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Power Rangers | Filme vai ganhar uma sequência em HQ

A editora Boom! Studios anunciou uma continuação em quadrinhos para o filme dos Power Rangers que vai estrear ano que vem. Power Rangers: Aftershock vai ser lançada nos EUA no dia 29 de março, cinco dias após da chegada do filme naquele país.

A trama da HQ vai seguir logo os acontecimentos do final do filme. Duas capas foram divulgadas, confira na galeria abaixo:

 

Power Rangers, o filme, chega aos cinemas brasileiros no dia 23 de março de 2017. Confira o trailer e mais noticias sobre o longa AQUI.

Power Rangers: Aftershock terá roteiro de Ryan Parrott e desenhos de Lucas Werneck.

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Justice League vs Suicide Squad | Confira a prévia da primeira edição

O primeiro grande evento desde o Rebirth da DC Comics vai chegar às bancas essa semana. A minissérie Justice League vs Suicide Squad vai colocar os dois grupos mais badalados da editora no momento frente a frente. Segundo o escritor Josh Williamson, desde a fase de planejamento do Rebirth, já estava decidido que esse crossover que foi idealizado por Geoff Johns.

A prévia da primeira edição, que é desenhada por Jason Fabok, foi divulgada pela editora. Confira as páginas na galeria abaixo que não está na ordem oficial da HQ:

 

O grande vilão da minissérie será o telepata Maxwell Lord, que vai reunir um grupo de criminosos e caçadores de recompensas e vão se tornar um problema em que a Força Tarefa X terá que intervir. Willliamson falou sobre o grupo liderado por Lord:

“Apesarem de serem vilões com origens diferentes, eles tem muita coisa em comum,” disse o roteirista ao site Newsarama. “Ao decorrer da série, as pessoas vão perceber isso. Quando chegamos aos personagens do grupo, encontramos conexões orgânicas entre eles.”

Uma das consequências da minissérie será a formação da Liga da Justiça da América. Que terá a liderança do Batman. Logo, Nevasca e a Canário Negro farão parte do time.

Justice League vs Suicide Squad será publicada em seis edições.

lobo

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Música Vitrola

Discografia | Iron Maiden

Seja bem vindo a área de Discografias da Torre de Vigilância. Onde vamos contar sobre os discos dos artistas e a história por trás de cada trabalho. Vamos começar com a maior e mais querida banda de Heavy Metal de todos os tempos. O Iron Maiden. Todo mundo já ouviu e conhece uma música da banda. Aqui vamos focar nos álbuns de estúdio da banda, as polêmicas, as mudanças de formações ao longo dos anos e os sucessos de cada disco.

 

Iron Maiden (1980)

Intitulado simplesmente de Iron Maiden, a banda de Heavy Metal, depois de cinco anos desde a sua fundação, dava seu primeiro passo para o estrelato com seu disco de estreia lançado em 14 de abril de 1980. É o único trabalho de estúdio com o guitarrista Dennis Stratton. As mudanças de produtores marcaram esse primeiro álbum. O primeiro foi Guy Edwards, que foi demitido por causa da insatisfação com a qualidade da produção. Logo após veio Andy Scott, que entrou em atrito com Steve Harris por que queria que o músico tocasse com palhetas e não com os dedos, também foi demitido. Até que Will Malone assumiu a produção e terminou o trabalho.

O álbum foi bem recebido pela crítica musical e se tornou um marco no Heavy Metal mundial. É considerado um dos discos de estreia mais importantes da história do rock. “Running Free”, “Phantom of the Opera”, “Sanctuary” e “Iron Maiden” são as faixas que mais se destacaram no álbum. A capa do disco que mostrava o mascote Eddie empunhando uma faca inclinando sobre o corpo de Margaret Thatcher, gerou publicidade na impressa britânica na época.

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Formação:

Steve HarrisBaixo e segunda voz
Dave Murray Guitarra
Paul Di’AnnoVocal
Clive BurrBateria
Dennis StrattonGuitarra e segunda voz

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Killers (1981)

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O segundo álbum do Iron Maiden foi o Killers, lançado em janeiro de 1981. “Wrathchild” foi um sucesso e até hoje é a única música do álbum que é tocada nos shows. Já a canção “Murders in the Rue Morgue” é baseada em um conto do Edgar Allan Poe, intitulado de “Rue Morgue”. Foi um álbum de estreias na banda. Adrian Smith assumiu a guitarra e o produtor Martin Birch fez o seu primeiro trabalho com os caras. Parceria que durou até 1992.

Apesar de não ter o clamor do seu antecessor, Killers é considerado um progresso para o Iron Maiden. Pois foi graças a ele que surgiu a sua primeira turnê mundial, que começou em Las Vegas abrindo o show do Judas Priest.

Formação:

Paul Di’AnnoVocal
Steve HarrisBaixo
Dave MurrayGuitarra
Adrian SmithGuitarra
Clive BurrBateria

Nota na história: O convívio com o  vocalista Paul Di’Anno estava se tornando insuportável pelo seu uso excessivo de álcool e cocaína. Suas atitudes vinham constantemente atrapalhando a agenda da banda, que crescia cada vez mais. Então Steve Harris, secretamente, convidou o jovem vocalista Bruce Dickinson para uma audição em setembro de 1981, onde foi contratado imediatamente. No final da Killer Wolrd Tour Paul foi demitido e Dickinson assumiu o lugar. O seu primeiro show foi durante uma pequena turnê pela Itália.

