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Um sonho sendo realizado! Homem-Aranha de Miles Morales ganhará um filme em live-action

Foi divulgado com exclusividade pela Variety, que um filme em live-action do Homem-Aranha protagonizado por Miles Morales está em desenvolvimento. 

O filme não se passará no MCU (apesar do seu personagem existir nesta realidade como uma criança), e também não deve se tratar do mesmo Miles de Através do Aranhaverso. 

Apesar disso, uma nova trilogia do Homem-Aranha protagonizada por Tom Holland também está em desenvolvimento. 

Miles Morales é um jovem do Brooklyn que se tornou o Homem-Aranha inspirado no legado de Peter Parker, já falecido. Originalmente, ele surgiu na terra 1610 (Ultimate). Contudo, devido o seu sucesso inesperado, a Marvel Comics tornou o personagem como como parte da realidade 616, a principal da editora.

Para futuras informações a respeito do Miles Morales, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Mason Thames e Nico Parker serão Soluço e Astrid no live-action de Como Treinar o Seu Dragão

Foi divulgado pela imprensa norte-americana, que os atores Mason Thames e Nico Parker serão Soluço e Astrid no live-action de Como Treinar o Seu Dragão. 

Mason Thames é conhecido por ter protagonizado o filme Telefone Preto,  sua única produção de grande orçamento em seu currículo até então. 

Já, Nico Parker, participou de Dumbo, The Last of Us e Caminhos da Memória, com Hugh Jackman

Soluço é um jovem viking que não tem capacidade para lutar contra os dragões, como é a tradição local. Sua vida muda quando ele ajuda um dragão que lhe mostra toda a verdade. Juntos, eles tentam provar que dragões e humanos podem ser amigos. Diz a sinopse do primeiro filme. 

O filme estreia em Março de 2025 nos cinemas. 

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Cinema

Como assim? Referência à Miles Morales em Sem Volta Para Casa é descoberta por brasileiro

Um usuário da rede social Twitter denominado de @luksvader (Lucas), encontrou uma referência ao Miles Morales em Homem-Aranha: Sem Volta Par Casa. 

A referência, em questão, está nos minutos finais do longa-metragem, quando Peter Parker está se mudando para o seu novo apartamento. Ao fundo, percebe-se um casal dando broncas em seu filho, que se chama Miles. O homem e mulher na ocasião são Jeff e Rio Morales. 

Devido a fala dos personagens, deduz que no MCU, Miles ainda é uma criança. Espera-se que os próximos filmes do Homem-Aranha, acompanhem o seu crescimento até ter idade suficiente para ser aprendiz de Peter

Além disso, em Homem-Aranha: De Volta Ao Lar, conhecemos Aaron Davis, tio de Morales que foi interpretado por Donald Glover. Aaron menciona que possui um sobrinho que mora no Queens e em uma cena deletada, ele faz uma ligação para a criança, chamada Miles, falando que não vai conseguir levar o sorvete a tempo. 

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Diretor de The Flash revela que Ezra Miller não deve ser substituído em potencial sequência do filme

Em uma entrevista para o The Playlist, Andy Muschietti, diretor de The Flash, revelou que o ator Ezra Miller não deve ser substituído no papel do herói em uma potencial continuação. 

”Eu não acho que exista alguém que consegue interpretar este personagem tão bem quanto ele” disse Andy

Ezra Miller está envolvido em diversas polêmicas, como agressão, roubo e invasão doméstica. 

The Flash é o filme solo do herói estrelado pelo ator Ezra Miller. Todo mundo já pensou em voltar no tempo para mudar alguma coisa que incomodou a vida, é por isso que Flash decide fazer o mesmo. Depois dos eventos de Liga da Justiça, Barry Allen decide viajar no tempo para evitar o assassinato de sua mãe, pelo qual seu pai foi injustamente condenado à cadeia. O que ele não imaginava seria que sua atitude teria consequências catastróficas para o universo. Ao voltar no tempo, Allen se vê em um efeito borboleta e começa a viajar entre mundos diferentes do seu. Para voltar para seu plano original, Flash contará com a ajuda de versões de heróis que já conheceu, incluindo versões do Batman que já são conhecidas (Michael Keaton e Ben Affleck), para evitar mais quebras entre universos e voltar ao normal. Baseado livremente na HQ “Flashpoint”.

The Flash estreia em 15 de Junho de 2023. 

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Confirmado, John Wick 5 está em desenvolvimento inicial pela Lionsgate

Joe Drake, um dos presidentes da Lionsgate, confirmou durante a reunião de investidores da produtora, que o filme John Wick 5 está em desenvolvimento inicial. 

Além disso, Joe também confirmou que novos spin-offs da saga estão em desenvolvimento, além de um jogo AAA canônico. 

