Através de seu perfil na rede social Instagram, o rapperAkon revelou que já arrecadou US$ 6 bilhões (o equivalente de R$ 32 bilhões) para construir a Wakanda da ”vida real”.
Denominada de Akon City (que já está em construção), a cidade será construída perto de Senegal, na áfrica e terá um visual futurista. Faculdades, ginásios, aeroporto, shoppings e criptomoedas (Akoin) farão parte do lugar quando for inaugurado.
Akon Lighting Africa fará parte do complexo e tem como principal objetivo, leva eletricidade para 15 países da África com 100 mil lâmpadas e energia solar em 480 comunidades, gerando mais de 5 mil empregos.
Anteriormente, o artista já havia revelado que a cidade fictícia Wakanda é a sua principal inspiração.
Akon é um cantor e rapper de R&B e hip hop americano de ascendência senegalesa. Também é compositor e produtor musical. Akon chegou à fama em 2004 após o lançamento de seu single “Locked Up“, do seu álbum de estreia Trouble.
Para futuras informações a respeito de Akon City, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Entre as décadas de 50 e 70 foi desencadeada a Guerra do Vietnã, servindo como palco para a mais nova obra-prima de Spike Lee, porém, não é este o palco principal. O confronto, no caso, serve apenas para introduzir a trama e o objetivo dos personagens, além de trabalhar seus traumas e seus conflitos internos (e externos). O palco principal de ‘Destacamento Blood’ é o trauma passado, e como ele deixa feridas que custam – ou que nunca – cicatrizam, e Lee trabalha isso com maestria em seu novo título lançado na Netflix.
A história de ‘Destacamento Blood’ gira em torno de quatro amigos, veteranos de guerra que lutaram no Vietnã, que decidem retornar ao país para recuperar os restos mortais de seu companheiro, Stormin’ Norman (interpretado por Chadwick Boseman) e com uma missão secundária: encontrar um baú repleto de ouro que foi deixado lá durante a guerra. Entretanto, há diversos obstáculos na missão e transtornos psicológicos desencadeados pelos traumas passados no local que servem como uma forma de resolução entre conflitos internos e externos com os membros do grupo.
A trama se desenrola a partir de cenas nos dias atuais e de flashbacks do conflito, mostradas em tela de forma genial com alteração na dimensão da tela de forma leve e sutil – dando um aspecto de documentário gravado na época, graças à paleta de cores e ao contraste. Em apenas três minutos de longa, já somos apresentados a problemática que Spike Lee quer criticar, através de um mini documentário sobre o contexto político-social e a luta contra a situação e o racismo. Além disso o diretor também utiliza, em cortes, imagens com personalidades para homenagear as pessoas envolvidas na luta e reconhecer o seu papel social, inclusive citando Malcolm X e Martin Luther King durante a trama. A crítica e o discurso de Lee são claros durante todo o filme e é interessante a forma que o mesmo faz através dos discursos de Norman durante os flashbacks do Vietnã.
A forma como Spike Lee trabalha com a história da América e em como cada acontecimento repercute entre os personagens e a reação dos mesmos diante do ocorrido é lindo de se ver, sendo um filme que trabalha com memória e abre debates importantes atualmente. Um outro ponto interessante é ver a interação entre os quatro veteranos, o quanto discordam entre si e suas lutas pessoais durante a trama para superar os traumas do passado e conquistar sua redenção pelos erros cometidos – destaque aqui para o personagem de Delroy Lindo, que apresenta a melhor atuação do longa e surpreende a todos com seu desenvolvimento. Com toda a certeza, o ator será também destaque nas futuras premiações.
Um problema observado por mim ao longo do filme foi a insistência de mostrar o boné ‘Make America Great Again’, da campanha presidencial do Trump. De início, ele aparece e ok, serve para apresentar a ideologia política do personagem. Porém, após isso e em todo o momento ele vira foco no enquadramento e se torna insistente demais por parte do diretor. Spike Lee deixa sua mensagem e sua crítica claras durante todo o longa, não era necessário mostrar esse elemento toda hora. Outro problema que achei durante o longa foi o roteiro durante o segundo ato do longa, que se torna um pouco preguiçoso pela fácil resolução do objetivo que os levou ao Vietnã e conveniente com um obstáculo que surge durante a missão, além de se tornar também um pouco arrastado depois de um tempo, Entretanto, isso muda na transição para o terceiro ato. Mas mesmo com esses problemas, o segundo ato ainda tem seus momentos e o seu brilho no filme.