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The Number of the Beast (1982)


É o clássico. Todo mundo já ouviu falar. Todo mundo já foi na casa de um amigo que curte Rock e sabe desse álbum. É o álbum mais vendido do Iron Maiden, com mais de 14 milhões de copias vendidas ao redor do mundo. Considerado como um dos melhores álbuns de heavy metal de todos os tempos, foi recebido com grande aclamação da critica. Com os sucessos que se tornaram hinos dos fãs como “The Number of the Beast” e “Run to the Hills”, o álbum configura em diversas listas de melhores discos. Nos Estados Unidos, The Number of the Beast gerou polemica pela temática religiosa de algumas letras e da arte da capa. Houve um principio de histeria, como pessoas quebrando os discos com martelos, queimando e até mesmo rolo compressores esmagando os álbuns. Mas se forem pegar mesmo as letras, a única canção que fala realmente algo do tipo é a faixa-título. Que foi uma inspiração de Steve Harris após assistir um documentário do gênero. Você querido e amado leitor, se tiver dúvidas, pegue a tradução das letras e tire suas próprias conclusões. Foi também o ultimo álbum com a participação do baterista Clive Burr e marca a estreia de Bruce Dickinson no vocal.

O produtor do álbum, Martin Birch, falou na época que a entrada de Bruce abriu um novo leque para a banda por causa da sua linha vocal. E que algumas coisas compostas por Steve Harris, não seriam possíveis sendo cantadas por Paul Di’Anno o antigo vocalista.

Formação

Steve HarrisBaixo
Dave MurrayGuitarra
Clive BurrBateria
Adrian SmithGuitarra
Bruce DickinsonVocal

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Piece of Mind (1983)

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O quarto álbum da banda foi lançado em 16 de maio de 1983. Nele acontece a estreia do baterista Nicko McBrain. Piece of Mind mantém o estilo pesado do seu antecessor, só que as músicas mais trabalhadas e com mais conceitos. Lidando com guerras, temas de filmes e livros. As músicas que mais se destacaram nesse trabalho foram “Flight of Icarus” e “The Trooper”.  E novamente com a produção de Martin Birch.

Formação:

Bruce DickinsonVocal
Dave MurrayGuitarra
Adrian SmithGuitarra
Steve HarrisBaixo
Nicko McBrainBateria

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Powerslave (1984)

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O álbum foi lançado em 03 de setembro de 1984, e é considerado como um dos mais grandiosos do Iron Maiden. Com os hinos “Aces High” e “2 Minutes To Midnight” elevou o trabalho ao mesmo patamar do The Number of Beast. Foi com ele que o Iron Maiden tomou a proporção de gigante do rock mundial. A Turnê batizada de World Slavery Tour foi a mais longa e maior do grupo, que passou por 28 países fazendo 193 shows em longos 13 meses. Foi nessa turnê que os shows passaram a ter os temas dos conceitos artísticos dos álbuns, no caso de Powerslave, tinha a temática egípcia. No Brasil, a turnê passou pelo Rock In Rio de 1985.

As turnês do Iron Maiden passaram a ter palcos temáticos com os temas dos álbuns.

Mas com a grandiosa turnê também veio grandiosos desgastes. Os integrantes tiraram férias de quatro meses, embora quisessem que fossem seis. Em meio há esse tempo, iria acontecer a turnê do “Live After Dearth” que foi gravado durante um show histórico em Long Beach na Califórnia. Mas Dickinson, alegando cansaço, não queria fazer e ameaçou a deixar a banda se não fosse interrompida. Algo que complicou ainda mais relacionamento com Steve Harris que já não andava muito bem das pernas.

Formação:

Adrian SmithGuitarra
Dave Murray Guitarra
Nicko McBrainBateria
Steve HarrisBaixo
Bruce DickinsonVocal

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Somewhere In Time (1986)

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Depois do cancelamento da turnê de divulgação do “Live After Death”, os músicos aproveitaram para criarem letras. E no fim do período de descanso reuniram-se e apresentaram seus esboços. Os de Adrian Smith foram bem aceitos, já os de Dickinson foram rejeitados e assim surgiu o novo álbum. E no dia 29 de setembro de 1986 foi lançado o Somewhere In Time. O trabalho mais experimental da banda. É a primeira vez que eles usam sintetizadores que trouxeram feitos sintéticos as músicas. O resultado cria uma atmosfera profunda, melódica e até cibernética no disco. A capa veio bem a calhar com esse momento musical. Era o Eddie em uma arte que lembra o filme Blade Runner (1982). A grande curiosidade desse disco é a faixa “Alexander The Great”, uma das músicas mais incríveis da história da banda que nunca foi executada ao vivo.

