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Looking Cool Joker! Persona 5: Royal ganha novos detalhes e data de lançamento

Conforme prometido, depois do “anúncio do anúncio” feito em Abril desse ano, a Atlus, durante o Persona Super Live 2019, divulgou inúmeros detalhes sobre Persona 5: Royal.

Como todos especulavam, a nova versão de Persona 5, além de ser uma versão aprimorada da original, trará novos eventos na história, com o terceiro semestre do jogo sendo basicamente reescrito, para a introdução de novos personagens.

Confira o trailer de anúncio:

Os novos personagens confirmados até o momento são: Kasumi Yoshizawa (dublada por Sora Amamiya), uma nova integrante dos Phantom Thieves, que já havia aparecido no teaser divulgado em abril, e Takuto Maruki (dublado por Satoshi Hino), um conselheiro da Academia Shujin, contratado após os eventos de Abril. Sua arcana será “Le Consultant”.

Um terceiro personagem aparece no trailer, e muitos especulam ser uma versão humana de Morgana, muito por conta dos diálogos e jeito de rir, que se assemelham ao do gato.

Novos lugares, eventos e encontros também foram adicionados.

Persona 5: Royal chega no dia 31 de outubro no Japão, exclusivamente para PlayStation 4. Já o lançamento ocidental, está marcado para 2020.

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Primeiras Impressões | Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba e Hitoribocchi

Mais uma temporada de animes se inicia e estou aqui mais uma vez para dar minhas primeiras impressões sobre as estreias da Primavera 2019. Nessa temporada, irei juntar alguns animes e fazer em um texto só. Meus colegas de equipe farão como eles quiserem.

Já adianto, essa temporada está bem fraca. Pra esse primeiro post, trouxe dois animes distintos: uma das grandes promessas e uma maravilhosa surpresa. Vamos lá!

Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba

Um dos grandes destaques da temporada. Além de ser um mangá da Shounen Jump, que divide opiniões pra falar a verdade, ele está sendo produzido pelo estúdio Ufotable, bastante conhecido pelos fãs da franquia Fate/.

Uma sinopse rápida:

Após ter sua família morta por um Oni e ter sua irmã transformada em um, Tanjiro sai em uma jornada para tentar reverter a transformação e encontrar o responsável pelos eventos.

Bom, nesse primeiro episódio, o anime começou com o pé direito, eu diria, mas com algumas ressalvas. Há quem ame ou odeie o estilo de animação da Ufotable, mas não dá pra negar que funciona quando o assunto é fazer cenas de ação.
O uso de CG em algumas cenas me incomodaram, pois nenhuma delas precisava ter computação gráfica, eram cenas simples como o Tanjiro se virando ou andando. Sem falar no pombo, que ficou feio, mas aí sou eu fazendo nitpicking.

Sobre Tanjiro e Nezuko, nossos protagonistas, é muito cedo pra falar, foi só o primeiro capítulo. Mas o que deu pra perceber é que Tanjiro encarna o espírito do protagonista de shounen sem nem titubear.

Em termos de direção e composição de série, o anime é simplesmente copia e cola do mangá. É tudo igual, os caras não inovaram em nada, é basicamente o mangá em movimento.

Há bastante diálogos internos que não se encaixaram, são basicamente monólogos no meio das cenas e que quebram o ritmo. Falando em ritmo, o de Kimetsu no Yaiba é muito acelerado e não sabe a hora de parar e terminar o episódio, pareceu 2 episódios em 1.

No geral, promete ser um ótimo anime de lutinha pra acompanhar, e estou torcendo para que a animação dos poderes da abertura, sejam a mesma do anime em si. Aliás, baita abertura.

Foram confirmados 26 episódios para o anime, mas não foi dito se será 2 cours ou split-cour. O anime está disponível na Crunchyroll.


Hitoribocchi no Marumaruseikatsu

Cara… o que falar dessa MARAVILHA?

Não sou muito chegado em animes totalmente moe sem muito foco em narrativa, o máximo que devo ter aguentado foi Yuru Camp, lançado em 2018, mas Hitori Bocchi me pegou em cheio.