Mesmo apresentando claras homenagens aos longas do gênero, ‘Destacamento Blood’ não é um apenas mais um filme sobre guerra, mas sim é mais uma obra-prima de Spike Lee. Além de ser uma história sobre a luta pela igualdade e pelo que é certo, sobre a superação de traumas passados e sobre redenção, é um filme importantíssimo de ser visto e debatido diante do atual contexto histórico que vivemos, principalmente agora com o movimento Black Lives Matter após o assassinato covarde de George Floyd. Vale a pena assistir e conferir outras obras do diretor, como o seu último lançamento ‘Infiltrados na Klan’.
Nota: 4/5
O vencedor do Oscar Spike Lee apresenta Destacamento Blood – a história de quatro veteranos da Guerra do Vietnã: Paul (Delroy Lindo), Otis (Clarke Peters), Eddie (Norm Lewis) e Melvin (Isiah Whitlock, Jr.). Acompanhados do filho de Paul (Jonathan Majors), eles retornam ao Vietnã em busca dos restos mortais do líder de seu esquadrão (Chadwick Boseman) e de um tesouro escondido.
Em 2018, o presidente americano Donald Trump anunciou a criação de um programa espacial. Entretanto, o projeto não foi bem recebido pelos americanos, muitos consideravam a ideia ridícula e logo o assunto se tornou piada. Pois bem, diante disso, a premissa da série – lançada nesta sexta-feira (29/05) na Netflix – é justamente ser uma sátira da Força Espacial criada pelo presidente, comandada pela dupla responsável por The Office, Steve Carell e Greg Daniels.
Em Space Force, acompanhamos o general Mark Naird (Steve Carell) na missão de comandar o mais recente programa espacial americano que tem como principal objetivo levar o homem novamente para a lua até 2024, ao mesmo tempo que precisar lidar com seus problemas pessoais. Junto com o general, temos em sua equipe o Dr. Mallory (John Malkovich), o Dr. Chan (Jimmy Yang) e a Capitã Ali (Tawny Newsone).
Bem, Steve Carell interpreta novamente Michael Scott em uma versão militarizada servindo como uma crítica perfeita ao estereótipo do patriota americano. Enquanto isso, John Malkovich é seu equilíbrio na trama – um prefere explodir coisas e o outro tem a ciência como base. Os dois astros sustentam a série em grande parte dos episódios, enquanto o restante do elenco não apresenta o desenvolvimento necessário e acaba sendo ofuscado por ambos.
A série tenta desenvolver o lado pessoal de Naird ao mesmo tempo que desenvolve sua função no programa espacial, o que cria uma confusão na metade da temporada, até conseguir desenvolver apenas um lado da vida do general. Por sorte, Carell e Malkovich conseguem carregar a série nas costas e salvar grande parte da primeira temporada. Infelizmente, Lisa Kudrow se torna apagada por conta dessa confusão toda.
Além disso, o grande problema da série é sua falha inicial consistindo em seis episódios sem graça e monótonos, mesmo que tenha seus momentos. A partir do sexto episódio, a série consegue engrenar e mostrar um pouco do seu potencial desenvolvendo melhor a trama e os personagens inseridos nela. De certa forma, temos a impressão de que a série começou apenas a partir de sua metade, mostrando que apresenta potencial para uma segunda temporada.
O interessante aqui é notar como as críticas são feitas de forma correta, seja com uma piada a respeito do terraplanismo ou com as atitudes que o general Naird toma durante a narrativa. Space Force se diferencia bastante de The Office e quem espera ver a mesma comédia em ambas as séries, sairá frustrado. O projeto é uma coisa nova e tem seu mérito, entretanto precisa de mais uma temporada para se provar definitivamente.