Formação:

Bruce DickinsonVocal
Adrian SmithGuitarra, sintetizador, vos de apoio e voz principal em “Reach Out”
Dave MurrayGuitarra, sintetizador
Steve HarrisBaixo, sintetizador
Nicko McBrainBateria

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Seventh Son of a Seventh Son (1988)

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Agora seguindo o intervalo de dois anos para o lançamento de discos, foi lançado em 11 de abril de 1988 o Seventh Son of a Seventh Son. Tendo como temática a lenda do sétimo filho do sétimo filho, que teria poderes sobrenaturais partindo da história de uma criança enviada para ser um representante do bem ou do mal na Terra. A ideia surgiu após Steve Harris ler o livro “Seventh Son” de Orson Scott, o baixista então passou para Bruce Dickinson a história e coincidiu com o número sete. E era o sétimo disco que o Iron Maiden ia lançar. O vocalista caiu de cabeça e foi acrescentando suas ideias e finalmente conseguiu contribuir com as composições.

Ele também tem uso de sintetizadores e teclados em suas músicas, e soa como um trabalho experimental como o Somewhere In Time. Só que os fãs o consideram melhor do que o seu antecessor. Uma mudança que se sente no disco é a abordagem vocal de Dickinson. Antes sempre mais teatral, nessas músicas ele está mais variante, carregado de drives e narrativo. Como se estivesse contando uma história e interpretando em seus atos. Daqui surgiram os hinos “Can I Play With Madness?” e a obrigatória nos shows “The Evil Dead Man Do”.

Formação:

Bruce DickinsonVocal
Adrian SmithGuitarra, sintetizador
Dave MurrayGuitarra, sintetizador
Steve HarrisBaixo, sintetizador
Nicko McBrainBateria

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No Prayer of the Dying (1990)

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Depois de um hiato de dois anos sem gravar nada inédito, e seus integrantes tocando os seus projetos solos, o Iron Maiden volta ao estúdio para seu novo trabalho. As discussões de como seria o próximo álbum foram bem acaloradas. Steve Harris considerava que a banda estava em níveis muito altos e que estava cansado daquilo. Muita produção, muita intensidade, palcos enormes com suas temáticas gigantescas e os dois últimos trabalhos com muitos sintetizadores, teclados tinha tirado a simplicidade da banda. Harris queria fazer algo mais seco, mais cru. O guitarrista Adrian Smith não concordou com o rumo que a banda poderia tomar e decidiu sair. Em seu lugar foi recrutado Janick Gers, que tocava com Bruce Dickinson em seu projeto solo.

Pois bem, o resultado não agradou aos fãs e a mudança de sonoridade com a saída de Smith transforma No Prayer For The Dying, para muitos, no mais fraco e desinteressante da carreira do Iron Maiden. Apesar de terem colocado a canção “Bring Your Daughter… to the Slaughter” em primeiro lugar nas paradas britânicas. Algo inédito na historia da banda.

Contra capa de No Prayer For The Dying.

Formação:

Bruce DickinsonVocal
Dave MurrayGuitarra
Janick GersGuitarra
Steve HarrisBaixo
Nicko McBrainBateria
Michael Kenney (músico adicional)Teclado

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Fear of The Dark (1992)

O resultado abaixo do esperado no disco anterior, a mídia e o publico entenderam que o Iron Maiden estava tendo uma queda de rendimento. Depois de um período de dois anos inativos, em 11 de maio de 1992 é lançado o Fear of The Dark. As recepções foram bem variadas. Algumas pessoas acham que é um excelente disco, mas há quem ache que não é tudo isso. Só é melhor do que o ultimo. O Heavy Metal chega a flertar com influencias do Hard Rock, que traz músicas energéticas. O guitarrista Janick Gers parece estar mais a vontade nesse disco, ele contribui nas composições e aplica mais seu estilo sonoro. E Dickinson estava no seu ponto alto nos vocais. Com uma postura mais agressiva nas músicas.

O sucesso “Fear of The Dark” também se tornou hino essencial nos shows da banda. O disco tem canções que falam da Guerra do Golfo, “Wasting Love” uma balada da banda e a “Fear Is The Key” que foi feita logo após da morte de Freddy Mercury vocalista do Queen vitimado pelo vírus da AIDS. A musica é sobre uma relação sexual coberta pelo medo da doença. Na época Dickinson comentou: “Há uma parte onde ‘Fear of the Key’ diz que ‘ninguém liga até que um famoso morre’. E isso realmente é verdade e triste. Enquanto achavam que o vírus estava confinados em homossexuais ou viciados em drogas desconhecidos, ninguém dava a mínima. Foi apenas quando celebridades começaram a morrer que as massas foram se conscientizar da gravidade.”

Formação:

Bruce Dickinson  – Vocal
Jancik GersGuitarra
Dave MurrayGuitarra
Steve HarrisBaixo
Nicko McBrainBateria

Nota na história: no ano de 1993 o vocalista Bruce Dickinson resolve sair da banda para se dedicar a sua carreira solo, na época foi um grande baque nos fãs que não viam a banda seu frontman. Bruce aceitou fazer uma turnê de despedida, mas que foi marcada por brigas com Steve Harris. O baixista argumentava que o cantor não estava se esforçando nos shows, que por sua vez se defendia falando que não é possível se apresentar sorrindo, como tudo estivesse bem quando o clima na banda não era dos melhores. A grande realidade era que o  relacionamento entre os dois já estava insustentável há tempos. A turnê rendeu dois álbuns ao vivo “A Real Live One” que tinha canções de 1986 a 1992 lançado em março de 1993 e “A Real Dead One” que saiu em outubro do mesmo ano e contém as músicas de 1980 a 1984. Logo depois ambos foram lançados no pacote intitulado de “A Real Live Dead One”. Bruce Dickinson se apresentou pela ultima vez em 28 de agosto de 1993.