Contudo, não foi divulgado quando o longa-metragem entrará em produção, ou sua data de lançamento. 

John Wick é um lendário assassino de aluguel aposentado, lidando com o luto após perder o grande amor de sua vida. Quando um gângster invade sua casa, mata seu cachorro e rouba seu carro, ele é forçado a voltar à ativa e inicia sua vingança.

Para futuras informações de John Wick, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Fica ligado, hein! Barbie ganha novo trailer, assista

Foi divulgado pela Warner Bros. Discovery, o terceiro trailer de Barbie, vindouro filme protagonizado por Margot Robbie e Ryan Gosling, com Greta Gerwig na direção. 

No mundo mágico das Barbies, “Barbieland”, uma das bonecas começa a perceber que não se encaixa como as outras. Depois de ser expulsa, ela parte para uma aventura no “mundo real”, onde descobre que a beleza está no interior de cada um.

Barbie estreia em 21 de Julho de 2023.

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Cinema

Preparados para uma nova era? Assista o trailer final de The Flash

Warner Bros. Pictures divulgou o último trailer oficial de The Flash, filme que fará a transição do DCEU para o DCU que estreia em 15 de Junho de 2023 com exclusividade nos cinemas. 

The Flash será inspirado no evento dos quadrinhos Flashpoint, que foi lançado em 2011 com roteiro de Geoff Johns e artes por Andy Kubert. Entretanto, o filme terá diversas diferenças em relação ao material fonte, como por exemplo, a ausência da guerra entre as Amazona e os Atlantes e a substituição de Thomas Wayne como Batman, pelo próprio Bruce Wayne já envelhecido, que será vivido por Michael Keaton.

Para futuras informações a respeito de The Flash, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

É um homem? Andy Muschietti confirma participação especial surpreendente em The Flash

ATENÇÃO: Essa matéria contém spoilers de The Flash

Em uma entrevista para o Esquire Middle East, Andy Muschietti, diretor de The Flash, revelou uma participação especial chocante que estará presente no longa-metragem. 

E a participação é de ninguém mais ninguém menos que o do Superman de Nicolas Cage, dado que o astro quase interpretou o personagem em um filme da década de 90 que contaria com Tim Burton na produção. 

Contudo, Andy não revelou se o herói terá alguma fala ou se terá somente alguns segundos de tela. 

The Flash será inspirado no evento dos quadrinhos Flashpoint, que foi lançado em 2011 com roteiro de Geoff Johns e artes por Andy Kubert. Entretanto, o filme terá diversas diferenças em relação ao material fonte, como por exemplo, a ausência da guerra entre as Amazona e os Atlantes e a substituição de Thomas Wayne como Batman, pelo próprio Bruce Wayne já envelhecido, que será vivido por Michael Keaton. 

Para futuras informações a respeito de The Flash, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Creed III: Quando poucos golpes são suficientes

A franquia Rocky ultrapassou os limites do ringue de luta. Embora mantive-se o foco na história de superação, treinamento, disciplina e nos sacrifícios pessoais do lutador Rocky Balboa, os filmes nunca esqueceram do aspecto urbano e do cotidiano envolto do protagonista. Ryan Coogler, diretor do primeiro Creed e roteirista da trilogia, conseguiu retomar esses aspectos através das lentes da cultura negra americana. E mesmo Pantera Negra (2018) sendo o seu trabalho de maior prestígio e popularidade, foi com Creed que a sua capacidade conseguiu ditar as temáticas de uma franquia inteira. No terceiro filme, agora sem a estrela de Sylvester Stallone, o background dos personagens persiste nas raízes da comunidade negra – e como o passado destes interferiu em suas expectativas e sonhos de vida.

Se olharmos em última instância, todos os filmes da franquia, desde o primeiro Rocky de 1976, trabalharam em cima do sonho daqueles em tela. Os personagens sempre estão buscando alcançar um outro patamar de vida: casar com a mulher amada, vencer a luta, tornar-se campeão. O personagem interpretado por Jonathan Majors, Damian Anderson, é um entre vários que almejavam ser profissional do boxe e desfilar com o cinturão numa carreira vitoriosa, mas acabou tendo seu caminho redirecionado por uma sentença de 18 anos em cárcere privado após um desentendimento na rua. O terceiro filme nos oferece dois personagens que partiram juntos, mas acabaram atravessando jornadas distintas e consequentemente finais desiguais. Adonis tornou-se aquilo que o amigo desejava, e Damian viveu quase duas décadas no presídio vendo um sonho próximo da realidade se transformar numa probabilidade distante.

Assim, Creed III traça um comentário político interessante quando coloca em debate como as circunstâncias e a desproporcional punição condicionaram o futuro de um garoto, e destruíram qualquer perspectiva de sucesso. Contudo, o filme se interessa mais nessa background como justificativa para o sentimento vingativo do antagonista, do que necessariamente se aprofundar no comentário político e social.