Em suma, Space Force falha em sua decolagem inicial até encontrar o tom certo de narrativa a partir do sexto episódio – mostrando que a série apresenta potencial para boas temporadas futuras. Vale lembrar que The Office também precisou de mais duas temporadas para engrenar de vez e quase foi cancelada em sua primeira, então vale a pena passar pelos seis episódios iniciais da série e concluir sua primeira temporada, onde cada episódio leva em média 30 minutos cada.
Nota: 2.5/5
Em Space Force, o cotidiano de trabalho dentro da Força Espacial, a sexta grande divisão das Forças Armadas dos Estados Unidos. Todos os dias, eles precisam “defender os satélites de ataques”, “executar outras tarefas relacionadas ao espaço” e outras coisas que não fazem ideia.
HBO Max, novo serviço de streaming da Warner Bros. Pictures, contou com um total de 87 mil downloads em seu primeiro dia em território americano.
De acordo com uma apuração feita pelo TechCrunch, os números são inferiores em comparação com o Disney+ e Quibi, que tiverem em seus dias de lançamento, 4 milhões e 300 mil downloads.
No Brasil, o HBO Max chega em 2021.
Warner Bros. é uma produtora e distribuidora estadunidense de filmes e entretenimento televisivo. Foi fundada em 4 de abril de 1923 pelos irmãos Warner.
Para futuras informações a respeito da produtora, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
No final de 2017, foi lançado nos cinemas ao redor do mundo Liga da Justiça – o primeiro filme da equipe de heróis da DC. Entretanto o produto final não foi o mesmo prometido durante sua divulgação, apresentando diversas alterações em sua edição, com cortes, refilmagens e o tão comentado cgi para esconder o bigode de Henry Cavill.
O motivo disso foi por conta do afastamento de Zack Snyder da direção. Originalmente o diretor tinha controle total do filme, porém houve uma tragédia familiar e Snyder foi substituído do cargo por Joss Whedon, que modificou toda a obra original de Snyder ao eliminar cenas essenciais para a trama e acrescentando outras com a clássica ‘fórmula Marvel’ de humor, inclusive sexualizando a Mulher-Maravilha em uma cena onde o Flash cai em seus seios. O intuito do diretor era transformar o que tanto criticam nos longas do Snyder em uma versão mais próxima do que ele trouxe em The Avengers (2012), entretanto não deu certo.A insatisfação dos fãs com o conteúdo apresentado e com as alterações de Whedon fez com que um movimento nascesse: o #ReleaseTheSnyderCut. Por três anos e em diversas redes sociais, especialmente no Twitter, os fãs promoveram a tag para que a Warner Bros. desse uma chance e lançasse a versão original de Zack Snyder – a versão que os fãs queriam ver desde o desfecho de Batman vs Superman: A Origem da Justiça, em 2016.
Após três anos e diversas informações reveladas por Zack Snyder sobre seus planos para o filme, finalmente, foi divulgado durante a transmissão de Homem de Aço no Vero e com a presença de Henry Cavill, que o Snyder Cut existe e que será lançado no novo serviço de streaming (clique aqui para saber mais). Oficialmente, Zack Snyder’s Justice League será lançado em 2021 no HBO MAX.
Agora que está confirmado, a pergunta é: o que podemos esperar do Snyder Cut?
Segundo Zack Snyder, o diretor não assistiu o corte de Whedon que foi aos cinemas e afirmou que provavelmente apenas 1/4 de seu filme foi apresentado nas telonas. Ou seja, agora veremos totalmente a versão de Snyder. Sua versão poderá ser apresentada em um filme de quatro horas ou ser dividida em seis episódios – o que, de fato, será o melhor formato pois sabemos a quantidade de conteúdo que a versão original apresenta e, com esse formato, vai dar mais tempo para desenvolver a trama, os personagens e dar um final digno ao longa.