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The Factor X (1995)

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Em 2 de outubro de 1995, após três anos do ultimo disco, é lançado o décimo trabalho de estúdio do Iron Maiden. E no período sem atividades de 1993 até 1995, a banda escutou diversas fitas a fim de encontrar um novo vocalista. Entre essas fitas estava a do brasileiro André Matos, vocalista do Angra. Mas foi o britânico Blaze Bayley, que ficou no lugar de Dickinson. Bayley foi escolhido por Steve Harris, que tinha se lembrado do cantor quando a sua banda Wolfsbane abriu um show do Iron.

A escolha de Bayley teve um impacto negativo entre os fãs. Criticaram, e falam até hoje, que o vocal de Bayley tem uma extensão mais baixa e menor. Não chega a notas altas, precisando usar o ar para impulsionar a voz para alcançar um volume mais baixo, além de ter um timbre mais abafado. O que as pessoas falam “canta para dentro.” Mas a ideia de Harris era um vocalista diferente do anterior, ele não queria alguém que imitasse Dickinson, queria algo original.

The Factor X é um disco mais escuro, com um clima denso e que com cadência e influência do som que habitava no momento. O Progressive Metal. Se for colocado lado a lado com os antigos trabalhos, parece que lhe falou algo, inspiração, ou até mesmo paixão. Era um perfeito reflexo de Steve Harris que passava uma fase complicada na vida devido ao divórcio. A atmosfera do álbum acabou que combinou com o estilo da voz de Bayley. “Man On The Edge” é o destaque desse disco.

Durante 1995 e 1996, a banda saiu em turnê mundial. Logo após o encerramento, foi lançada a sua primeira coletânea Best of The Beast (que todo mundo que se dizia do Heavy Metal na década de 90 tinha). Ela traz dois CDs com os maiores sucessos de todos os discos até ali.

Formação:

Blaze BayleyVocal
Steve HarrisBaixo
Dave MurrayGuitarra
Janick GersGuitarra
Nicko McBrainBateria

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Virtual XI (1998)

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O décimo primeiro álbum do Iron Maiden foi lançado em 23 de março de 1998. O nome foi escolhido por coincidir com o lançamento do jogo de computador da banda Ed Hunter (quem aí jogou?) e também pela Copa do Mundo de 1998 na França (se lembra do piripaque do Ronaldinho Fenômeno?) e um pouco antes de lançar o álbum, a banda organizou uma turnê de divulgação com marcaram jogos de futebol pela Europa com músicos convidados e jogadores profissionais da Inglaterra.

Sonoramente o Virtual XI não é escuro e melancólico como seu antecessor The Factor X, ele é mais feliz, iluminado, os arranjos são mais abertos e melódicos. As linhas vocais são mais intensas e interessantes. Mas mesmo assim os fãs não gostaram. A falta de criatividade é algo visível na banda. Músicas prolongadas e repetitivas. A critica especializada deu notas variadas, mas todos reconhecendo que não era o mesmo Iron Maiden de outrora.

Capa do game Ed Hunter

As coisas ficaram mais complicadas durante a turnê Virtual XI World Tour. Onde nos shows tinham faixas pedindo a volta de Bruce Dickinson. E o pior momento foi durante um show no Chile em que Blaze Bayley foi recebido a cusparadas. O vocalista chegou a gritar ao microfone, que estavam atrapalhando o show e que viu quem era exigindo que fossem retirados do espetáculos. Essa fase do Iron Maiden realmente é muito complicada, Bayley era chamado de “a maior farsa do da história do Metal”. Em janeiro de 1999 aconteceu o inevitável. O vocalista foi convidado a se retirar da banda. Steve Harris falou que a voz de Bayley não estava combinando com as expectativas durante a turnê. Janick Gers defendeu Bayley, falando que o motivo das baixas performances era que o vocalista era obrigado a cantar fora do seu tom. Mas na verdade Harris viu que a coisa não estava boa entre a banda e os fãs e resolveu demitir para evitar prejuízos maiores.

Formação:

Blaze BayleyVocal
Steve HarrisBaixo
Dave MurrayGuitarra
Janick GersGuitarra
Nicko McBrainBateria

Nota na história: No mesmo janeiro de 1999, por meio do produtor da banda, Rod Smallwood, Steve Harris voltou a ter contato com Bruce Dickinson. Então o convite foi feito e o vocalista concordou a retornar. E o guitarrista Adrian Smith, que recebeu um telefonema de Bruce avisando que iria voltar, retorna para a banda. Jancik Gers que tinha substituído Smith desde No Prayer For The Dying (1990) continuou na banda. Que agora era um sexteto com três guitarras. As “velhas novidades” animaram os fãs. Então a banda saiu em turnê de reunião e lançaram a coletânea Ed Hunter que vem com o jogo de computador incluso.

