realismo a todo custo tende a cansar. Ao mesmo tempo que NBA 2K20 melhora em certos pontos e traz novidades pontuais, ele corta alguns conteúdos, e traz uma série de novos problemas por conta de sua evolução abrupta. Por trás de tudo isso, a diversão ainda é gratificante. Se você assim como milhões é fã de basquete, principalmente dos astros da NBA, NBA 2K20 é essencial para sua coleção.

OURO- Recomendável

Agradecimentos à 2K pelo envio do código para análise.

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Conheça o Geek Sinfônico, concerto que trará trilhas de jogos, séries e filmes

No dia 21 de setembro ocorrerá em São Paulo, no Teatro Bradesco, o Geek Sinfônico, concerto que trará inúmeras trilhas-sonoras de games, filmes e séries. O evento promete ser uma grande viagem musical para os fãs de cultura pop.

O Geek Sinfônico será regido pelo maestro Ronaldo Oliveira e sua orquestra e contará com mais de 20 músicas de produtos consagrados como: Star Wars, Mario Bros, De Volta Para o Futuro, Jurassic Park, Street Fighter, Donkey Kong, Resident Evil, Batman (do Nolan), entre outros sucessos. A orquestra conta com mais de 40 músicos, além da banda convidada NerdStones.

Mais informações:

GEEK SINFÔNICO – São Paulo
Data: 21/09/2019 (Sábado)
Local: Teatro Bradesco
Endereço: Rua Palestra Itália, nº 500 – 3° Piso – Perdizes – São Paulo – SP
Horário: 21h00
Abertura dos portões: 20:00
Duração Estimada: 1:40min
Classificação etária: Livre

Os ingressos estão à venda em:

https://www.teatrobradesco.com.br/programacao.php?id=1003&evento=GEEK+SINF%C3%94NICO

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Protagonistas de GTA V estarão na BGS 2019

A Brasil Game Show 2019 anunciou hoje, não só um, mas três novos convidados para o evento desse ano: os atores Steven Ogg, Shawn “Solo” Darnell Fonteno e Ned Luke, conhecidos como Trevor, Franklin e Michael de Grand Theft Auto V.

O trio estará no evento entre os dias 11 e 13 de outubro e participarão da abertura do evento, sessões de meet & greet, do concurso de cosplay, onde serão jurados e no painel BGS Talk.

Steven Ogg (Trevor Phillips): O canadense Steven Ogg começou a careira de ator ainda na infância, com participações em filmes e peças de teatro, mas ganhou projeção internacional nos anos 2000, por atuações em séries de sucesso da TV americana, como One Life To Live, Law & Order e Third Watch. Em 2013, interpretou Trevor Phillips, um dos protagonistas de GTA V, que lhe rendeu o prêmio New York Videogame Critics Circle Award de 2014 por melhor atuação em um jogo. Também é bastante conhecido por interpretar o vilão Simon, em The Walking Dead, e pelas participações nas séries Westworld, Better Call Saul e Broad City.

Shawn “Solo” Darnell Fonteno (Franklin Clinton): Nascido na Califórnia, Solo teve uma infância difícil e durante a juventude se envolveu com drogas e gangues. No mesmo período, entrou para a música ao lado de nomes conhecidos da Costa Oeste dos Estados Unidos, como o rapper Kam e o DJ Pooh.  “Solo” conquistou certa fama e se apresentou em turnês com artistas como Lynch Mob, Queen Latifah e Ice Cube, com quem teve uma briga que ficou muito conhecida. Após tomar um tiro e quase morrer, decidiu mudar de vida e, nos anos 2000, investiu na carreira de voice actor (ator de voz, em tradução livre),  participou de filmes  escritos e dirigidos pelo amigo  DJ Pooh e chegou ao grande projeto de sua carreira: interpretar Franklin Clinton em GTA V, em que, além de emprestar a voz e movimentos, relembrou seus tempos de gangue. Atualmente, “Solo” segue trabalhando como ator.

Ned Luke (Michael De Santa): Com cerca de 30 anos de carreira, Ned Luke tem em seu currículo mais de 100 comerciais de grandes marcas e atuações em séries de sucesso internacional, como Law & Order: Special Victims Unit, Law & Order, Third Watch, Boardwalk Empire e Murder One. Em 2013, ficou mundialmente conhecido por interpretar Michael De Santa, protagonista de GTA V. Atualmente, vive em Nova Iorque e continua trabalhando como ator.

A Brasil Game Show 2019 ocorre entre os dias 09 e 13 de outubro no Expo Center Norte em São Paulo. Para mais informações, acesse: www.brasilgameshow.com.br