Durante esses três anos de ação do movimento #ReleaseTheSnyderCut, o diretor revelou na rede social Vero vários detalhes sobre seu corte original. Logo, sabemos mais ou menos o que será visto no longa: o traje preto do Superman, alterações na cena do renascimento do Superman e do seu retorno, a presença de mais Lanternas Verdes ao longo do filme e, tão esperado pelos fãs, a presença de Darkseid. O diretor revelou que o vilão apareceria no final da luta final com o Steppenwolf e em uma versão mais jovem durante uma batalha. Com sorte, também poderemos ver a continuação da sequência de Knightmare que foi apresentada em Batman vs Superman e o Flash voltando no tempo para alertar Bruce Wayne.
Veremos também mais do Cyborg, da descoberta de seus poderes e da relação de Victor Stone com seus pais, assim como o seu jogo de futebol americano pela universidade de Gotham e seu acidente. Sabemos que o filme desenvolveria o herói dando um gancho para seu filme solo, logo há bastante material para ser exposto. Também veremos mais de Barry Allen e teremos a presença de Íris West – par romântico do herói que foi cortado na versão de cinema. Além disso, novos personagens estarão presentes: o Caçador de Marte, que Snyder revelou ser o General Swanwick (presente em Homem de Aço e Batman vs Superman), o Átomo, que foi divulgado em uma imagem publicada no Vero e, segundo rumores do set, Hal Jordan como Lanterna Verde – ou, pelo menos, outro Lanterna.
Por fim, teremos também mais desenvolvimento sobre Darkseid, a cena da Mulher-Maravilha decapitando o vilão, Steppenwolf e a tão prometida cena pós-créditos com o Deathstroke – diferente da que foi vista nos cinemas. Daremos adeus também ao cgi para remover o bigode de Henry Cavill, finalmente.
Outra alteração que será bem-vinda é a da trilha sonora. Por mais que a introdução com ‘Everybody Knows’ seja um dos pontos altos do filme, todo o resto da trilha composta por Danny Elfman foi horrível e não combinou com o tom do longa e dos personagens – com exceção da homenagem feita utilizando a trilha clássica do Superman, mas esta durou apenas dois segundos. Se o longa trouxer Hans Zimmer e Junkie XL novamente com a qualidade dos filmes antecessores de Snyder no DCEU, será perfeito.
Eu realmente espero que a nova versão de Liga da Justiça seja dividida em episódios para que haja maior desenvolvimento dos personagens – principalmente de Cyborg que foi tão prometido, mais cenas de ação, a conclusão da sequência do Knightmare, uma finalização decente do Steppenwolf e uma conclusão que ajude a conectar o longa aos futuros filmes do DCEU. Agora, é esperar 2021 para assistirmos a Zack Snyder’s Justice League no HBO MAX, após longos três anos de espera.
É inegável a importância que o movimento teve para a história do cinema, não só pelo amor dos fãs ao trabalho de Snyder junto com a sua não desistência para conquistar a versão do diretor, como também pelo fato de ter tido um final feliz. Um movimento que levantou tags em redes sociais, placas na frente dos estúdios da Warner Bros. e até mesmo cartazes pelas ruas conquistou o seu objetivo – finalmente veremos o Snyder Cut. O #ReleaseTheSnyderCutnão foi somente um movimento para os fãs poderem ver a versão do diretor, mas sim um movimento em favor à liberdade artística e contra a injustiça que o estúdio cometeu com Zack Snyder, se aproveitando de sua tragédia familiar para afastar o diretor e tentar lucrar mais com seu universo compartilhado repetindo a fórmula do vizinho.
Goste de Zack Snyder ou não, ele é um diretor que se entrega a cada projeto que faz e é nítida a ideia que o diretor tinha para o universo compartilhado da DC e o carinho que o mesmo dedicava aos filmes. Finalmente poderemos ver a conclusão da trilogia iniciada em 2013, com Homem de Aço, e honrar a memória de sua filha, Autumn Snyder.
Durante a E3 de 2012, foi anunciado que a saga Star Wars ganharia um novo título para os videogames: Star Wars 1313. O jogo seria produzido pela LucasArtse não apresentava data para o lançamento porém, pela época que foi anunciado, provavelmente seria lançado em 2014/2015 e para os consoles da nova geração – Xbox One e PS4.