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Brave New World (2000)

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Nas conversas sobre o novo disco, Dickinson já tinha uma visão de ser algo novo. Não queria voltar ao passado. Queria algo moderno. Para frente. Então foi concebido o aclamado Brave New World lançado em 30 de maio de 2000. O disco é amado pelos fãs que estavam empolgados pelo retorno do vocalista e de Smith e animados com a formação com três guitarras. É certamente o trabalho mais pesado da banda. Os solos são destruidores e as distorções animais. E as músicas marcantes voltaram aos discos do Iron Maiden. Canções como “The Wicker Man”, “Brave New World”, “Dream of Mirrors” e a sentimental “Bood Brothers” viraram hinos rapidamente. E o mais incrível é que Brave New World tem semelhanças com os trabalhos anteriores (que foram muito criticados). Tem o som progressivo, mas ao mesmo tempo, o metal tradicional da banda faz presente. É uma perfeita junção dos estilos.

Uma longa turnê mundial começou logo após o lançamento do álbum. Um dos shows, se não for o melhor de toda turnê, aconteceu aqui no Brasil novamente durante o Rock in Rio III em 2001. A banda considera o nosso país como um segundo lar do Iron Maiden, e eles classificam essa apresentação como uma das melhores da história do grupo. O que rendeu um CD e um DVD ao vivo implacável e obrigatório para os fãs.

Formação:

Bruce DickinsonVocal
Dave MurrayGuitarra
Janick GersGuitarra
Adrian SmithGuitarra
Steve HarrisBaixo, teclado
Nicko McBrainBateria

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Dance of Death (2003)

Em 8 de setembro de 2003 chega as lojas o décimo terceiro álbum de estúdio do Iron Maiden. O segundo trabalho do sexteto segue de perto o estilo do seu antecessor, mas de uma forma mais densa. A musicalidade da a impressão de que existem várias coisas ao mesmo tempo, dando a sensação de dramaticidade nas canções. Dance of Death não foi bem recebido como o Brave New World, muito se deve a produção abafada e desleixada de Kevin Shirley. “Wildest Dreams”, “Rainmaker”, “No More Lies”, “Dance of Death” e “Face In The Sand” são os destaques do disco.

Essa época é recheada por polêmicas, a primeira foi logo na capa do disco. A arte foi criada pelo artista gráfico David Patchett. A polêmica foi por que o artista não quis ter seu nome creditado a arte. A dita cuja que está na capa não era uma versão final, só que a banda gostou tanto que utilizou assim mesmo. O artista não gostou nada de saber que estariam divulgando um trabalho inacabado que muitos encarariam como a versão final e o julgariam como um péssimo artista.

A outra polemica ocorreu já no fim da turnê. Quando a banda ia dividir o posto de principal atração com o Black Sabbath no Ozzfest. Acontece que o Iron teve o show sabotado pela Sharon Osbourne, na época esposa de Ozzy. Sharon não tinha gostado e se sentiu ofendida com uma declaração de Bruce Dickinson criticando reality shows na TV. E quem se lembra do sucesso da MTV, The Osbournes?

Formação:

Bruce DickinsonVocal
Dave MurrayGuitarra
Janick GersGuitarra
Adrian SmithGuitarra
Steve HarrisBaixo, teclado
Nicko McBrainBateria

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A Matter of Life and Death (2006)

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Um disco mais melódico que flerta com o Hard Rock e Alternative Rock. Foi assim que muitas pessoas classificaram o décimo quarto álbum do Iron Maiden lançado em 28 de agosto de 2006. Apesar de não ser um álbum que não foi valorizado pelos fãs, o disco foi bem comercialmente. Sendo considerado “Álbum do Ano” pela Classic Rock Roll of Honour Awards.

A turnê foi marcada pela polêmica de que a banda decidiu tocar o set list inteiro de A Matter of Life and Death. O que acabou deixando alguns clássicos de fora. Alguns fãs torceram o nariz e pediam certas músicas durante os shows.

Formação:

Bruce DickinsonVocal
Dave MurrayGuitarra
Janick GersGuitarra
Adrian SmithGuitarra
Steve HarrisBaixo, teclado
Nicko McBrainBateria

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The Final Frontier (2010)

Surgiu sobre a sombra da informação que seria o último álbum da carreira da banda, segundo o baixista Steve Harris. Em 13 de agosto de 2010 era lançado o décimo quinto trabalho do Iron Maiden. Dickinson disse na época: “tivemos provavelmente o menor tempo de preparação até agora, o que é bizarro, porque é o registro mais longo e mais complicado de todos eles.”

O confuso é a receptividade do disco. A critica especializada não pouparam elogios e o álbum chegou a primeira colocação de vendas em 28 países (maior marca da história da banda). Já os fãs detestaram! Ele foi classificado como chato e sem sal. A turnê percorreu lugares como Indonésia, Coreia do Sul, Singapura e Transilvânia.  Então ao final da turnê, o grupo divulgou que ia continuar excursionando, mais sem previsão de gravar material inédito. Rodaram mais uma vez o mundo e tocaram mais uma vez no Rock In Rio em 2014, quando encerraram o festival naquele ano.