A história segue Bocchi, uma menina tímida que tem que criar laços com toda sua turma do Ensino Médio, por conta de uma promessa feita com sua única amiga de infância. É baseado em um 4-koma e produzido pelo estúdio C2C.

Eu obviamente me identifiquei com a Bocchi, mas ao contrário dela, as pessoas que vinham até mim (por bem ou por mal), então não adiantou nada no meu caso. As situações em que a Bocchi acaba parando, para conseguir ser amiga da Nako são hilárias e, de certa forma, idiotas, mas acabam funcionando por conta da direção. O timing cômico é excelente, e consegue dividir bem atenção com os momentos dramáticos.

Em questão de animação, o anime é bom naquilo que se propõe, não precisa de muito para funcionar.

Os problemas de relacionamento no Japão (e no resto do mundo) são bem conhecidos por suas extremidades, você pode ir do céu ao inferno. Não irei comentar muito, pois vem de uma visão ocidental, e o anime nem toca TANTO nesse assunto, pelo menos no primeiro episódio.

A trilha sonora contém SAMBA, só isso é o suficiente.

Hitoribocchi no Marumaruseikatsu terá 12 episódios e também está disponível na Crunchyroll.


Iria ter um terceiro anime nesse post, Mayonaka no Occult Koumuin, mas é muito chato e acabei dormindo. Tem na Crunchyroll pra quem quiser ver.
É isto, em breve volto com mais animes!
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Gameplay Games

Review | Katana ZERO

A Devolver Digital há muito tempo vem publicando jogos indies de uma incrível qualidade e com Katana ZERO não foi diferente.

O título desenvolvido pela askiisoft leva o jogador a um incrível mundo neo-noir pixelado na pele de um samurai chamado O Dragão, em uma excelente e surpreendente história, regado de importantes diálogos e uma jogabilidade ágil e sangrenta.

A interação com alguns personagens dos cenários fazem com que os acontecimentos mudem.

Já admito que fui pego de surpresa logo de cara quando vi que Katana ZERO, não só possuía um enredo profundo, mas também que continha escolhas que alteravam diálogos e acontecimentos do jogo. Uma resposta errada, pode acabar em morte.

A narrativa construída em Katana ZERO foi com certeza o que mais me agradou ao longo do jogo, eu queria saber o que estava rolando naquele universo, e não só sair retalhando inimigos por ai. Acompanhar as revelações do enredo junto ao Dragão foram bem interessantes. Pois, tanto eu, quanto ele, estávamos perdidos naquele mundo.

Os programas de TV não só contam sobre a missão que você acabou de fazer, como também possuem informações sobre o mundo, e propagandas excelentes.

O roteiro mistura traumas de guerra, abuso de drogas e sangue, bastante sangue, além de humor e REFERÊNCIAS NERDS, WOW. Sem brincadeiras, o roteiro sabe usar bem essas referências, em vez de só ficar jogando na cara sem menor preocupação.

As sessões de terapias são bem interessantes, e dá um ar mais sério para o jogo, além de ser o gatilho para o plot twist. Só queria que tivesse mais sessões ao longo do jogo, a dinâmica era muito boa. Os diálogos com uma certa personagem, são bem legais, e repito a mesma coisa que disse com o psicólogo, poderiam ter sido mais explorados.

“Sim, isso deve funcionar”

Agora sobre a jogabilidade, o maior destaque do jogo. Ela é tudo aquilo que prometeu: gameplay ágil, difícil e sanguinária. É o famoso morra e tente novamente.

Tanto o Dragão quanto os inimigos morrem com um golpe só. Quando o jogador morre, o tempo rebobina para o começo do level e pra então refazê-lo sem morrer. Prepare-se para dar rages.

Sobre as mecânicas. Podemos desacelerar o tempo para ambientes com bastante inimigos, o Dragão em si fica devagar, mas os golpes são mais rápidos. Também podemos refletir os tiros, e matando o inimigo mais próximo. O rolamento deixa o jogador invencível, de certa forma. Combinar isso com com a redução do tempo, trará mais segurança para terminar as fases.