No mesmo evento, foi divulgado uma demo do que veriamos no jogo:
Quando apresentado na E3, o jogo surpreendeu toda a legião de fãs da franquia por apresentar algo inovador desde então: o jogo seria focado em combates com armas de fogo em terceira pessoa utilizando uma gameplay semelhante ao que foi visto na franquia Gears of War e Uncharted, onde o jogador se protege com o sistema de cobertura e atira nos inimigos e explora os cenários, ao invés de utilizar a força e o clásico sabre de luz nos combates. Além disso a temática do título seria mais adulta, envolvendo assuntos como terrorismo e até mesmo prostituição – algo nunca visto no universo de George Lucas.
Segundo as informações disponibilizadas na época, o jogador iria controlar um caçador de recompensas explorando o submundo do crime localizado em Coruscant, capital da galáxia. E na trama, que se passaria entre A Vingança dos Sith e Uma Nova Esperança, o caçador teria que desvendar uma conspiração criminal.
Posteriormente foi divulgado que o caçador de recompensas Boba Fett seria o protagonista do jogo e que o personagem na demo era apenas alguém aleatório para fazer essa surpresa aos fãs. Recentemente, foi revelado uma screenshot onde vemos o personagem em pé com o submundo no fundo.
Segundo os jornalistas que tiveram acesso à demo durante sua divulgação, o jogo era destaque dentre os futuros lançamentos da época. Star Wars 1313 apresentava um futuro promissor com sua temática e sua gameplay inovadoras da franquia nos videogames.
Infelizmente, no final de 2012, a Disney comprou toda a franquia Star Wars e decidiu fechar a LucasArts que estava encarregada de desenvolver e publicar o jogo. Com isso, Star Wars 1313 se tornou um projeto engavetado e sem chances de ser lançado nos próximos anos – ou seja, mais um jogo da franquia que não irá ver a luz do dia.
Os anos se passaram e foram lançados dois jogos da saga Battlefront e o mais recente título da franquia, Star Wars Jedi: Fallen Order – que você pode conferir nossa crítica clicando aqui. Infelizmente não há nenhuma notícia sobre o jogo, apenas screenshots e artes conceituais divulgadas ao longo dos anos. Entretanto, último jogo da saga é o mais próximo que podemos chegar da temática e da época que Star Wars 1313 iria passar.
É evidente que a Disney não deixaria um jogo com uma temática dessas ser lançado utilizando o título, entretanto, há boatos de que a Eletronic Arts possui todo o material da produção de Star Wars 1313, portanto, ainda há uma pequena chance de que o jogo seja lançado, ou pelo menos um título com a temática semelhante. Vamos torcer.
HBO Max, o novíssimo serviço de streaming da Warner Bros., deve chegar em 2021 no Brasil segundo informações do EBANX.
A América Latina é prioridade no plano de expansão do serviço de streaming após os Estados Unidos, que começará em 2021. Obviamente, o Brasil está incluso,uma vez que a Warner adquiriu participações minoritárias em subsidiárias latino-americanas e assumiu o controle de todas as operações da marca HBO no Brasil e em outros países.
Nos EUA, o HBO Max chega em 27 de Maio de 2020.
Warner Bros. é uma produtora e distribuidora estadunidense de filmes e entretenimento televisivo. Foi fundada em 4 de abril de 1923 pelos irmãos Warner.
Para futuras informações a respeito da produtora, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Durante essa época de pandemia e quarentena, a cantora britânica Charli XCX preparou algo especial para os fãs: Seu mais novo álbum, How I’m Feeling Now, é uma carta aberta dos sentimentos e pensamentos dela, e também algo que foi bem colaborativo com quem acompanha seu trabalho. Juntando uma produção mais caseira e combinando o PC Music com Pop, Charli criou um álbum maravilhoso para um momento tão significativo.