Nota na história: Era ano de 2014 e Bruce Dickinson revelou que estava nos planos um novo disco com músicas inéditas. Os fãs viveram expectativa no lançamento do décimo sexto álbum. Então na noite de Natal daquele ano, um cartão comemorativo da data foi publicado no site oficial, prometendo presentes para o ano seguinte. Mas no primeiro semestre de 2015 uma noticia abateu sobre a banda, foi descoberto que o vocalista estava com câncer no fundo da língua. Como foi descoberto ainda cedo, o músico passou por uma cirurgia e quimioterapia. Esse infeliz contratempo atrasou os planos do lançamento do novo álbum.

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The Book of Souls (2015)

Em 4 de setembro de 2015 chega as lojas o primeiro álbum de estúdio do Iron Maiden em formato de duplo. Com produção Kevin Shirley e Steve Harris, ele conta com pontos positivos e negativos. Ele dividiu alguns fãs por acharem ele meio cansativo com músicas que repetem os refrões diversas vezes, mas há quem considere um grande trabalho com solos matadores que lembravam a antiga forma do Iron Maiden. O álbum foi um sucesso nas vendas chegando ao topo de vários países. Faixas como “Speed of Light” e a épica “Empire of the Clouds” que tem 18 minutos de duração, são os destaques do álbum duplo.

Formação:

Bruce DickinsonVocal, piano em “Empire of the Clouds”
Dave MurrayGuitarra
Janick GersGuitarra
Adrian SmithGuitarra
Steve HarrisBaixo, teclado, co-produção
Nicko McBrainBateria

O Iron Maiden é uma banda que sempre renova a sua base de fãs, ela está naquele nível de que se passa de pai para filho. E seus fãs os mantém na ativa no posto de maior banda de Heavy Metal do mundo com sua saraivada de sucessos que até quem não gosta do estilo conhece. E isso é reconhecimento de uma carreira que na verdade houve poucos momentos baixos.

Se você gostou da discografia, pode pedir seu artista favorito nos comentários, e nos vamos contar a histórias dos seus discos aqui.

lobo

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Quadrinhos

Superman Reborn | Conheça a saga que vai abalar a vida do Superman

Desde o começo do Rebirth, os títulos Superman e Action Comics estão sendo muito elogiados pelos fãs e a critica especializada. A superfamília do Azulão impulsionou as vendas da DC Comics, cultivando novos leitores e trazendo antigos de volta pelo burburinho que ambos os títulos estão fazendo. O enriquecimento do universo do Super com personagens como o seu filho Jon, a Superwoman, Lex Luthor sendo novo Homem de Aço de Metrópolis e até mesmo com Krypto, o super cão, tendo ação ativa nas histórias fizeram bem e ganharam boas aceitações no mercado dos quadrinhos.

O principal ponto para a grande virada de chave para iniciar o Rebirth foi à morte do antigo Superman dos Novos 52. E o surgimento de Clark, Lois e Jon naquela terra. Mas mistérios rondam Metrópolis. Como quem é o Clark Kent que está vivo, se o Super morreu? Até onde a obscura figura do Mr. Oz tem haver com isso? Pois bem, a DC Comics vai começar a revelar sobre os mistérios a partir de março de 2017 em uma saga que vai levar o nome de Superman Reborn e vai transcorrer entre as duas HQ’s. Você pode conferir as capas variantes na galeria na parte de baixo da matéria.

Durante o DC Universe Rebirth #1, Mr. Oz encontra Clark em um hotel de beira de estrada onde ele está escondido com a sua família e fala em tom de total mistério: “Você e sua família não são o que acha que são. E nem o Superman caído,”  (tradução livre) em Superman #18 saberemos o verdadeiro significado e a verdade chocante por trás dessas palavras. Um dos prisioneiros de Oz escapa, e termina em um momento trágico para Lois e Superman.

A sequência ocorre logo em Action Comics #975, onde será comemorado a marca de 975 edições com uma HQ especial e uma revelação sobre o Clark Kent que ainda vive em Metrópolis.

 

O terceiro ato acontece em Superman #19 e a vida de Jon está em risco e o Homem de Aço enfrenta a verdade sobre a sua existência. E o último capitulo de Superman Reborn será em Actions Comics #976, onde a vida do Superman é drasticamente alterada, e pelo o que a capa da edição nos sugere, podemos ter a volta do Superman dos Novos 52!

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Não seria exatamente novo na mitologia do Superman existirem dois Homens de Aço no mesmo lugar, pois como alguns fãs comentaram, a capa da Action Comics #976 lembra muito a fase dos Superman elétrico. Onde existiam o Vermelho e o Azul.

Vale lembrar que os dois títulos são publicados quinzenalmente nos EUA, ou seja, será tudo acompanhado durante no mesmo mês.

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Quadrinhos

Veja a prévia de DC Rebirth Holiday Special

O Rebirth da DC Comics é um sucesso de vendas e critica. Isso os números comprovam que desde julho quando a Editora das Ideias resolveu “reformular” seus personagens da fase dos Novos 52. Passados seis meses desde o começo da iniciativa, e com o primeiro grande evento já na porta, o crossover entre a Liga da Justiça e o Esquadrão Suicida, chegamos ao final do ano, e o que remete essa época? Sim o Natal e as festas. Então, a DC Comics vai publicar uma edição especial intitulada de DC Rebirth Holiday Special.