Os chefes são difíceis, mas basta aprender os padrões deles para derrotá-los, mas tome cuidado, eles mudam entre uma morte e outra. O jogo exige bastante reflexo e coordenação motora do jogador.

Ao passarmos de cada cenário, o jogo mostra um “replay” de todo o caminho feito, com um filtro e funções de um VHS. Replay esse, que é atrelado a narrativa. Pois estamos vendo o futuro. Quando passamos de fase, na verdade, é só um dos caminhos de sucesso que o protagonista conseguiu enxergar.

Alguns dos levels design possuem bastante inspirações, outros, acabam sendo bem genéricos em alguns aspectos. Os inimigos são bem colocados (em termos de dificuldade) nos cenários, e então cada ação tem que ser minuciosamente calculada. Há vários tipos de inimigos, entre brutamontes, usuários de armas e espadachins, além de robôs.

A trilha-sonora é um dos grandes destaques de Katana ZERO. Remete aos clássicos retrôs com músicas compostas através de um sintetizador. Brilhante trabalho de LudoWic, o compositor do jogo. Cada fase possui uma música específica e ela que determina o tempo de cada cenário.

O game é curto. Dependendo da habilidade do jogador. Eu levei umas 7 horas para finalizar o jogo e ainda assim, sofri bastante na reta final. Alguém com uma coordenação motora melhor, deve encerrar o game em menos tempo. Não posso confirmar no momento se haverá alguma DLC ou continuação no futuro, é esperar para ver.

Aliás, o jogo está totalmente em português, e as adaptações ficaram excelentes.

Katana ZERO não é só um jogo bonito e estiloso. Ele tem uma história a ser contada, através de uma ótima narrativa.

Agradecimentos à Devolver Digital pelo envio do código para a review.

Selo Ouro – Recomendável

Katana ZERO chega hoje, 18 de abril, para Nintendo Switch e PC.

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Games

Octopath Traveler é anunciado para PC e chega em junho

Após alguns vazamentos, a Square Enix confirmou que JRPG Octopath Traveler, antes exclusivo de Nintendo Switch, estará chegando para o PC no dia 7 de junho de 2019.

Confira o trailer de anúncio:

Oito viajantes. Oito aventuras. Oito campanhas para se jogar. Embarque em uma épica aventura no vasto e estonteante mundo de Orsterra e descubra cativantes histórias de cada um dos oitos viajantes.

Octopath Traveler foi lançado em julho de 2018 para Nintendo Switch e obteve críticas mistas acerca de seu enredo. O destaque ficou por conta de seus visuais, que remetem a um estilo mais retrô, e sua trilha sonora.

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Games

Star Wars Jedi: Fallen Order chega em novembro; Confira o primeiro trailer

Anunciado de maneira esquisita na E3 2018, a Respawn Entertainment mostrou hoje ao mundo, pela primeira vez, o seu mais novo jogo, que se passará no universo de Star Wars: Star Wars Jedi: Fallen Order.

Confira o primeiro trailer:

O jogo seguirá Cal Kestis, um Jedi sobrevivente da Ordem 66. O game se passará entre os Episódios III e IV. Cal Kestis será interpretado pelo ator Cameron Monaghan, conhecido por dar vida ao Coringa, na série Gotham.

O jogo será focado em combate melee, com o uso de Sabre de Luz. Segundo os desenvolvedores, o “combate será a chave”.

Ao contrário do que todos esperavam, Star Wars Jedi: Fallen Order não usará o motor gráfico Frostbite da EA, e sim a Unreal Engine 4.

O game será totalmente singleplayer e não terá microtransações.

Star Wars Jedi: Fallen Order chegará em 15 de novembro de 2019 para PlayStation 4, Xbox One e PC.

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Gameplay Games

Review | Phoenix Wright: Ace Attorney Trilogy

Poucas visual novels são conhecidas no ocidente como as da série Ace Attorney.