O álbum começa com a faixa ‘pink diamond‘, que marca a primeira colaboração da cantora com Dijon. Com um som mais agressivo, a cantora trás a raiva e a angústia que é ter que ficar preso em casa, no tempo em que a vontade de sair e se divertir consome, e a única coisa que se dá para fazer com as pessoas são vídeo-chamadas. Essa música é como se ‘Boss Bitch‘ da Doja Cat estivesse tendo um surto de raiva, e isso é maravilhoso. Em uma entrevista ao Apple Music, a cantora disse a escolha dessa música ser a faixa que abre o álbum: “Eu queria que fosse a primeira faixa porque tenho a ideia de que algumas pessoas vão adorar e outras odiarão. Eu acho que é legal ser antagônico na primeira faixa de um álbum e realmente frustrar certas pessoas, mas deixar os outros realmente obsessivos com o que poderá vir a seguir.“. E ela consegue, seguindo por faixas mais únicas ainda.
Na segunda faixa temos a primeira música do álbum que foi liberada, ‘forever‘. Com sintetizadores e sons metálicos, Charli cria uma música que parece misturar todas suas eras em uma, a artista emocional de True Romance, a doçura sonora de Sucker, um ritmo mais balada de Vroom Vroom e Number 1 Angel, os elementos da produção de Pop 2 e os traços marcantes de sua assinatura em Charli. Sua letra também é uma das mais bonitas do álbum, contando da dificuldade que ela e seu namorado, Huck Hwong, sofrem com a distância de lugares. “A música é obviamente sobre o meu relacionamento, mas é sobre os momentos antes do lockdown. Ele me pergunta: ‘E se não conseguirmos’, mas reforça que eu sempre o amarei, mesmo se não conseguirmos.“, disse a cantora ao Apple Music. Seguindo o mesmo, temos a terceira faixa, ‘claws‘, que já segue sendo um pop com uma sonoridade um tanto quanto nostálgica, parece que ouvimos algo tão futurista, mas também como se fosse uma música que tivesse estourado nos anos 90, época qual Charli XCX é apaixonada. A produção desse single é impecável, tanto que quem a produz é Dylan Brady, da banda 100 gecs.
Prosseguimos com a faixa ‘7 years‘, uma dançante música que conta mais sobre o relacionamento de Huck e Charli e sobre seu amadurecimento com o tempo. Com vocais distorcidos de fundo e sons mais robóticos, o foco da voz da cantora nessa música é fenomenal, Charli sabe muito bem como trazer emoção e melodias incrivelmente tocantes, é mais uma das faixas que impressionam no álbum e o consolidam. “Essa música é sobre a nossa jornada como casal, e a turbulência que sofremos ao longo do caminho. É também sobre como me sinto tão tranquilo por estar neste espaço com ele agora. Quarentena foi a primeira vez que tentei permanecer imóvel, física e mentalmente. É um sentimento muito novo para mim. Essa também é a primeira música que gravei em casa desde que eu provavelmente tinha 15 anos, morando com meus pais. Por isso, é muito nostálgico, pois remonta a um processo pelo qual não havia passado há mais de uma década.“, diz a cantora sobre a letra de ‘7 years’.
Sendo uma das músicas mais impressionantes no álbum, ‘detonate‘, é algo que você espera que seja estourado e com bastante efeitos de distorção, mas acaba se tornando em uma faixa bem tocante e provavelmente uma das mais tristes do álbum. Contando sobre a insegurança da cantora sobre se ela merece o companheiro que tem, e se ela merece que ele confie nela. “Eu escrevi a letra em um dia em que estava experimentando um pouco de confusão e frustração com a minha situação. Eu talvez quisesse algum espaço. Na verdade, é muito difícil para mim ouvir essa música porque sinto que o resto do álbum é muito alegre, positivo e amoroso. Mas resumiu como eu estava me sentindo, e às vezes não é incomum nos relacionamentos.“, disse Charli. E no fim, temos um som distorcido, representado um pouco mais o que ela estava sentindo.