Serão histórias contadas pela Arlequina como anfitriã em um palco contando histórias dessa época de festas com os personagens. Coisas como quando o sisudo Damian Wayne compra um presente para Jonathan Kent, A Galeria dos Vilões fecham uma trégua com o Flash para ajudar os órfãos de Central City terem uma grandiosa manhã de Natal, Batman e o Detetive Chimp se unem para ajudar o Papai Noel e os Titãs passando a véspera de Ano Novo juntos e descobrem que é o feriado preferido de Ricardito. Além de contos com o John Constantine, Simon Baz e Jessica Cruz, Batwoman, Superman e sua família e um momento super fofo entre a Batgirl e o Asa Noturna.

Confira algumas páginas na galeria abaixo:

 

A ideia é seguir como um verdadeiro livro de férias, ele mapeia uma série de celebrações que ocorrem a partir de dezembro até o inicio de janeiro. Natal, Hanukkah, Dongzhi (Solstício de Inverno), Réveillon, e o Dia de Reis. Na ordem em que ocorrem com os heróis participando em cada um. E ter algo leve que trate realmente como um renascimento. Cultivando uma boa esperança para o ano que vai se iniciar.

DC Rebirth Holiday Special vai ter um time de diversos roteiristas como Paul Dini, Tim Seeley, Eric Esquivel, Steve Orlando, Mariko Tamaki entre outros. Entre os desenhistas temos Dan Jurgens, Scott Hanna, Thomas Pitilli, Matias Bergara, o brasileiro Gustavo Duarte entre outros.

Feliz Natal!

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Música

Deep Purple | Ouça a primeira música do novo álbum Infinite

A clássica banda Deep Purple liberou a faixa “Time for Bedlam”, primeira música do seu novo álbum intitulado de “Infinite”. O ultimo trabalho dos caras tinha sido o “Now What?!” de 2013.

Confira o lyric vídeo da música abaixo:

 A produção de “Infinite” ficou por conta de Bob Ezrin, que já produziu lendas como Lou Reed, KISS e Pink Floyd. Ainda foi divulgada a capa do álbum.

O álbum “Infinite” tem lançamento previsto para 07 de abril de 2017. Nas lojas especializadas e a serviços de streaming.

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Quadrinhos

Demon Rider | Conheça a hospedeira do Espírito da Vingança

Foi revelada mais um personagem na lista dos portadores do Espírito da Vingança na Marvel Comics. Nas páginas da nova série de Doctor Strange and the Sorcerers Supreme vem Kushala.

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Na nova HQ do Doutor Estranho, o Mago Supremo monta uma equipe de magos poderosos de diversas épocas. Saiba mais AQUI. Kushala é uma feiticeira da tribo dos Apaches, ela hospeda o famoso espírito no ano de 1880.

“Ela é o Ghost Rider de 1880,” comentou o editor Nick Lowe. “Ela é uma mulher nativa-americana que se torna horripilante em Doctor Strange and the Sorcerers quando ocorre a transformação. Como queríamos dar um nome somente para ela, o criado foi Demon Rider.”

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O artista Javier Rodriguez, criador da personagem, disse que a inspiração vem das tribos do Novo México: “Eles têm uma dança muito poderosa no visual. Procurei seguir os símbolos estéticos e geométricos e misturar perfeitamente com crânio flamejante de Kushala e do cavalo.”

Em Doctor Strange and the Sorcerers Nº3, que chega às lojas americanas hoje, mostra o princípio da transformação de Kushala, revelando a origem secreta dela.

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O supergrupo de magos é composto por, além do Doutor Estranho, o Ancião(que terá uma releitura), Isaac Newton (um tipo poderoso e imprevisível), Kushala (feiticeira da tribo dos índios Apaches), Wiccan (uma bruxa que vem do futuro), Nina (que é de nacionalidade brasileira, vinda dos anos 50) e Merlim(que teve a idéia de montar o curioso grupo).

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Justice League vs. Suicide Squad | Conheça a equipe de vilões do crossover

Aqui na Torre de Vigilância você já está por dentro do primeiro grande evento da era Rebirth da DC Comics, a minissérie Justice League vs. Suicide Squad. O encontro, que além de colocar os dois grupos badalados da editora frente a frente, promete começar a revelar alguns mistérios que rondam desde a reformulação. Saiba mais detalhes AQUI.

A trama já foi divulgada assim como os vilões que estarão nela. É um time de criminosos e anti-heróis que vão partir para cima da Liga e da Força-Tarefa X. Imperatriz Esmeralda, Lobo, Doutor Polaris, Johnny Pranto, Rustam e Maxwell Lord são os malfeitores em questão que vão fugir de uma prisão especial e se tornam uma ameaça política. E agora foi divulgado pelo site CBR que Eclipso também faz parte da trupe.