É preciso ter uma suspensão de descrença do mesmo nível daquela em Gigantes de Aço (2011), quando o robô de treinamento Atom confronta os robôs mais competitivos e tecnologicamente avançados do mundo, para engolir a história de Damian. O plano arquitetado e a escalada oportunista para enfrentar o atual campeão, além do mistério envolta da sua vida dentro da prisão, mantendo o ritmo de treinamentos e o porte físico de um atleta profissional são enfiados goela abaixo e apenas geram dúvidas pertinentes sobre suas reais condições na cadeia, pois é conveniente para o roteiro deixá-lo pronto para a jornada sem qualquer preparo – e torná-lo uma opção viável num confronto de proporções globais.

E o roteiro não peca exclusivamente nesse contexto. A história retrata um Adonis Creed aposentado, sendo a primeira luta do filme justamente sua despedida dos ringues. Semelhante à premissa de Rocky Balboa (2006), Creed III coloca seu protagonista na posição de superado e ultrapassado, quando outros rostos e nomes assumem o protagonismo do esporte. Contudo, existe uma diferença gritante entre o que fizeram com Balboa em 2006 e essa tentativa. A caracterização de Sylvester Stallone corresponde a alguém obsoleto, cansado e nitidamente fora da idade (resultado da própria realidade do ator); a forma como o filme explora suas vulnerabilidades e fraquezas o tornam mais verossímil, e nos fazem reconhecer seu retorno aos ringues como um desafio complicado. No caso de Michael B. Jordan, sua caracterização e, portanto, seu porte físico e estilo de vida (assim como o período curto da aposentadoria), não correspondem ao que filme pretende transmitir e acaba por atrapalhar na forma como nos relacionamos com ele, sendo este “grande desafio” um mero percalço no caminho.

Se essa tentativa frustrada de emular a capacidade emocional da obra de 2006 já não fosse suficiente, o filme também retrata uma perda (que não será revelada aqui) com o peso dramático de uma folha de papel. Novamente parte do esforço de criar empatia pela história do protagonista, como se obter a comoção do público fosse missão fácil apenas por colocar o acontecimento anunciado desde o início num ponto crítico da trama – e não resultado de um processo construído gradativamente (se possível, com sutileza).

Contudo, as limitações óbvias do roteiro esbarram numa direção competente e inspiradora do estreante Michael B. Jordan. Foi uma grata surpresa reconhecer na tela um diretor que busca alternativas para cenas simples, sempre procurando caminhos diferentes para transmitir sensações. Não só pela capacidade de conduzir ritmos impressionantes nas lutas, mas imprimir um estilo inspirado por seus gostos pessoais pela linguagem dos animes (os planos fechados nos braços e luvas, o slow motion) que possuem caráter próprio na produção das cenas de ação. Outro ponto relevante é como Jordan não se limita em focar na luta em si, mas busca intercalar com flashbacks que remetem às emoções e pensamentos dos lutadores. O conflito principal entre Adonis e Damian é para além do âmbito físico, é quase como um acerto de contas espiritual.

Também vale ressaltar a continuidade de estilos musicais, temáticas e saudosismos que integram toda a trilogia. É importante manter uma unidade artística facilmente reconhecida ao assisti-los: a representatividade da comunidade negra, a exaltação e o respeito pelas figuras do passado (embora aqui ocorra um distanciamento muito maior do que nos anteriores), além da música tema com acordes clássicos da franquia. São, portanto, elementos que mantém o espírito dos três filmes.

Ao final (sem spoilers), o diálogo entre o Adonis e Damian retrata dois homens compreendendo como o sentimento de vingança só serve para consumir aquilo que resta. Mas o destaque está quando eles se conscientizam sobre o quão equivocados estavam em tentar procurar culpados entre si, quando a culpa verdadeiramente partia daquelas forças externas maiores, que – às vezes – os tornam coadjuvantes da própria vida.

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Cinema

Tati Gabrielle será a Jade na continuação de Mortal Kombat

Foi revelado com exclusividade pelo The Hollywood Reporter, que a atriz Tati Gabrielle será a Jade na continuação de Mortal Kombat

A atriz é conhecida pelos seus papéis em Você, Uncharted: Fora do Mapa, O Mundo Sombrio de Sabrina e The 100. 

No longa-metragem, Jade deverá desempenhar um papel de extrema importância. 

Nova aventura baseada no videogame Mortal Kombat. Na história, um jovem que nunca treinou artes marciais acaba envolvido em um gigantesco torneio de luta envolvendo guerreiros da Terra e lutadores e outras dimensões. Diz a sinopse de Mortal Kombat (2021).

Para futuras informações a respeito de Mortal Kombat, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.