Calma e extremamente agradável, ‘enemy‘ tem o melhor vocal da cantora no álbum. A música tem uma batida mais leve e que lembra muito sua época de True Romance e Sucker, vários efeitos e sintetizadores marcam a música, sendo uma das melhores faixas. Também é marcada com um interlúdio tocante falando sobre seu amadurecimento e sobre duvidar de si mesma. Talvez seja a música que mais toque os fãs, por mostrar um lado tão humano e relacionável com ela, que é um ícone na sua área. Sobre a letra da música, Charli comenta sobre o quão criativa foi a construir essa faixa: “A música baseada na frase “Mantenha seus amigos próximos e seus inimigos mais próximos”. Fiquei pensando em como se você pode ter alguém tão perto de você, isso significa que um dia eles poderão se tornar seu maior inimigo? Eles teriam mais munição. Na verdade, eu não acho que meu namorado seja alguém que me atacaria se algo desse errado, mas eu estava brincando um pouco com essa ideia. Como a música é bastante baseada em fantasia, pensei que o memorando de voz era algo que fundamentava a música. Acabei de falar com o meu terapeuta – e a terapia ainda é uma coisa muito nova para mim. Comecei apenas algumas semanas antes da quarentena, o que parece ter algo a ver com o destino, talvez. Eu tenho me gravado depois de cada sessão, e parecia certo incluí-lo como um tipo de momento real em que você tem um momento de dúvida.”.
Com uma letra que fica na mente, ‘i finally understand‘, produzida por Palmistry (Produtor e artista do sul de Londres, Benjy Keating) tem uma sonoridade bem única e que também volta a lembrar de outras eras da cantora. Tento um ar também mais leve e triste, a música fala sobre como a experiencia da quarentena está ajudando seu relacionamento a se aproximar emocionalmente, quanto fisicamente. Talvez, seja uma das músicas que ficou mais apagada comparada às outras faixas, mas mesmo assim, tem seu brilho e se encaixa perfeitamente no álbum.
Seguindo o que a cantora fez com ‘Track 10‘ de Pop 2 e ‘Blame It On Your Love‘ de Charli, temos agora a ‘c2.0‘, que é continuação da música Click, de Charli. Essa talvez seja uma das faixas que mais deixem os fãs divididos. Ela começa com o final de Click, que são sons sintetizados e metálicos bem estourados junto com várias repetições da frase “I’m next level so legit with all my click”, durante 1:41 minutos de música, o que não é tão agradável pela imensa quantidade de tempo que isso leva. Logo após, começa um lindo vocal e sintetizadores mais calmos e leves, que tem uma das melhores sonoridades do álbum. A música conta sobre a saudade que ela sente dos seus amigos músicos e celebra a amizade e a vida como era antes disso tudo.
Marcando completamente, ‘party 4 u‘ é uma das melhores músicas do álbum, provavelmente sendo uma das mais marcantes. Mais leve e calma, Charli tem um destaque surpreendente em seu vocal nessa faixa. Mesmo sendo a faixa mais antiga entre as novas (Charli tocou essa música pela primeira vez em 26 de maio de 2017), ela se provou envelhecer como vinho. Com toda certeza, é uma das musicas mais importantes aqui, e é uma jornada para ela e para o produtor, o grande A.G. Cook. A cantora contou mais sobre seu relacionamento com essa música na Apple Music: “Esta é a música mais antiga do álbum. Para mim e A. G., essa música tem muita vida e história – nós a tocamos ao vivo em Tóquio e, de alguma forma, ela saiu e se tornou a favorita dos fãs. Toda vez que nos reunimos para fazer um álbum ou uma mixtape, isso sempre é considerado, mas nunca havia sentido antes. Por menor e bobo que pareça, é hora de retribuir algo. Liricamente, isso também faz sentido agora, pois trata-se de fazer uma festa para alguém que não vem – o desejo de ver alguém, mas eles não estão lá. A música ganhou um novo significado – gravamos a primeira parte em talvez 2017, agora há amostras de multidões na música desde o final do meu show na Brixton Academy em 2019 e agora existem gravações minhas em casa durante esse período. Foi em uma jornada. Ela continuou sendo solicitada e solicitada, o que me deixou hesitante em divulgá-la porque eu gosto da mitologia em torno de certas músicas. É divertido. Dá mais vida a essas músicas – talvez até mais do que se eu as tivesse lançado oficialmente. Continua a construir esse hype inexistente, o que é bastante engraçado e também definitivamente faz parte da minha narrativa como artista. Sofri muitos vazamentos e hacks, então gosto de brincar um pouco com essa narrativa.“.