A franquia, que começou no Game Boy Advanced, e que posteriormente ganhou sua versão para Nintendo DS, onde realmente ficou conhecido, sempre obteve uma ótima recepção da crítica e público no ocidente. Os jogos da série sempre foram restritos ao público que possuía um console da Nintendo e Mobile, anos depois. Do GBA ao 3DS, Ace Attorney conquistou diversos fãs pelo mundo, com suas ótimas histórias e personagens.

Pois bem, agora em 2019, a Capcom decidiu remasterizar a trilogia principal para todos os consoles atuais com Phoenix Wright: Ace Attorney Trilogy, composta por: Phoenix Wright: Ace Attorney (2001), Phoenix Wright: Ace Attorney − Justice for All (2002) e Phoenix Wright: Ace Attorney − Trials and Tribulations (2004).

Admito que eu não sou um grande fã de visual novels no geral. Só recentemente decidi entrar nesse mundo com Nine Hours, Nine Persons, Nine Doors, da série Zero Escape. Já Ace Attorney, eu conhecia através de memes, como o “Almost Christmas means it wasn’t Christmas”, entre outros. E também não é o meu primeiro contato com os jogos, anos atrás cheguei a jogar metade do primeiro game, mas nunca continuei, apesar de ter gostado.

Anos se passaram, e enfim tive o contato definitivo com Phoenix Wright e seus companheiros. Tanto em 2012, época em que joguei, quanto agora, o que mais me conquistou na série, foi o seu senso de humor. O fato de ser visual novel, ajuda imensamente no timing cômico. Além disso, os personagens. Todos os jogos possuem excelentes personagens, não há nenhum aqui que você não acabe gostando. Tirando, bom, Wendy Oldbag.

Os gráficos dessa nova versão estão muito bonitos esteticamente. Os personagens em 3D se destacando dos cenários foi uma boa escolha. Não que os antigos não fossem bonitos, mas eu particularmente prefiro a nova modelagem.

A jogabilidade é bem simples e é dividida em duas partes. A primeira consiste em você investigar os locais e interagir com testemunhas e pessoas do cenário, para achar pistas e evidências. A segunda, é o julgamento de fato. O jogador precisa ouvir os testemunhos e expor as contradições deles, até que a verdade seja exposta.

Acho louvável, que mesmo que você saiba como, quem, quando e porque, os crimes ocorreram, o jogador só pode apresentar a evidência em um momento exato do julgamento. É tudo montado para que a contradição seja exposta de maneira certa. Todos os casos, nos três jogos, são bem amarrados e fazem sentido, com na medida do possível.

O segundo jogo, Justice For All, é com certeza o mais fraco dos três. As resoluções dos casos são bastante extravagantes, até mesmo para a série. O enredo em si acaba sendo mais do mesmo e tem menos piadas que o game anterior. O elenco não possui grandes adições, com exceção de Franziska e Pearl.

O motivo provavelmente foi a falta de tempo, um ano de intervalo entre os dois jogos foi muito pouco para acabar desenvolvendo um bom roteiro. Apesar disso, o jogo inclui a mecânica de Psyche-Lock, que consiste em desvendar, através de pistas e evidências, diálogos certeiros para a resolução dos casos. Mecânica que continuou no jogo seguinte.

Trials and Tribulations, é sem dúvida o melhor da trilogia. Os seus casos são superiores aos demais jogos, e o elenco é fantástico, em especial Godot. Os casos onde jogamos com a Mia, no passado, são bem elaborados, além de se conectarem os do futuro.

Cada jogo dura em torno de 20 horas, dependendo da velocidade do jogador.

Gostaria de destacar também a excelente trilha-sonora do jogo que é bastante viciante.

Um ponto negativo ao meu ver, é que a Capcom poderia ter adicionado voice-acting para os personagens nessa remasterização, visto que até adaptação em anime os jogos possuem. Infelizmente a coletânea não foi localizada para o português.

Ace Attorney é uma ótima maneira de se adentrar no mundo das visual novels. Possui um enredo fantástico, cercado por humor e plot twists, além de inúmeros personagens carismáticos.

NOTA 9.0

Agradecimentos à Capcom pelo envio do código.