 

Com arte de Ed Benes foi apresentado os vilões que darão o ar na minissérie, Cada personagem tem uma palavra sob a sua imagem, descrevendo a sua personalidade e soletrando a palavra em inglês S-U-I-C-I-D-E. Curioso notar na arte, que no paredão atrás dos vilões existem grafites com os símbolos ou referencias de membros da Liga da Justiça. O que deve indicar qual personagem deve lutar. O único que não tem nenhum desenho atrás é Maxwell Lord, que pelo visto lidera a equipe.

Aliás, Lord, na capa da segunda edição da minissérie, está com um sangramento no nariz, que pode significar que o telepata está usando seus poderes mentais para controlar os demais vilões. Confira a arte AQUI.

“Quero que as pessoas vejam a minissérie como um filme-catástrofe de grande orçamento no Universo DC” disse Josh Williamson, idealizador do projeto. “Tem muita responsabilidade envolvida, é o primeiro grande evento do Rebirth. Começamos a falar sobre o tom, se queríamos fazer algo divertido. Uma vez circulou na minha cabeça, e ficou divertido de escrever. Há um monte de personagens, um monte de coisas acontecendo, e as surpresas que teremos… vai realmente abranger uma grande parte do Universo da DC.”

Uma das consequências dessa minissérie já se sabe que é a formação da Liga da Justiça da América com uma nova formação. A equipe será liderada pelo Batman e terá o Lobo como integrante.

Justice League vs Suicide Squad será publicada em seis edições. A primeira edição está prevista para 21 de dezembro.

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DC Comics | Editora fará crossovers entre seu Universo e a Hanna-Barbera

Imagine um encontro entre o Lanterna Verde e Space Ghost? Pois bem, você vai poder presenciar esse encontro, e não será no antigo Talk-show do Ghost que passava na Cartoon Network. A DC Comics divulgou as capas dos crossovers entre os personagens do seu universo com os da Hanna-Barbera.

Serão três especiais que irão marcar um ano de publicação dos clássicos personagens dos desenhos animados pela editora. Cada Annual terá a história principal e uma secundária um pouco mais curta.

Veja as artes na galeria abaixo:

 

Confira abaixo a lista dos especiais e seus roteiristas e desenhistas:

Adam Strange/Future Quest Annual Nº1 – Roteiro: Marc Andreyko e Jeff Parker; desenho: Steve Lieber
História secundária: Manda-Chuva – Roteiro: Dan DiDio; Desenhos: Phil Winslade.

Gladiador Dourado/ The Flintstones Annual Nº1 – Roteiro: Mark Russell; desenhos: Rick Leonardi e Scott Hanna.
História secundária: Os Jetsons – Roteiro e desenhos: Amanda Conner e Jimmy Palmiotti.

Lanterna Verde/Space Ghost Annual Nº 1
– Roteiro: James Tynion e Chris Sebela; desenhos: Ariel Olivetti.
História secundária: Jambo e Ruivão – Roteiro e desenhos de Howard Chaykin.

Esquadrão Suicida/Banana Splits Annual Nº1
– Roteiro: Tony Bedard; desenhos: Ben Caldwell.
História secundária: Leão da Montanha – Roteiro: Mark Russel; desenhos: Dale Eaglesham.

A Casa das Lendas vem publicando a linha da Hanna- Barbera desde meados de 2016, os personagens que foram reinventados é composta por The Flintstones, Future Quest (que engloba Jonny Quest, Space Ghost, Herculóides entre outros), Wacky Raceland e Scooby Apocalypse. A família futurística dos Jetsons também irá ganhar uma série solo, que terá o casal Amanda Conner e Jimmy Palmiotti como criadores. A dupla fez diversas HQ’s da Arlequina.

Os especiais serão publicados em março de 2017.

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Liga da Justiça e Power Rangers | Divulgadas as capas variantes do crossover

A BOOM! Studios e a DC Comics divulgaram as capas variantes do crossover entre a Liga da Justiça e os Power Rangers. Cada edição terá um artista desenhando uma capa alternativa que vai incluir um membro da Liga e um Ranger. As capas normais serão desenhadas por Karl Kerschl (Gotham Academy: Second Semester).

Na ordem das figuras ao artistas criadores das capas:

  • Batman e a Ranger Rosa – Dan Hipp
  • Ciborgue e o Ranger Azul – Dustin Nguyen
  • Flash e o Ranger Preto – Yasmine Putri
  • Lanterna Verde (John Stewart) e a Ranger Amarela – Marguerite Sauvage
  • Superman e o Ranger Verde – Chris Spouse
  • Mulher-Maravilha e o Ranger Vermelho – Marcus To

Confira as capas na galeria abaixo:

 

Na  história Zack, o Ranger Preto, após um acidente no Centro de Comando, é teletransportado para um universo paralelo onde pessoas têm poderes incríveis e roupas estranhas. Então, Jason, Kimberly, Billy e Tommy ao tentar resgatar o amigo, chegam até o mundo da DC Comics.

Hank Kanalz, vice-presidente sênior da DC Entertainment classificou o crossover como a realização do sonho dos fãs dos maiores heróis da Terra com os defensores da Alameda dos Anjos.

Tom Taylor, roteirista da HQ Injustiça: Deuses entre Nós e Stephen Byrne, que já trabalhou em Arqueiro Verde, serão responsáveis pela minissérie que começa a ser publicada em janeiro do ano que vem.

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