Prontos para festa? Pois bem, ‘anthems‘ é a música perfeita para dançar e festejar (sozinho). Com um som totalmente elétrico e agitado, os gritos da Charli por querer festejar são contagiantes e é impossível não querer sair dançando por aí enquanto se ouve essa faixa. Entre todas as faixas mais animadas e elétricas do álbum, essa pode ser considerada a melhor; sua produção (de Dylan Brady e Danny L Harle) e com a letra feita por Charli criaram um hino icônico para momentos de se divertir. A cantora diz que fez essa música pensando na saudade que ela tem de festejar a noite inteira, e acordar se sentindo terrível. Ela também diz que se inspirou muito no filme ‘Projeto X’, pois ela disse que queria uma noite no estilo da festa do filme. Fica uma dica para Hollywood, se forem fazer uma continuação ou remake, já tem a música tema!
Finalizando o álbum no mesmo ritmo de sua música anterior, temos ‘visions‘, que é uma balada futurista. Sintetizadores e efeitos que lembram elementos de synthwave, a faixa consolida um fim digno para um álbum simplesmente impecável. Ele fala sobre o relacionamento da Charli e também nos conecta ao momento em que vivemos, o álbum não termina em uma salva de palmas, termina em um eufórico e desconhecido momento onde vira um reflexo da nossa realidade. Mostra o caminho que a cantora quer trilhar a partir de agora.
Como fã enorme da Charli XCX, esse álbum é como ver um artista que você ama evoluir e se descobrir em cada faixa. Tudo o que ele significa, cada uma das músicas e letras mostra como este álbum é sólido e simplesmente único. Charli fez uma carta de amor para seu namorado, para seus amigos, seus fãs, e a si mesma. É simplesmente gratificante ver como isso se desenrolou de uma forma tão incrível. Com toda certeza, mesmo com pouquíssimas falhas, é possível considerar esse um dos álbuns mais importantes da carreira da cantora e um dos melhores dela e desse ano, e ver como ele é um fruto de todo o aprendizado que ela teve com seus antecessores. Em um momento tão difícil, com certeza esse álbum ajuda a criar momentos e memórias melhores. O questionamento agora é de como será os futuros trabalhos da cantora, que sempre se inova e cria obras primas musicais.
Nota: 4.7/5
“how i’m feeling now”, de Charli XCX Já está disponível em todos os serviços de streaming.
Christopher Lloyd, Michael J. Fox, Lea Thompson, Elizabeth Shue, Mary Steenburgen, Huey Lewis, Alan Silvestri, Bob Gale, Bob Zemeckis e J.J. Abrams se reencontraram de maneira virtual para conversar com Josh Gad, o Olaf, de Frozen, sobre a trilogia de De Volta para o Futuro.
Eles relembraram momentos especiais da franquia. Christopher Lloyd, Michael J. Fox e Lea Thompson reencenaram cenas dos filmes. E um grupo de artistas cantou em coro a música Power of Love. Confira.
Claudia Wells aparece no final do vídeo, em uma aparição tardia como se ela tivesse chegado atrasada ao encontro.
A trilogia de De Volta para o Futuro pode ser vista na Netflix Brasil e na Amazon Prime Brasil.
Será realizado dos dias 9 a 16 de Maio de 2020, uma live paga mostrando o interior da casa de Invocação do Mal com o intuito de ”flagrar” alguma anormalidade na residência.
Para ter acesso as filmagens por 24 horas, o valor é de US$ 4,99 (R$28,00). Já, se o telespectador preferir ter a liberdade de gravações adicionais, será necessário desembolsar US$ 19,99 (R$108,00).
O universo de Invocação do Mal começou em 2013, com o filme de mesmo nome. Atualmente, fazem parte da franquia: Invocação do Mal 2, Anabelle 2, Anabelle 3, A Freira e A Maldição da Chorona.
Para futuras informações a respeito de Invocação do Mal fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.