Phoenix Wright: Ace Attorney Trilogy está disponível para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC.

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Entretenimento Games

Charles Martinet, dublador do Mario, é confirmado na BGS 2019

A organização da Brasil Game Show 2019 anunciou hoje (28), o seu primeiro convidado internacional para a edição desse ano: Charles Martinet, o dublador do Mario.

Essa é a segunda vinda do dublador à Brasil Game Show, a voz do encanador italiano participou na edição de 2018, e com os inúmeros pedidos para o seu retorno, Charles aceitou o convite.

“Além de um legado profissional incrível, Charles Martinet tem um carisma e simpatia contagiantes. Na BGS de 2018, nos surpreendeu pela disponibilidade para atender aos fãs, sempre sorrindo e, nitidamente, se divertindo com o entusiasmo dos brasileiros”, comentou Marcelo Tavares, CEO e fundador da Brasil Game Show. “Era um grande desejo da BGS que ele retornasse e será um prazer para a organização do evento tê-lo aqui novamente”

Martinet estará presente nos dias 10 e 11 de outubro, e terá em sua agenda vários eventos, como meet & greet gratuitas, painel sobre sua carreira e concurso de cosplay, onde, mais uma vez, ele será um dos jurados.

A Brasil Game Show 2019 ocorrerá entre os dias 09 e 13 de outubro.

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Cultura Japonesa Mangá

NewPOP anuncia The Record of Lodoss War

Durante uma transmissão em sua página do Facebook, a Editora NewPOP anunciou que irá publicar, ainda em 2019, a light novel The Record of Lodoss War.

Parn, um inconsciente mas apaixonado espadachim, embarca numa quest com o objetivo de descobrir a origem do grande mal que assola o país Lodoss. A ele juntam-se: uma jovem elfa, Deedlit, que possui poderosas habilidades mágicas; Ghim, um dwarf (anão) duro que nem uma pedra; Etoh, um priest recém formado; Slayn, o sorcerer (mago) do grupo; e Woodchuck, o indispensável thief (ladrão). Juntos irão percorrer uma jornada para descobrir toda a verdade por detrás da destruição do mundo, e reúnem a força necessária para destruir a Grey Witch.

Escrita por Ryo Mizuno e ilustrada por Yutaka Izubuchi, The Record of Lodoss War já está concluída no Japão e possui 7 volumes. A publicação da NewPOP seguirá terá como base a nova edição comemorativa de 30 anos. Já o formato, será o mesmo de Log Horizon. A light novel já está em processo de tradução.

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Games

Persona 5: The Royal é anunciado, confira o teaser

Ao final da transmissão do último OVA de Persona 5 – The Animation, a Atlus enfim revelou o significado de P5R: Persona 5: The Royal.

Confira o teaser:

O teaser traz uma misteriosa nova personagem feminina, que parece criticar os métodos usados pelos Phantom Thieves. Seria ela uma nova vilã e uma continuação da história original?

A nova personagem traz um broche do primeiro ano, quebrando a teoria de ser uma versão feminina, já que Joker está no segundo. Além disso, ela é “entrevistada” por Goro Akechi, o detetive que está atrás dos Phantom Thieves.

O vídeo se encerra dizendo que mais novidades serão divulgadas no dia 24 de abril de 2019.

Quanto as plataformas, tudo indica que seja um exclusivo de PlayStation 4.

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Games

Sony anuncia programa State of Play, que trará novidade para o PlayStation

Por meio de suas redes sociais, a Sony anunciou que estará fazendo um programa aos moldes do Nintendo Direct e Inside Xbox, chamado State of Play. O programa trará novidades para a família PlayStation.

O primeiro programa irá ao ar já no dia 25 de março às 18h (horário de Brasília), e trará apresentações de lançamentos de PlayStation 4 e PlayStation VR, incluindo trailers, anúncios de jogos e vídeos de jogabilidade novos.

A transmissão ocorrerá nos canais oficiais da Sony no Facebook, Twitter, Twitch e YouTube.

Não foi revelada a periodicidade do programa.